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Mai
Postado por Equipe Palavreiros da Hora em poemas. Etiquetado:Angola, artigos, ética, Bahia, bipolar, Brasília, Brasil, Cabo Verde, cartoons, cartunista, cartuns, ciência, contos, crítica, crítica literária, Curitiba, democracia, diversão, diversidade, economia, economia política, editoras, educação, erótico, escritores, Espanha, esportes, estados unidos, estética, filosofia, foto arte, fotografia, frases, futebol, imagens, intelectuais, intelectual, Itália, literatura, literatura brasileira, literatura portuguesa, livros, Macau, México, músicas, meio ambiente, mitologia, mitologia grega, Moçambique, museus, Panamá, Paraná, pensamentos, planeta, poemas, poesia, política, Portugal, psicanálise, psicologia, psiquiatria, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roma, romances, São Paulo, socialismo, sociologia, sonetos, teatro, tecnologia, textos com fotos, Timor Leste, UFPR, UFRGS, UFRJ, UNICAMP, UNIOESTE, USA, USP, Venezuela, versos. Deixe um comentário
Não. Não é possível que a vida se me esvaia
Sem ter jamais ao campo de batalha
Arrojado-me, sequer, a perseguir ideais;
E, derrotado sem luta e sem vontade,
Veja cair-me uma a uma as máscaras
De que cobri, em atroz engano, a face,
Vivendo a iludir-me e ao mundo
Na promessa vã, hipócrita, infinda
De principiar a grandiosa jornada;
A transformar-me a vida em imensa farsa.