INEFÁVEL poema de cruz e souza

Nada há que me domine e que me vença  
Quando a minha alma mudamente acorda…  
Ela rebenta em flor, ela transborda  
Nos alvoroços da emoção imensa. 

Sou como um Réu de celestial sentença,  
Condenado do Amor, que se recorda  
Do Amor e sempre no Silêncio borda  
De estrelas todo o céu em que erra e pensa. 

Claros, meus olhos tornam-se mais claros 
E tudo vejo dos encantos raros  
E de outras mais serenas madrugadas! 

Todas as vozes que procuro e chamo  
Ouço-as dentro de mim porque eu as amo  
Na minha alma volteando arrebatadas 

Uma resposta

  1. Adorei este poema deste poeta que aprendi a gostar, quando pela minha passagen por Santa Catarina em 1995

    Beijos

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: