POEMA (3) – de carolina correa

Refletindo ás cegas

Conclusões meramente concluídas.

Na palma da mão

Ao excessivo Deus dará,

Seguindo os passos de um ilusionista

Te supro.

Frases viajadas

Os pensamentos é que são reais.

Me consomem

Me inibem

Preguiçosas palavras contidas.

Visto a máscara

Alucinação pura

O físico prensado

A mente solta

Uma conversa á quatro

Me supro.

Nos bastamos.

a autora, 17 anos, faz parte do grupo de novos poetas do site.

Uma resposta

  1. Ler CAROLINA CORREA
    me fez lembrar de um dos principais acervos do Sigmund Freud – Psicopatologia dos Fatos Cotidianos.

    Isso porque, assim como aquele estudo, os poemas dela (guardadas as devidas distâncias, evitadas as comparações de todo inúteis, etc) refletem de modo clárido as assim chamadas “coisas simples” ou “maquinações diárias de copa-cama-cozinha” ou “filosofia sobre o ameno” ou, por fim, os poemas dela são um “livre exercício de inquietação”.

    Uma surpresa, uma beleza que aqui encontrei.
    Darlan

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