NOSTALGIA prosa poética de vera lúcia kalaari / Portugal

 Escondida na minha choupana, nos caminhos que serpenteiam na verdura da minha

 

montanha/paraiso, onde a saudação dos pássaros me anunciava a hora de começar

 

o dia…

 

   Perdida na tranquilidade da natureza, onde o tocar do tambor consolava pelo exces-

 

so de paz, nesse sorridente, belo e doce vale, entre os companheiros meigos e mudos da

 

minha silenciosa solidão: o meu cão e as minhas filhas miudas.

 

   A realidade do quotidiano (a minha realidade) não conhecia nada, além do bom senso que me

 

era  legado por esse Deus, que eu alcançava, interpretando-o como fogo, chuva, trovão, ou

 

mesmo sol, mas com o Qual eu vivia em harmonia.

 

   Fosse esta uma interpretação bárbara, era esse o meu Credo, era essa a minha vida.

Uma resposta

  1. Bem legal, o texto, bucólico e medieval, nossa até rimou!

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