A CENTRAL DE GOLPES por walmor marcellino

Há só três pontos de vista sobre os acontecimentos no mundo: 1) o da liberdade, do progresso econômico-social-político e autodeterminação dos povos, 2) o do capitalismo-imperialismo, com sua dominação política e produção-destrutiva dos recursos e bens naturais, e 3) o de Vargas Lhosa, Arthur Virgílio-Fernando‑Henrique Cardoso‑Roberto Freire e outros imbecis de vários matizes. Essa redução aqui da espécie humana a simples paradigmas, entretanto, soará sectária ou “radical”, porém não há outra forma de exposição sucinta de temas mais complexos sobre os quais a Rede de Intrigas CNN‑Globo (et caterva) ensinam o gentio e os idiotas a pensar ciberneticamente.
Para quem pensa que vou fazer algum ensaio, desilusão. Cito apenas o jornal “El País” (de “centro-direita”) na sua edição de “viernes, 4 de julho de 2008), que mancheteia: “A operação Jaque começou em janeiro”, e subtitula: “Um grupo de coronéis treinados em Israel e Estados Unidos desenhou o plano de resgate”. Agora, vocês podem ler e escolher uma das informações (que se interpenetram): a minha já passada a vocês pela internet tachada de marxista delirante e a do jornal, que goza de um conceito de “independente”.
A CIA, a DEA, o Moussade (Israel) e até o M-16 foram os autores, os três primeiros planejando a ação-corrupção de resgate e o outro sócio-“informado” como aliado na grande cruzada da Internacional Negra. Claro que era preciso ter projetos táticos aperfeiçoados: nas práticas da CIA e de seus paramilitares colombianos, nos infiltrados na guerrrilha e sua caixinha de “até 100 milhões de dollares” para este caso no aliciamento dos “voluntários”, nos “narcocorrompidos” e no “pay-cash” dos “amigos dirigentes colombianos”. O ensaio do Equador não servira de advertência para os governos da região, de que se trata de um planillo dentro do grande plano estratégico: o governo satélite Uribe como relembrança de que as canhoneiras farão “a sombra política” da determinação imperialista da renascida “Doutrina Monroe”: o México neocolonizado vai infiltrar-se nos demais convidados “G” (China, Índia, Brasil, África do Sul e México) no G-8; a Colômbia vai sinalizando o modelo de cooperação neocolonial-neoliberal, juntamente com o Chile, o Peru e o vacilante Uruguai.
Bem, voltemos: as ações da CIA (como exemplo, nos genocídios políticos praticados pelos militares tipo Castelo Branco-Costa e Silva-Medici-João Figeiredo-Pinochet-Vidella-et fezes) são sabidas embora pouco conhecidas; a canalha oligárquica, institucional e burocrático-militar em nossos países é vista por nós com “seriedade democrática”, as campanhas contra “o narcotráfico” orientadas pela DEA e CIA recebem apoio de todos os idiotas e corruptos: moralistas, políticos e juristas, como pretexto para asfixiar as classes “desobedientes”; o Mossade se associou ao gangsterismo político globalizado para garantir-se “as informações de dentro” da internacional negra do imperialismo e manter o apoio das forças repressivas internacionais; atua em toda parte como “serial killer” bem treinado em matar árabes e palestinos. Continuamos bem.

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