Arquivos Diários: 14 maio, 2008

A ARTE ESTÁ DE LUTO, MORREU MÁRIO SCHOEMBERGER

                  Aos 56 anos, morre o ator curitibano Mário Schoemberger.

 

                   foto de Jonathan Campos/Arquivo/Gazeta do Povo.

Com trabalhos em inúmeros filmes e peças de teatro, ele foi um dos representantes mais importantes de sua geração. Versátil, com currículo extenso e atuações na televisão, teatro e cinema. Mário Schoemberger, ator curitibano capaz de transitar com tranqüilidade entre papéis cômicos e trágicos, que já passava por problemas de saúde há mais de um ano, morreu nesta quarta-feira (14) aos 56 anos.

O velório está marcado para esta quarta-feira (14) às 23h, na Sala de Exposições do Teatro Guaíra (Praça Santos Andrade, s/n.º). O corpo do ator deixa o teatro às 16h desta quinta-feira, e segue para o Crematorium Metropolitan em São José dos Pinhais, onde será cremado.

Carreira longa no teatro, televisão e cinema

Em sua carreira de longos 37 anos, Schoemberger já passou pelos palcos do teatro, pela telinha da televisão e pelo cinema.

Alguns destaques dentro de seu vasto currículo no teatro, destacam-se a obra “Memória Póstumas de Brás Cubas”, com direção de Nauttíulio Portela, “Pinha, Pinhão, Pinheiro”, sob direção de Fátima Ortiz, “As Bruxas de Salém”, trabalho dirigido por Marcelo Marchioro, “A Casa do Terror”, de João Luiz Fiani e as mais recentes “Jantar Entre Amigos (Pequenos Terremotos)”, de Felipe Hirsch e “Três Versões da Vida”, com direção de Elias Andreatto.

Ele trabalhou também como diretor teatral em várias montagens como “O Processo”, com texto de Fátima Ortiz, “A Ceia dos Cardeais”, de Júlio Dantas e “Trancentina II”, de Enéas Lour.

No cinema, pode ser visto no curta “A Loura Fantasma” e no média-metragem “Vítimas da Vitória”, com direção de Berenice Mendes. Schoemberger também pode ser visto no filme “Trair e Coçar É Só Começar”, “O Cheiro do Ralo”, e também na comédia “Os Normais – O Filme”, no qual faz um oficial do navio.

Na televisão, seu trabalho pode ser visto em várias séries da TV Globo, como no seriado “Os Aspones”, “A Diarista” e “A Grande Família”. Ele já recebeu o Troféu Gralha Azul na categoria ator pela peça “Os Mistérios de Curitiba”, obra baseada no texto de Dalton Trevisan e pelo qual recebeu ótimas críticas, entre outros prêmios.

 

por Angela Antunes e Irinêo Netto.

fonte RPC.com

DARLAN CUNHA é PALAVREIRO DA HORA e vem da bela MINAS GERAIS

Nasci em Medina, MG. Moro em Belo Horizonte. Apraz-me aprender algo com a Psicanálise / Psicologia; atenho-me em apreender o que posso das Ciências Sociais (Sociologia, Antropologia e Etnologia). Tenho com a Literatura um enleio antigo (severo nas escolhas).

Escrevi os primeiros textos aos 30 anos. Arranho um violão, componho. Dos lugares em que toquei, do que me lembro com mais simpatia é Ouro Preto, num show feito há muitos anos, numa segundona, no mais antigo teatro das Américas, onde, naturalmente, “não se deixa qualquer um tocar = palavras ouropretanas… hehe). Devo isto ao meu falecido amigo engenheiro André Roelens. Show informal, coisa de estudantada. Uma beleza. Gente pelo ladrão, papo com Inconfidentes ressucistados, e por aí vai… hehe.
Em vias de publicar primeiro livro.
 
 
 
 

 

 

 

COLOQUEI MEU COLCHÃO NO SOL   

Vivo quase sempre cantando, mas, contráriamente àquele popular ditado, não consigo espantar meus males – pelo menos não todos. Sou físsil, e sei disso; incréu, e sei disso; devagar, e sei disso, mas o acre meneio das curvas caras ao minuto somente ao minuto, e o falso-sólido conceito de reta não vigem de graça ou impunes aqui neste elo não vencido em seu tempo de encantamento. Vivo em estreito conluio com o que de mim se afasta, mesmo se não retorna.

 

 

 

 

TRIPÉ

Mera partilha de abusos e ranços,
o dia desencaminha ardores maiores
do que o salto da pulga
atrás da orelha, hoje
e a partir de hoje, só mesmo a cal
como pertinaz tempero, sim, de enterrar
amores, viver.

 

os PALAVREIROS da HORA dão as boas vindas ao companheiro de viagem e batalhador das letras DARLAN CUNHA, que compreendeu a finalidade pública e solidária do PALAVRAS, TODAS PALAVRAS, de divulgar os “deserdados” do famoso “mercado editorial.”  mais um âncora, agora, da bela Minas Gerais. sê bem vindo DARLAN.

 

 

ALBERT EINSTEIN e a ARTE

Ser suficiente artista é ter capacidade de desenhar a imaginação. A imaginação é mais importante que o conhecimento. O conhecimento é limitado. A imaginação envolve ao mundo.