OLHO e a GRANDE NOITE ESTELAR poema de jairo pereira

saltos cegos do gênio no desconhecido
destreza de mágico os toques com as mãos
na argila da beira desse rio erigi transmundos
vias artérias labirintos de espelhos no vivido
criar e ser criado o meu vão ofício
linhas de pensar o impensado como flor-matriz
prodestras as guias acidentais no investido
tresandos crispagens espocos de fogos de artifício
fogos focos de luz concêntrica o olho mira
a grande noite estelar no dia
o olho a arma nuclear do fito atira
setas nos corpos dos astros de ditos
ou na flor-matriz ideológica recém-nascida
:vertente plúrima dos contraditos:

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