EU GOSTO DE APANHAR NA CARA – conto de luciel ribeiro.

Desde que eu era apenas uma adolescente, eu já sentia o prazer de levar um tapa bem dado na cara. Nada me dava mais prazer, do que desrespeitar meu padrasto, e sentir sua mão pesada em meu rosto. Não sei por que sou assim, gostar de apanhar, nenhuma mulher que conheço, gosta de apanhar, nem mesmo aceitam que gritem com elas. Eu amo violência doméstica, entre quatro paredes, gosto de chegar a sangrar. Passa longe de masoquismo, sou uma mulher doente por apanhar. Não gosto de apanhar de chicote ou tapas, gosto de levar socos na boca, no olho, de ser atirada na parede, de levar chutes. Me recordo da primeira agressão que sofri ao treze anos. Depois de chegar tarde da noite em casa, meu padrasto veio tirar satisfações. – Não lhe interessa seu velho – respondi sem olhar para as fuça dele. – É assim que você responde para seu pai – disse ele. Eu voltei e fui até em frente dele e respondi – Você nunca vai ser meu pai, velho!A esbofeteada em minha cara foi tão forte quanto instantâneo, cheguei a cair no chão. Ele virou as costas e voltou para o quarto de minha mãe. Fiquei caída no chão com a mão em meu rosto. Sentindo o sangue arder. Em vez de sentir dor, afirmo que sentir e prazer e passei a rir. Depois desta primeira agressão, outras aconteceram. Cada vez mais freqüente, quase todos os dias. Toda vez que estava na presença, a sós com meu padrasto, eu dava um jeito de deixá-lo furioso comigo.Quando ele assistia jogo, eu mudava de canal, ficava horas no banheiro, chamava ele de velho, ele odiava esse apelido. Ele tinha cabelos brancos, mas pintava-os de preto regulamente, para não dar nas vista que era um velho. E nada me dava mais alegria do que chama-lo de velho e logo em seguida receber uma boa esbofeteada na cara. Passados alguns anos, ele nem me dava tapas, mas sim murros. O ódio dele só aumentava na mesma proporção do meu prazer em apanhar.Quando não se enfurecia comigo, eu o incitava a me agredir.- O que aconteceu velho pintado, não vai me bater hoje, ou será que já não tem mais força pra isso – dizia a ele. As bordoadas vinham ferozes. Eu não vencia em comprar maquiagens para disfarçar os hematomas. E não me cansava de arranjar desculpas para minha mãe sobre os olhos roxos, boca inchada e coisas do tipo. Brigas na escola, boladas na cara na aula de educação física, quedas na calçada, e todas essas bobagens que as meninas arrumam para enganar a elas mesmas. Quanto estava na presença da minha mãe, e meu padrasto estava perto, nós dois éramos cúmplices das agressões. Ele não falava a minha mãe que eu o desrespeitava, e eu não falava que ele me batia.O Tempo passou, e meu padastro realmente ficou velho, e muito fraco, sofria de problemas cardíacos, até que um dia sofreu um enfarte.O último suspiro que ele deu, foi depois dele ter me batido como nunca havia me batido antes. Aquela noite foi a última. Ele começou a me esmurrar contra a parede, e quanto mais ele me dava socos, mais eu dava risadas e o chamava de velho fraco e desprezível. Minha boca sangrava, e sentia o meu olho inchando, de repente, ele ficou ofegante, não conseguia respirar, ajoelhou-se no chão e pedia me ajuda. Eu me sentei encostada na parede do meu quarto, e fiquei olhando o meu padrasto agonizando seus últimos momentos de vida. Não podia conter um sorriso em minha boca ensangüentada.
– Cadela, filha da puta – foram as últimas palavras daquele velho.
Hoje sou uma mulher casada, tenho dois filhos. Mesmo assim gosta de violência. De Apanhar na cara.Quando namorava Ricardo, ele era um homem amável e sensível. Sempre me dizia coisas bonitas e carinhosas. Mas faltava algo na relação. Faltava violência. Eu sentia falta de apanhar. De levar uns belos murros na cara. Para incitar violência em Ricardo, fiz o que deixa qualquer homem furioso.
Traição. Foi o que eu fiz.
Era terça-feira, Ricardo me ligou perguntando se eu gostaria de sair. Respondi que estava com dor de cabeça.
– Tudo bem então, quando você estiver melhor me liga – falou Ricardo, com aquela voz de anjo de sempre. Em seguida liguei para Josias, um cara que sempre foi afim de mim, e marquei um encontro em um bar. Encontro marcado, tratei de ligar para Solange, minha melhor amiga, e mandei ela ligar para Ricardo, falando que eu estava na bar com outro.No bar, tive que ficar enrolando o Josias até que Ricardo chegasse. Quando Ricardo entrou no bar, e me viu sentado na mesa com Josias, passei em cima da mesa, derrubando uma garrafa de cerveja e dei um beijo em Josias, e fiquei grudada nele por um bom tempo. Parei de beijar Josias e olhei para ver onde estava o Ricardo. Para minha surpresa, ele tinha sumido.
– Este foi o melhor beijo da minha – falou Josias.
– Eu vou embora – disse me levantando.Josias me agarrou pelo braço.
– Você não vai há lugar nenhum.
– Me solta Josias – gritei com ele. Mas não sei o que houve que Josias me agarrou e tentou me beijar outra vez.
– Você vai ter que dar mais um beijo, está pensando o que sua cachorra – gritou ele.Uma garrafa atingiu em cheio a cabeça de Josias. Era Ricardo. Josias colocou as mãos na cabeça e virou-se para ver quem o atingiu. Ricardo pegou uma cadeira e arrebentou no peito dele. Josias caiu no chão atordoado. Os olhos de Ricardo exalavam ódio e raiva. Quando olhou pra mim, senti até cala frios.
– Dor de cabeça sua vadia – disse ele vindo até mim.
– Qual o problema – respondi a ele.
Ricardo agarrou uma garrafa erguendo rapidamente.
– Agora você vai realmente ficar com dor de cabeça!Quebrar uma garrafa de vidro na cabeça, não foi lá a coisa mais prazerosa que já senti.A pessoa que vi depois do Ricardo quebrando minha cabeça, foi a de um médico, abrindo o meu olho.
– Ela está bem – disse o doutor para outra pessoa – até de tarde, ela já pode ir para casa.Eu estava em uma cama de hospital, em um quarto cinza. O médico saiu. Olhei em volta para ver quem mais estava ali. Era Ricardo, com um buquê de flores.
– Olá Silvana – disse aproximando-se de mim.
– Olá.- Trouxe isso pra você.Ele colocou o buquê em meus braços e depois sentou-se na cadeira.
– Agora sei que me ama! – disse a ele com a dor do meu coração.Depois que sai do hospital me casei com Ricardo. Em nossos momentos íntimos, não usamos garrafas de cerveja, e sim, chicote e algemas.
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22 Respostas

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  2. Sou casada, Assumo que adoraria apanhar do meu marido so que ele e muito nervoso mais se controla nunca me bateu eu iria adorar apanhar dele.. nunca o trairia amo ele demais, So que nao sei oque fazer para ele me bater.. HOMENS me ajudem oque deixa todos vcs a ponto de bater na mulher ate os mais calmos?Sem critica POR FAVOR

  3. Nunca li tanta baboseira em toda a minha vida, e olha que nem terminei de ler. Tô desconfiando que esse texto foi escrito por um homem e não por uma mulher.

  4. Luciel Ribeiro. Não sei até que ponto sua história é verídica todavia vou trata-la com se fosse. Minha linda sou homem tenho 45 anos, casado a 24 anos e amo as minhas mulheres, uma delas adora apanha e eu confesso que tenho o maior prazer em bater, mas bater na hora do sexo, em uma relação prazerosa, com força sim! Porem sem violência, deixar marcas que sumirão horas depois, bater na bunda e na cara, de fato é muito prazeroso. Para vc ter uma ideia, uma delas adora apanhar e tem em média de 4 a 5 orgasmos quando estamos transando. Já a outra não gosta muito, e tem uma certa dificuldade de chegar ao orgasmo. Agora levar murro, sangrar, ficar de olho roxo confesso pra vc que isso é meio assustador. No entanto se existir um acordo entre parceiros (vc e o outro), e isso lhe dar prazer seja feliz, muito cuidado como excesso de violência, pois vc pode ter uma lesão severa. Boa sorte e muito Prazer.

    1. Nossa Ribamar vc tem várias mulheres e nenhuma sabe disso ?

  5. Você deve procurar um psicologo. Como que uma pessoa em sã consciência gosta de apanhar. Mostre que você é mulher, por favor né?

    1. reginaceliabarbosasoares | Responder

      o suficiente para nao gostar de mentiras.

  6. sou mulher e amo apanhar, não sou nenhuma doente mas as vezes isso me preocupa kk

    1. Mari vou te contar uma se voce vir a SP me procure gosto de dar tapas na cama em mulheres

    2. ola mary, gostaria de ver voce com outra mulher nua, a outra de pé, voce deitada, a outra com os pés descalços massageia todo seus corpo, seus mamilos e sua vagina, tudo com os pés da outra, depois a dominadora senta em cima de voce, segura seus cabelos e te da tapas bem fortes no seu rosto por um minuto ou mais sem parar, depende de quanto voce aguenta, minha garota é dominadora, estou procurando uma submissa, se quiser nos conhecer mande mensagem

  7. eu te entendo, até certo ponto…sempre quis irritar até o ponto de levar um tapa na cara ou um murro, porq uma vez uma pessoa me deu um tapão e eu entrei em extase sei la que merda é essa né…mas eu sempre quis apanhar assim de um cara bonito pelo qual eu fosse apaixonada e que ele me amasse…mas de um velho nunca…rsr

  8. Que delícia, sempre quis ler uma estória assim…

  9. vc deve ser maniaca luciel, pq gostar de apanha, eh soh pra doido, acho q nem doido sente prazer em apanhar, vc deve ser masoquista das piores.

  10. Tadinha da Luciel. Não pelas porradas – que, na verdade, não levou nenhuma – mas pelos comentários ridículos de leitores que confundem ficção com vida real.

  11. Querida Luciel,

    Que infância e vida terrível deve ter tido você, para lhe terem perturbado de tal forma, psicológicamente, que conseguiram que se convencesse que você, não vale nada. Que nem lugar tem na sociedade…
    Que não passa dum trapo velho que se atira para o lixo.
    Mas isso não quer dizer, que depois de crescer,não faça uma auto-análise e fique com a certeza que nãoé inferior aqueles que foram seus algozes e esses, sim, esses é que não valem nada, porque de certeza se tivessem sido enfrentados por gente com a mesma força física que eles, porque do ponto de vista moral nem vale a pena falar, estão abaixo de …sei lá… de tudo: Compará-los a animais era insultar esses animais… Mas, dizia eu, tenho a certeza que se enfrentados por alguém menos frágil do que você, metiam o rabo entre as pernas e… desapareciam.
    Mas você cresceu. Pegue num papel, divida-o ao meio em duas colunas, e dum lado, escreva as suas qualidades. Do outro, as qualidades desses que se sentiam tão superiores que até se achavam no direito de a maltratar. Faça o balanço. E como tenho a certeza que a balança vai pender para o seu lado, puxe do seu mérito, e quando fôr agredida, retribua com aquilo que puder ou estiver à mão: um pau, uma cadeira, uma garrafa, seja o que fôr. Da primeira vez, acredito que a resposta não vai ser boa para o seu lado porque a verdade, é que você, como mulher, é mais frágil. Mas só o gesto de rebelião que vai manifestar, o ”basta”, vai obrigá-los a darem dois passos atrás e a pensar duas vezes. Chame-lhes todos os nomes que lhe vierem à cabeça, até aqueles que não vêm em nenhum dicionário. Quanto mais insultuosos, melhor. Amarfanhe-os. Depois disso vai sentir-se muito mais leve e racional, asseguro-lhe, mesmo que fique com um olho negro. Mas uma coisa lhe peço: Não deixe que alguém se sinta no direito de lhe bater e você gostar. Se gosta de sofrer, por qualquer motivo psicológico que deve tratar o mais rápido possível , prefira bater-se com uma parede, do que continuar a ser capacho de quem quer que seja. Todos somos iguais.
    Pense nisso a sério. Porque mais tarde, irá arrepender-se amargamente se o não fizer. E se houver um homem magnífico??? que a intimide com a sua pretensa superioridade, imagine-o na
    situação normal e humana de o ver a debater-se com as suas necessidades fisiológicas… Nada melhor para fortalecer o seu ego…
    Seja feliz , mas primeiro, marque a sua posição de mulher. Ate vai ser mais amada, acredite.
    Outra coisa: No meu ponto de vista, amor com chicote, ou seja, sexo com violencia, não é sexo, não é nada: é pura loucura, é pura distorção mental. Enquanto são novos, com tudo no sítio, é como o outro… Agora imagine-se , a ambos, tudo a sobrar para os lados, banhas, peles, rugas, e tudo o mais, em cenas eróticas de chicote… O espectáculo será de gritos… Aí, para onde vai o tal sexo radical? Pense nisso.

  12. Existe um diferença em “apimentar” uma relação e de expor-se a um risco como a Luciel. Não concordo e não quero para mim e acho caso de terapia e violência contra a mulher. Pessoalmente, tenho um amor há 10 anos e gosto que ele me bata na bundinha. No rosto, jamais.Nem de meu pai! já apanhei de cordas de uma mulher,numa transa mais intensa que me metí,mas, nada que oferecesse perigo a minha integridade física.

  13. eu apanho do meu padrasto 24 horas por dia..e não sinto prazer por isso…vc deve ser louca moça..apanhar é horrivel!!!

  14. PUXA! não sou espeicalista para dar explicações. Porém, antevejo uma situação de perigo que ela está passando e pode desandar num crime. Eu gosto de apanhar.Mas, não dessa maneira. Adoro palmadinhas na bunda,um surra de toalha, umas mordidas, alguns pingos de vela, pregadores nos seios. No rosto nada. E isso tudo com consenso e responsabilidade; Da forma dela, eu não topo de maneira alguma! Ana

  15. Enquanto li, fiquei o tempo todo imaginando que estava lendo o conto de uma louca. Afinal, apanhar como você apanhou e dizer que sente prazer nisso, só pode ser uma louca!

  16. voce e doente!va procurar tratamento.

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