BRINDE poema de stéphane mallarmé


Nada, esta espuma, virgem verso
A não designar mais que a copa;
Ao longe se afoga uma tropa
De sereias vária ao inverso.

Navegamos, ó meus fraternos
Amigos, eu já sobre a popa
Vós a proa em pompa que topa
A onda de raios e de invernos;

Uma embriaguez me faz arauto,
Sem medo ao jogo do mar alto,
Para erguer, de pé, este brinde

Solitude, recife, estrela
A não importa o que há no fim de
um branco afã de nossa vela.

Tradução de Guilherme de Almeida

o poeta.

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14 Respostas

  1. Daí venho ver os comentários pra tentar achar comentários bons e uteis; encontro várias crianças xingando entre sí e se auto envergonhando…
    KKKKKKKKKKKKKKKKKJ EU TO RINDO ASSUMO

  2. meu pau pra vcs todos seus lixos #temermelhorquedilma kkkkkkkkkkkk

  3. Chupa uma buceta ninguem vai né

  4. vai toma no cu todo mundo ai i sua mãe e uma gostosa vo come ela #paunatesta

    1. sua mae é minha aqla vadia vo taca o peru nela #perunatesta

  5. mtobom o poema mais pra ajuda mais, e ficaria ate mais interesante se vc explicasse o poema.

    1. bom e meu ovo esquerdo cheio de leite vem mama #ovona testa

  6. adoreii o poema muitoo criativoo.

  7. o que o poema diz!

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