Arquivos Diários: 15 junho, 2008

CHINA é quem mais polui! pela editoria

Usinas termelétricas ineficientes a carvão tornarão a China o maior emissor de CO2 em 2009-2010

A estimativa é muito mais precisa do que a previsão anterior da AIE, de novembro passado, alertando que na tendência atual a China iria superar os Estados Unidos antes de 2010.

‘Neste ano ou no próximo’, disse Birol à Reuters ao responder a pergunta sobre quando a China vai superar os EUA.

A AIE é conselheira para questões de energia de 26 países desenvolvidos e Birol é responsável pelo relatório anual da entidade sobre o setor (World Energy Outlook).

O fato de liderar o ranking dos maiores emissores de carbono poderá pressionar Pequim a ser mais ativa na questão da mudança climática.

Dados recentes mostram que a China está construindo usinas termelétricas alimentadas com carvão à média de 1 a cada 4 dias, disse John Ashton, funcionário de alto escalão do Ministério de Relações Exteriores britânico.

A energia gerada por fontes fósseis, como o carvão, é um dos fatores que aumentam o efeito estufa.

O governo chinês tem a difícil missão de ajustar um crescimento de 10 por cento ao ano com preocupações ambientais e necessidades de aumento de energia.

Birol afirmou que o rápido crescimento da China coloca em suspenso os esforços do Ocidente em combater as mudanças climáticas.

‘O que fazemos na Europa é feito com boas intenções, uma coisa ética, mas se você coloca essas ações em termos de números seu impacto é muito limitado’, disse Birol.

A China, por ser um país em desenvolvimento, ficou de fora da lista de países que se comprometeram no Protocolo de Kyoto a reduzirem as emissões de gases causadores do efeito estufa, assim como outros países emergentes.

Os EUA possuem uma meta de redução, mas se recusaram a assinar o protocolo, que já está em vigor.

Há pressão dos países desenvolvidos para que as nações em desenvolvimento como a China, a Índia e o Brasil participem com metas de redução de emissões da próxima rodada de metas, ainda em discussão.

KONPLIKASÃO ORTOGRÁFICA – por eno teodoro wanke

Ningén ignora, todos senten na pele: a ortografia do Brazil está muito konplikada atualmente. Ningén konsege aprendê-la por konpleto. E os ke aprenden kon serta dezenvoltura fikan uzando iso para demonstrar status e sabedoria – mas kuando akaba, terminan senpre por nesesitar de ir ao disionário de vez em kuando para tirar dúvidas ortográfikas. Mesmo profisionais da palavra kalejados, komo os revizores, tên o disionário komo instrumento de trabalho.

Perdemos uma longa parte de nosso tenpo e de nosas enerjias eskolares estudando ke tal ou kual palavra se esckreve kon “x“ e não kon “z“, kon “ss“ e não kon “c”, kon “j” e não kon “g”. E -pior- akabamos não aprendendo nunka. Uma konplikasão!

Tudo iso por ke? Tudo devido a uma tal “ortografia etimolójika” ke andava en moda na Fransa do fin do sékulo 19- e ke os portugezes adotaran ao fazer sua reforma ortográfica em 1911. A mesma ortografia ke, kon pekenas modifikasões, foi adotada pelo Brazil em 1945 e uzamos oje.

A etimolojia, todos saben, ningén duvida, é uma siênsia muito interesante, fasinante mesmo, ke estuda a istória e a origem das palavras. Mas não konfundamos as koizas. A orotografia etimolójika não estuda koiza nenhuma, apenas atrapalha o estudo. Ou seja: etimolojia é uma siênsia, ortografia etimolójica não.

Porke ortografia kualker ke ela seja – é senpre e apenas uma konvensão, a maneira konvensional de se pasar do kódigo falado ao kódigo eskrito da língua. Deve ser o mais sinples e direto posível.

Kon efeito -pergunto eu- por ke diabos deverian as palavras fikar demonstrando de onde vieran kada vez ke são eskritas? Ke “mesa” se eskreva kon “s” (embora se pronunsie “z”) porke vem do latin “mensan”.

E ke, ao kontrário, “razão” (kujo “z” pronunsiamos igual ao “s” de “mesa” se eskreve kon “z” porke vem do latin “rationen”_e se konvensionou (veja bem: se konvensionou!) ke o ke en latin se eskrevia kon “t” deve em portugês ser eskrito kon “z” …E asin por diante em milhares de palavras.

(Afinal, kuando falamos, não presizamos demonstrar a orijen de palavra nenhuma no son da fala…)

E o pior ainda não é isso. Animados kon sua pretensa siênsia, os pretensos sientistas da língua inventaran etimolojias! Estabeleseran, por ezenplo, ke kuando uma palavra ven de línguas nativas de negros afrikanos ou índios brazileiros, o son “j” é eskrito kon “j” mesmo e não kon “g”: “jiló”, “canjica”. Mas akontese, ke não é só a origem ke konta. A istória da palavra tanbén! Asin, a palavra “girafa”, ke é de origem afrikana, e deveria, pela própia konvensão dos “sientistas ortográfikos” ser eskrita “jirafa” não é, porke antes de vir para o portugês, pasou pelo italiano “girafa”!

Iso é sério? Isso é sientífico?

Siênsia não é brincadeira, jente! Siênsia é para sinplifikar, e não para konplikar! Se os sientistas de verdade fosen konplikados komo eses tais “siêntistas ortográfikos”, jamais o omen teria seker inventado a roda, kuanto mais pizado na Lua !

Ainda ben ke eziste a proposta fonétika kujo lema é a biunivosidade entre letras e sons: “Os mesmos sons as mesmas letras; as mesmas letras os mesmos sons”. Tudo aplikado sobre uma língua padrão média do falar dos brazileiros.

Sonho inposível? Utopia? Não.

Os de língua alemã tên ortografia fonética perfeita, bazeada na língua padrão kuja origem foi a tradusão feita por Lutero da Bíblia: o hochdeutsch. Os xinezes bazearam a fonetizasão de sua eskrita no mandarin falado em Pekin. E línguas bem prósimas à nosa, komo o kasteliano e o italiano, são línguas fonétikas.

Por ke não deskonplikarmos tanbén nós, a nosa eskrita?

Regra únika – “Kada letra só tem un son e vise-versa”