Arquivos Diários: 2 junho, 2008

BRASIL CORRE PERIGO! SÉRIO MUITO SÉRIO – pela editoria

De: Marcos Glück <marcosgluck@gmail.com>
Assunto: RORAIMA – a próxima guerra dos Americanos.
Para:
Data: Segunda-feira, 2 de Junho de 2008, 12:34

A PRÓXIMA GUERRA

Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou
recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em
Roraima.
Trata-se de um Brasil que a gente não conhece.

”As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil
um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a
fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.

Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até
pessoas com um mínimo de instrução.

Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra
falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10
pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense,
piauiense, maranhense e por aí vai.

Portanto falta uma identidade com a terra.
Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é
funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se
concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da
prefeitura é claro.

Se não for funcionário público a pessoa trabalha no comércio local ou
recebe ajuda de Programas do governo. Não existe indústria de qualquer
tipo.

Pouco mais de 70% do Território roraimense é demarcado como reserva
indígena, portanto restam apenas 30%, descontando-se os rios e as
terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a
localização das próprias cidades.

Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a
Manaus, cerca de 800 km) existe um trecho de aproximadamente 200 km
reserva indígena Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da
manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos
índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos
não sejam incomodados.

Detalhe:
Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos,
europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em
90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da
FUNAI.

Detalhe:
Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma
autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar.

A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês,
mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada
de algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou
inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara
de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e
catalogá-las, mas no final das contas pasme, se você quiser montar um
empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí
camu-camu etc., medicinais, ou componentes naturais para fabricação de
remédios, pode se preparar para pagar ‘royalties’ para empresas
japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos
típicos da Amazônia…

Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos:
E os americanos vão acabar tomando a Amazônia e em todas elas ouvi a
mesma resposta em palavras diferentes.

Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e
água na rodovia próximo de Mucajaí:

– ‘Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles
comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam.
Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que
fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde
iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa’.
A dona é bem informada não?

O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de
soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena.

O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os
povos indígenas.

Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base
militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa
parceria com o governo colombiano com o pseudo objetivos de combater o
narcotráfico.

Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe
chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada para
as Guianas e Venezuela.
Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for
americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente
diplomático)…

Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na
Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de
200 dólares.

Pergunto inocentemente às pessoas; porque os americanos querem tanto
proteger os índios.
A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras indígenas além
das riquezas animais e vegetais, da abundância de água são
extremamente ricas em ouro (encontram-se pepitas que chegam a ser
pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas
reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO.

Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de
socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao
presidente ou a alguma autoridade do sul que vá fazer alguma coisa.

É pessoal, saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá
diminuir de tamanho.

Um grande abraço a todos.

Será que podemos fazer alguma coisa???
Acho que sim.

Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique
sabendo desses absurdos.”

Mara Silvia Alexandre Costa Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.
Patog. FMRP – USP


Opinião pessoal:

Gostaria que você, especialmente que recebeu este e-mail, o repasse
para o maior número possível de pessoas.
Do meu ponto de vista seria interessante que o país inteiro ficasse
sabendo desta situação através dos telejornais antes que isso venha a
acontecer.

Afinal foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos que os europeus
lançaram o Euro, assim poderá se aproveitar esta situação de fraqueza
norte-americana (perdas na guerra do Iraque) para revelar isto ao
mundo afim de antecipar a próxima guerra.
Conto com sua participação, no envio deste e-mail.

Celso Luiz Borges de Oliveira Doutorando em Água e Solo FEAGRI/UNICAMP
Tel: (19) 3233-1840
Celular: (19) 9136-6472
E-mail´s: celso@ufba.br ; celso@agr.unicamp.br; celsoborges@gmail.com

nota do editor: quem quiser colaborar deve copiar e colar no email que irá enviar.

 

ARTE e CULTURA: EM BUSCA de NOVOS “ESQUELETOS”

Projeto “Com Fusão” reunirá artistas para rediscutir as possibilidades das apresentações musicais:

No paredão, os “insuspeitos” Carmen Jorge, André Abujamra, Gilson Fukushima, Rettamozo e Paulo Biscaia: o time de artistas que faz parte da primeira edição do projeto Com Fusão. foto sem crédito.

Desconstruir o conceito dos tradicionais shows da tradicional música popular. Esse é o nada modesto objetivo do projeto Com Fusão, fruto da inquietação do músico e ator Alexandre Nero e da produtora cultural Bina Zanette. A primeira edição começa hoje e segue até 13 de junho – outras duas edições já estão confirmadas (confira as datas e os convidados em quadro nesta página). Com Fusão vai reunir, em cada encontro, durante dez dias, músicos (um de Curitiba e um de fora da cidade) e outros artistas locais de variadas áreas para discutir, ou melhor, rediscutir as possibilidades de uma performance musical – sem a participação do público. No encerramento dos encontros, os artistas apresentam, a quem interessar possa, uma performance musical diferente de tudo o que se faz atualmente.

O primeiro encontro tem na lista de convidados os músicos André Abujamra (Ex-Os Mulheres Negras e Karnak), paulista radicado em Curitiba, e Gilson Fukushima (guitarrista do Grupo Fato), a coreógrafa e bailarina Carmen Jorge, o poeta-publicitário-faz-tudo Rettamozo e o diretor de teatro Paulo Biscaia. O curador e diretor-geral do projeto, Alexandre Nero, enfatiza o ineditismo da proposta. “Há projetos que unem artistas, mas não passam de encontros relâmpagos e superficiais, com resultados óbvios e extremamente chatos”, discursa Nero. Ele explica que no Com Fusão os convidados se reunirão, durante a temporada de dez dias, das 14 h às 18 horas, no Espaço 2, no centro da capital, e as discussões serão gravadas em vídeo, editadas e, posteriormente, disponibilizadas em DVDs em bibliotecas públicas como contrapartida social – o Com Fusão é um projeto contemplado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

Nero, também vocalista do Fato, faz questão de salientar que as discussões do Com Fusão devem ser mais interessantes do que a apresentação ao público. “Afinal, durante os encontros, os convidados terão tempo para discutir, e até mesmo brigar, em busca de novas possibilidades para apresentações musicais. Os artistas de outras áreas, além da música, terão muita importância nos debates, para sugerir soluções inusuais”, enfatiza. Nero reclama, insistentemente, que a música popular é a mais “atrasada” das artes. “No teatro, no cinema, na literatura e nas artes plásticas, faz tempo que romperam os ‘esqueletos’ padrões”, protesta. Ele diz não agüentar mais o que chama de “esqueleto” dos shows: os artistas sobem ao palco, tocam, fingem que saem, o público finge que acredita, os artistas retornam ao bis e o público finge que foi surpreendido. “Chega disso. É preciso reinventar as apresentações”, propõe.

E se, ao invés de ovação, aplausos e gritos de “parou por quê?”, o público do Teatro Paiol (onde acontecerão as apresentações finais de cada encontro) reagir, por exemplo, com ovos e vaias? Nero não se intimida. “A idéia é provocar as pessoas”. Ele garante que, depois dos dez dias de cada edição, bate-papos, elocubrações e ensaios, em vez de um show, pode até vir a ser apresentada uma “instalação musical”. E se alguém, um crítico feroz, disser que o resultado não passa de mais uma mostra do vazio da cultura contemporânea? “Não faz mal. Com Fusão tem a finalidade de ser uma perturbação musical”. Nero, a exemplo de seu homônimo romano, pretende, com o Com Fusão, tocar “fogo” na cidade, ou mais precisamente, nas concepções convencionais dos shows. Para que tudo seja reconstruído com esplendor. Alguém vai chamar os bombeiros?

 

Composição:

De músicos a atores. De diretores de teatro a multiartistas. Com Fusão tem de tudo:

 

1ª edição – de hoje a 13 de junho

André Abujamra

Gilson Fukushima

Carmen Jorge

Rettamozo

Paulo Biscaia

2ª edição – 4 a 14 de agosto

Antônio Saraiva

Maurício Vogue

Leprevost, o poeta

Itaercio Rocha

Sergio Albach

3ª Edição – 6 a 16 de outubro

Carlos Careqa

Claudinho Brasil

Nadia Naira

Rafael Camargo

Kátia Horn

 fonte: gazeta on-line. por Marcio Renato dos Santos.

o artista visual RETTAMOZO tem uma página neste site: https://palavrastodaspalavras.wordpress.com/rettamozo/