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Nov
Postado por Equipe Palavreiros da Hora em poemas. Etiquetado:Angola, artigos, ética, bipolar, Brasília, Brasil, Cabo Verde, cartoons, cartunista, cartuns, ciência, contos, crítica, crítica literária, Curitiba, democracia, diversão, diversidade, economia, economia política, editoras, educação, erótico, escritores, Espanha, esportes, estados unidos, estética, filosofia, foto arte, fotografia, fotos, frases, futebol, gás, imagens, intelectuais, intelectual, Itália, literatura, literatura brasileira, literatura portuguesa, livros, Macau, México, músicas, meio ambiente, mitologia, mitologia grega, Moçambique, museus, Paraná, pensamentos, petróleo, petrobrás, planeta, poemas, poesia, política, Portugal, psicanálise, psicologia, psiquiatria, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, romances, São Paulo, socialismo, sociologia, sonetos, teatro, tecnologia, UFPR, UFRGS, UFRJ, UNICAMP, UNIOESTE, USA, USP, Venezuela, versos. Deixe um comentário
(líricas de um evangelho insano)
No fundo da xícara
a borra do meu olhar.
Dos olhos borrados de pó,
de orvalho salgado,
no (dó)i do teclado que ouço
e não entendo…
meu olhar geométrico
se perde na mancha abstrata,
onde assino?!