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Abr
Postado por Equipe Palavreiros da Hora em poemas. Etiquetado:Angola, artigos, ética, Bahia, bipolar, Brasília, Brasil, Cabo Verde, cartoons, cartunista, cartuns, ciência, contos, crítica, crítica literária, Curitiba, democracia, diversão, diversidade, economia, economia política, editoras, educação, erótico, escritores, Espanha, estados unidos, estética, filosofia, foto arte, fotografia, frases, imagens, intelectuais, intelectual, Itália, literatura, literatura brasileira, literatura portuguesa, livros, Macau, mares do sul, México, músicas, meio ambiente, mitologia, mitologia grega, Moçambique, museus, Panamá, Paraná, pensamentos, planeta, poemas, poesia, política, Portugal, psicanálise, psicologia, psiquiatria, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roma, romances, São Paulo, socialismo, sociologia, sonetos, teatro, tecnologia, textos com fotos, Timor Leste, UFPR, UFRGS, UFRJ, UNICAMP, UNIOESTE, USA, USP, Venezuela, versos. 1 Comentário
Sequestrar tua pupila
É a pira do meu olhar.
Só tua boca tranquila
Pode a minha acalmar.
Eu gosto é de conter
Fogo com gasolina.
Apagar e derreter
O céu desde a retina.
Tempestade de areia e deserto
Lua brilhante em tua mão
Dor no gozo ao certo
Cada carícia: maldição
Nada vejo estando perto
Afio as asas na prisão.
Publicado por Marilda em Abril 27, 2008 12:14 pm às 12:14 pm
Julio, você tem uns poemas que doem feito espinho na unha. Não sou masoquista, mas quando sinto isso que você escreve, percebo que bem ou mal, ainda estou viva (afiando as asas…)
Saudade
Marilda