POEMA (I) de joanna andrade

Sobre vivo o voo com ventos fortes
Os olhos cheios de lagrimas salgadas
Flutuam tapetes coloridos em busca de Alladin
Cegos por alguns instantes
Corre o risco de ser roubada a vida bem embaixo do nariz
Sobe e desce súbito abre alas
Fecho éclair de creme branco com açúcar de confeiteiro
Num sonho recheado de prazeres
Querubins bisbilhotam com olhares curiosos e cabelos despenteados
A ilusão que transcende a tristeza
O quadro azul de Zephyr
A chuva de anis salpicando as violetas
As bicicletas coloridas rodando
Os homens o arco-íris e o pote de ouro
Sobre vivo o vôo com ventos fortes
Os olhos embaçados e a mente perdida
A verdade não vem para todos com a mesma intensidade da mentira
Asas imaginárias
Planos não atingidos
Sobre vivo o vôo com ventos fortes
Os olhos cansados e a chave de luz desligada
Sem Noel

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