SOLIDÃO poema de otto nul

 

Estou só

Sempre só

Solidão que insiste

Que resiste

 

De tal modo só

Nada mais existe

Tomo assim pos-

Se de mim

 

Pouco mais desejo

Que ser apenas eu

Comigo num so-

Lilóquio sem fim

 

Que bom ser assim

Nessa fala infinda

Tudo vem de mim

Embora só ainda.

 

 

        x x x

 

(abril/09 – Otto Nul)

 

 

 


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