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Abr
Postado por Equipe Palavreiros da Hora em poemas. Etiquetado:Angola, artigos, ética, Bahia, bipolar, Brasília, Brasil, Cabo Verde, cartoons, cartunista, cartuns, ciência, contos, crítica, crítica literária, Curitiba, democracia, diversão, diversidade, economia, economia política, editoras, educação, erótico, escritores, Espanha, estados unidos, estética, filosofia, foto arte, fotografia, frases, imagens, intelectuais, intelectual, Itália, literatura, literatura brasileira, literatura portuguesa, livros, Macau, mares do sul, México, músicas, meio ambiente, mitologia, mitologia grega, Moçambique, museus, Panamá, Paraná, pensamentos, planeta, poemas, poesia, política, Portugal, psicanálise, psicologia, psiquiatria, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roma, romances, São Paulo, socialismo, sociologia, sonetos, teatro, tecnologia, textos com fotos, Timor Leste, UFPR, UFRGS, UFRJ, UNICAMP, UNIOESTE, USA, USP, Venezuela, versos. Deixe um comentário
IMA GIQUÁRIO
“Ímpar.
Meu coração bate,
Sem enfarte.
Bate descolor,
Sem amor.
Apar.
Suspiro e fecho os olhos.
Assim me refugio,
Assim te vigio.
Nos únicos momentos
Nem um pouco cinzentos,
Por sussurros amamo-nos.
Você dança uma canção,
A palpites meus,
Que também já são seus.
Música no meu cérebro,
Mas te digo que desconsidere-o,
Era apenas minha imaginação.”