MARIA CALLAS poema de sergio bitencourt

 maria-callas-2.jpg

Dona Maria callas,

Como se vê tu não te calas,

Nem avivas o que ves. Talvez um engenheiro,

Seja o suficiente para colocares no bolso,

Tipo sem dúvida eficiente,

Que traz consigo uma vontade de engenhar,

Proezas,belezas e átinos.

 O que parece descontínuo,

É manteres no bolso,

Como num calabouço, um poeta

Tipo meio inconformado,

Em ficar neste estado,

E tu mesmo vais sentir,

Que sentir-se-a sufocado. 

Mas a surpresa e tão grande,

E inédita a situação,

Que é mesmo o poeta que engenha,

Deixar-se ser o engenheiro,

Só para ficar por inteiro,

No calabouço do bolso,

Do teu Coração.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: