BRADO poema de nelson padrella

Quando a poesia for sonora

Poderemos ouvir cantar a aurora

Quando a poesia for calada

Ouviremos ai-de-mim, mais nada.

No coração da poesia a voz do povo

Alegre, feroz e verdadeira

E nesse âmago estará o novo

Nele o som da aurora e quem me queira.

Pois tudo cabe na poesia, tudo

As bandeiras do povo vão na frente

Depois, é caminhar sobre veludo

Na direção do amor de toda gente.

 

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