ESTRELA LEMINSKI – poema de*

Fodam-se as regras
de gramática e redação
Os acadêmicos não são deuses
pra decidir quem é bom ou não

Danem-se os verbos
e suas regras de conjugação
Esses se acham padres
capazes de dar sermão

A literatura é cristo,
um santo que estende a mão
Um poço de sabedoria,
sem limite para o perdão

Pregadores são os que escrevem
relatando o seu tormento
e fingem não ser seu o sofrimento

A poesia é anjo que chega e comunica
que ensina o amor novo
e apaga a chaga antiga

poema do livro CUPIDO: cuspido, escarrado

5 Respostas

  1. Agora entendo como a capacidade de esta mulher é tão limitada a aceitar os mimos de um boi que está todo minado por dentro. Nunca mais seja jurada de nenhum tipo de ato cultural. Você não é critica suficiente nem para avaliar Festival de Parintins, nem pra avaliar suas proprias musiquinhas de crianças. O boi Caprichoso não fica com a conciência suja, é você que ficará pelo resto da sua vida. Quase contribui a desabar uma cultura. Mas ainda bem que o azul se reergueu.

  2. Filho de Pelé não foi Pelé. Tentou até jogar no gol, não deu certo. Filho de Zico também Zico não foi. Felizmente se tocou e tirou seu time de campo. Ou melhor: tirou a si mesmo de campo. O filho de João Bosco, Francisco Bosco, que se aventura também na poesia e na letra de música, jamais será Aldir Blanc – seria querer muito. Mas Francisco é filho de João Bosco: quem carrega o violão, pode também carregar o filho. Filho é filho. Estrela Leminski, uma menina bonitinha – por fotografia – é filha de um gênio e de uma poeta, Alice Ruiz, que infelizmente, não é lá essas coisas – será a eterna ex-mulher de Leminski, apenas. Isto influi na carreira poeética da menina Estrela? Sim, influi – e muito. Escrevi esta tralha toda com o coração apertado. Sempre tive muita admiração por Leminski, não gostaria de escrever o que a honestidade me obriga. Este poema de Estrela Leminski, ainda que dedicado ao pai, é fraquíssimo. E não me refiro apenas às terríveis rimas em ão, que todos nós já usamos – e continuaremos a usá-las. Falo do geral. Não só deste, como de outros poemas de Estrela, cujo nome também é lindo, que li noutros sites e blog. Torço muito para que ela evolua. O poeta, como diz Paulo César Pinheiro, na letra de um dos seus sambas, não deve fazer dos seus os rivais. Lamento ter de dizer: a poesia de Estrela Leminski é fraquíssima. Esqueçam quem foi o pai. E leiam com os olhos da razão. Estarão sendo honestos com ela, Estrela.

    J.S.

  3. Também concordo acom vc Nety, aqui no Amazonas temos pessoas mais capacitadas para avaliar nossa maravilhosa cultura, mais infelizmente também é de nossa cultura importar “coisas” de outros estados, para nos avaliarem…infelizmente a estrela pensa ser uma poetisa cosmopolita, mas não passa de uma poetiza mamão com açucar, que faz musiquinhas infantis e assiti o bbb.

  4. Lendo esse poema entendi as notas baixíssimas que essa Estrela deu pro Caprichoso, em Parintins, quando foi jurada. Não tem talento nenhum,pudera amiga da Milena,ex bbb9.

  5. estendemento muito ruim

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