Meu corpo está completo, o homem – não o poeta.
Mas eu quero e é necessário
que me sofra e me solidifique em poeta,
que destrua desde já o supérfluo e o ilusório
e me alucine na essência de mim e das coisas,
para depois, feliz e sofrido, mas verdadeiro,
trazer-me à tona do poema
com um grito de alarma e de alarde:
ser poeta é duro e dura
e consome toda
uma existência.
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3 Jul
O PARTO de nauro machado / são luís.ma
Postado por Equipe Palavreiros da Hora em poemas. Etiquetado:artigos, ética, contos, crítica, crítica literária, democracia, diversidade, economia, economia política, educação, filosofia, foto arte, jb vidal, literatura, literatura brasileira, literatura portuguesa, meio ambiente, mitologia grega, poemas, poesia, política, psicanálise, psicologia, socialismo, sociologia. Deixe um comentário


