MAURICIO MARQUES em turnê pelo Brasil

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MAURÍCIO MARQUES

Violonista gaúcho de grande expressão e com sólida carreira dentro da música regional do Rio Grande do Sul, Maurício Marques desenvolve um amplo trabalho, voltado à composição e orquestração dentro do regionalismo. “Resolvi fazer um disco mostrando minha visão da nossa música e suas várias vertentes. Aqui temos a influência das raízes rurais, em que a milonga é o principal elo de ligação, assim como o chamamé, a vaneira, e uma infinidade de ritmos. Mas também temos a influência do choro, do samba e do maxixe, ritmos que há muito tempo são praticados por aqui”, afirma o músico. Ritmos como choro, tango, milonga, chamamé, chacarera, candomblé, valsa, baião, zamba e chamarra, dão seqüência ao trabalho de pesquisa de ritmos e aplicação deste material em novas composições.

Maurício Marques é um violonista de mão cheia. Gravou Astor Piazzolla, participou da Orquestra Brasileira de Cinema, dividiu o palco com Toquinho, Kleiton e Kledir, Plauto Cruz, Dominguinhos,Luiz Carlos Borges, Renato Borghetti e muitos outros grandes músicos brasileiros. Seu primeiro disco, Cordas ao Sul, obteve três indicações ao Prêmio Açorianos de Porto Alegre, em 2004, e foi premiado como melhor instrumentista regional. Desde 2005 integra oQuarteto Maogani, ao lado dos violonistas Paulo Aragão, Carlos Chaves e Marcos Alves. Com esse grupo, excursionou pela Europa e fez a abertura do show de Sérgio Mendes, em Los Angeles. Teve um livro com suas composições editado na França pela Editora Henry Lemoine, dentro da coleção Sergio Assad.

Participam do show Milongaço os músicos Maurício Marques no violão de oito cordas, Felipe Alvares no baixo, Luciano Maia no acordeon,Marco Michelon na percussão e Celau Moreyra no violoncelo.

Sobre o disco – por Maurício Marques

Resolvi fazer um disco mostrando minha visão a respeito da música regional do Rio Grande do Sul. Aqui temos a influência das raízes rurais, onde a milonga é o principal elo de ligação, o chamamé, a vaneira, enfim, uma infinidade de ritmos. Mas também temos a influência do choro, do samba e do maxixe que há muito tempo são praticados por aqui. O gaúcho Octávio Dutra, um grande compositor nascido em 1884,passou sua vida praticando o choro junto com centenas de músicos que também tocavam este gênero. Depois veio Jessé Silva, Túlio Piva, Lupicínio Rodrigues. Quanto à música clássica, base de meu estudo em violão, foi trazida pelos primeiros colonizadores portugueses e espanhóis, e depois pelos imigrantes italianos e alemães, dentre muitas outras etnias que aqui aportaram e formaram a cultura do povo gaúcho. Todas estas informações e influências resultaram em um disco bastante camerístico que mistura elementos da música gaúcha, do choro e da música clássica.

Serviço:

Datas da turnê:

Teatro Regina Vogue – Curitiba. 30 de junho – Theatro São Pedro – Porto Alegre. 01 de julho – Teatro do Sesi – Rio de Janeiro. 03 de julho – Espaço Cultural Cachuera – São Paulo.

Informações para a imprensa:
Anaterra Viana
Verdura Produções Artísticas
(41) 3324 8446 e 99065906

verduraproducoes@gmail.com

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