NAGUS – poema de jairo pereira

anafriolanthu’s lhidimalhis zigudófilis

as flores estacionaram no ponto em que estavam

neferquithis limbarrus zefenhís

o predador aéreo repassa o jardim

trúsbitas enésimas persecutions zambronas

olhos de não ver vendo

sentidos de não-sentir sentindo: rastreamento

larvas ciscos pólipos

lesmas escriturárias

thercíades velutípteros in versus

a colcha de terra virada ao contrário

vidas em movimento vida-morte

letalli’s o verbo acids lingsthifólios

mortal a linguagem das plantas

ácida a saliva espessa

os crisântemos crispados de tempo & vento

nagus : o nada :

 

 

 

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