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Mai
Postado por Equipe Palavreiros da Hora em poemas. Etiquetado:Angola, artigos, ética, Bahia, bipolar, Brasília, Brasil, Cabo Verde, cartoons, cartunista, cartuns, ciência, contos, crítica, crítica literária, Curitiba, democracia, diversão, diversidade, economia, economia política, editoras, educação, erótico, escritores, Espanha, esportes, estados unidos, estética, filosofia, foto arte, fotografia, frases, futebol, imagens, intelectuais, intelectual, Itália, literatura, literatura brasileira, literatura portuguesa, livros, Macau, México, músicas, meio ambiente, mitologia, mitologia grega, Moçambique, museus, Panamá, Paraná, pensamentos, planeta, poemas, poesia, política, Portugal, psicanálise, psicologia, psiquiatria, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roma, romances, São Paulo, socialismo, sociologia, sonetos, teatro, tecnologia, textos com fotos, Timor Leste, UFPR, UFRGS, UFRJ, UNICAMP, UNIOESTE, USA, USP, Venezuela, versos. 1 Comentário
Por tanto que te desejo
Pareço quem te conhece
Quem sabe onde começas
E cresce onde festejas
Quem quer ser teu endereço
E estar onde quer que estejas…
Nos penso cheios de ardores
Te lembro e sinto que adejo
Te almejo de maio a maio
E ensaio que te alvejo
Te faço feixes de amores
E te deixo mantos de beijos.
Pressinto-te e até latejo
Onde florindo retardas…
Lá onde guardas meus beijos
Onde teus beijos me aguardam!
do livro recém lançado O LENTO ALENTO.
Publicado por Ricardo em Maio 21, 2008 4:56 am às 4:56 am
que poema lindo mesmo
fica dificil expressar suas frases
belas palavras!
não tem como ler issu e não querer expressar algo de bom
parabéns ao autor.
abrço