PATIFES ILUSTRES X 22 MILHÕES por walmor marcelino

O fato e o fiat? Um programa de obras que opôs o governo à nação. A nação de todos os nacionais (exceto a elite política e as oligarquias brasileiras) representados por moradores do semi-árido nordestino (912 mil km2) e abrangendo (não albergando) 22 milhões de pessoas apoiadas em estudos científicos e técnicos, mais competentes e aptos (entre eles da Agência Nacional de Águas) do que Lula-Gedel, do que os “notáveis” da base aliada e do PT de Berzoini-Tatto e do que cada ente aplastronado do Supremo Tribunal Federal.Então, como um patife ilustre se instrui sobre assunto de tal natureza? Com a Agência Nacional de Águas (ANA), cientistas e técnicos independentes e lideranças sociais que não recebem do propinoduto? Ou com projeto econômico de governo e sócios, contra a sociedade nacional?

Quem indica, quem decide? Mais do que a credibilidade IBOPE de Luiz Inácio da Silva, do Lula nordestino ou do Lulu estadista, o capitalismo “social” desse novo gerente de marketing do sistema econopolítico propende os aristocratas deste país a creditar-lhe a bipolaridade da administração cabocla globalizada, de superávits primários e déficits secundários. Assim, Luiz Inácio sugere, induz, alicia a aristocracia judiciária àquilo que a plutocracia já convocara: equilibrar os poderes da República com o fazimento de coisas que não só dêem os lucros excedentes como civilizem essa bastarderia nacional.A feitoria: Para reajustar salários, vencimentos e estipêndios equalizando os poderes; para “aperfeiçoar” a Constituição Federal quando os negócios e os contratos discrepem do texto dessa “Cartilha nacional do cidadão”; para lapidar a convivência entre os produtores de bens e serviços e a turba famélica de modo a garantir os negócios; enfim, para sobrestar proteção e salvaguardas contra o poder e o arbítrio, lá está El Supremo, vulgarmente chamado Supremo Tribunal Federal ou, para os íntimos, o STF majestático.

Poderosos aristocratas e inclementes senhores, reunidos no Aerópago, determinaram o destino de 22 milhões de moradores do semi-árido nordestino, para satisfazer 2 mil/20 mil empresários/beneficiários da apropriação do regime de águas do Rio São Francisco. Tudo no conúbio do sestroso burguês Luiz Inácio Lula da Silva e seu capitalismo “social” (enquanto Brás é tesoureiro… ou nem o cavaleiro conduz a besta) associado ao latifúndio (ansioso de ser “mais” produtivo), sob os gedéis e bedéis especuladores das finanças e da política; e com a insigne adesão de todos os patifes ilustres.

Homem judicante com residência (modesta) de escassos 450 m2, com água potável, esgoto ejetável, luz esfuziante, aportes e lazeres (em águas termais), decidiu que ignotos viventes de inóspitos ingressarão nesse capitalismo pela pocilga do quintal, guiados por Lula, em “plantations” agronegociantes, que de sáfaras caatingas farão belas canaãs.

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