POEMA de otilia martel/ Porto/Portugal

Sonho-te
Que sonhando-me
Sonhas-me,
Em teus braços,
Mil beijos
Sussurrados
Sonho-te
E sonhando-me
Amo-te
No rasgar da pele
Buscando
carícias longas
Entregando-me

Sonho-te
No abraço incontido
Corpo entregue
Vencido
Em noites de vendaval

E esse perfume errante
– seiva quente –
dá vida dá alento
Mesmo que não passando
De ilusão,
Que se desfaz em nada,
Tal qual nuvem
Em tarde de Verão.

Sonho-te
Que sonhando-me
Sonhas-me…

Amando-te…  

Uma resposta

  1. Muito agradecida por ter postado este meu poema. Sinceramente, só agora dei conta.
    Um abraço 😉

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