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Mai
Postado por Equipe Palavreiros da Hora em poemas. Etiquetado:Angola, artigos, ética, Bahia, bipolar, Brasília, Brasil, Cabo Verde, cartoons, cartunista, cartuns, ciência, contos, crítica, crítica literária, Curitiba, democracia, diversão, diversidade, economia, economia política, editoras, educação, erótico, escritores, Espanha, esportes, estados unidos, estética, filosofia, foto arte, fotografia, frases, futebol, imagens, intelectuais, intelectual, Itália, literatura, literatura brasileira, literatura portuguesa, livros, Macau, México, músicas, meio ambiente, mitologia, mitologia grega, Moçambique, museus, Panamá, Paraná, pensamentos, planeta, poemas, poesia, política, Portugal, psicanálise, psicologia, psiquiatria, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roma, romances, São Paulo, socialismo, sociologia, sonetos, teatro, tecnologia, textos com fotos, Timor Leste, UFPR, UFRGS, UFRJ, UNICAMP, UNIOESTE, USA, USP, Venezuela, versos. 2 Comentários
Esta rua não devia se chamar Mario Quintana
Não gosto do sabor insosso
das linhas retas.
Um poeta não devia nomear
uma rua reta.
A rua Mario Quintana não devia ser reta,
devia ter joelhos,
dobrar esquinas,
passar por um barbeiro e livrarias,
por uma árvore centenária,
por um bar,
cruzar uma praça,
desorganizar o retilíneo das homenagens.
Uma rota de pássaros migratórios, sim
poderia se chamar Mario Quintana.
Publicado por João Orlando de Oliveira em Junho 1, 2008 0:44 am às 0:44 am
Mario Quintana é uma daqueles personagens que nos faz ter orgulho de ser brasileiros! Mesmo contemporaneamente.
Publicado por Miriam em Junho 9, 2008 21:50 pm às 21:50 pm
Para se pensar não precisamos de rima e nossos pensamentos são exatamente como a descrição da rua que deveria se chamar Mário Quintana, como muito bem descreve o autor! Lindo poema!