Arquivos Diários: 25 maio, 2009

A CURA DO CÂNCER pela ALOE VERA (babosa) indicada pelo Frei Romano Zago

não é da linha editorial doPALAVRAS, TODAS PALAVRASeste tipo de publicação, entretanto, como postamos um convite, em abril de 2008, da revista BEM PÚBLICO para uma palestra do frei romano zago em curitiba, desde então são milhares de emails de pessoas solicitando como entrar em contato com o frei e a sua receita. como se trata de uma doença, até então, incurável e que traz muito sofrimento físico e psíquico para quem a porta, estamos em nome de uma colaboração sem fins lucrativos e com o intuito de levar a esperança a todos que nos enviaram email e aos portadores, publicando a receita, alertando que não nos responsabilizamos com o fármaco e seus resultados. é nosso desejo, sincero, que as esperanças se realizem.

O EDITOR.

A receita do Frei Romano Zago

Ingredientes:
– Folhas grandes de babosa com pelo menos 5 anos de idade As folhas devem medir um metro se colocadas em fila indiana. Este é o ingrediente ativo da receita.
– 50 ml de bebida destilada (cachaça, vodka, whisky, conhaque, etc)
– 1 / 2 quilo de puro mel de abelhas
– 1 garrafa de vidro escuro com capacidade para um litro (para armazenar)

Antes de Preparar
Colher a babosa no escuro, após 5 dias sem chuva. Não colher com orvalho. Preparar no escuro e logo depois de colhida. Depois de feito o remédio, guardar em vidro escuro na geladeira. Tomar o remédio no escuro. O motivo de se evitar a claridade é que na babosa a substância que age contra o câncer perde seu efeito ao entrar em contato com a luz.

Como Preparar:
Tire os espinhos das folhas de babosa e limpe-as com um pano úmido em álcool. Corte-as e coloque no liqüidificador juntamente com a bebida destilada e o mel.

Como tomar:
Para curar o câncer – tomar duas colheres de sopa três vezes ao dia, durante 10 dias; parar por 10 dias e tomar mais 10 dias, assim sucessivamente até se obter a cura total.
Observação: a cura do câncer será obtida com êxito quando ele estiver na fase inicial, pois quanto mais velho, mais difícil será a cura.

Contra-indicações:
O Dicionário das Plantas Úteis do Brasil, obra do botânico Pio Corrêa, editado pelo Ministério da Agricultura, diz que a babosa é contra-indicada durante a gravidez, para pessoas com propensão a hemorragias, para aquelas com menstruação excessiva ou com debilidades da bexiga. Tais limitações são decorrentes da grande ativação renal resultante do amplo espectro depurativo do remédio, ao filtrar milimetricamente o sangue. (Fonte – Frei Romano Zago)

ONDE ENCONTRAR O PRODUTO PRONTO:

EM PORTUGAL:

Colégio dos Franciscanos, Largo da Luz, nº 11, Lisboa.
9h/13h – 15h/17h
e sabados também.

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NO BRASIL:

Av. Presidente Franklin Roosevelt, 1241 loja 3

Porto Alegre/RS – CEP: 90230-002

BRASIL

Fone/Fax:  xx 51 3395.3569

Email: proaloe@proaloe.com.br

S.A.C: xx.51. 3395.1978

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O primeiro caso de cura registrado por frei Romano Zago foi o de um homem com câncer de próstata, já em fase terminal, segundo os médicos. “Tão desesperador era seu caso que os filhos já haviam providenciado os papéis assinados para evitar o inventário dos bens”, conta o frei.

O cidadão freqüentava a paróquia dos franciscanos, razão pela qual frei Zago foi chamado para ministrar os sacramentos da igreja para quem está à beira da morte.

Além dos sacramentos, o frei deu-lhe também o remédio. “Hoje o homem está com mais de 80 anos de idade, completamente curado”, conta emocionado o frei. Geraldito, um garoto argentino de cinco anos, chegou à Espanha acompanhado dos pais e do irmão na esperança de encontrar no transplante de medula a cura para o seu mal: a leucemia. A cirurgia não funcionou; a doença voltou. Desenganados pelos médicos espanhóis e abandonados ao destino, acabaram na Terra Santa, em busca de um milagre. Em Belém, na Gruta da Natividade, enquanto derramavam lágrimas, encontraram um padre que os aconselhou a procurar o “frade brasileiro”, no Convento da Natividade, ali mesmo em Belém. O frade era frei Romano Zago, a serviço da Congregação Franciscana na terra de Jesus Cristo.

O BEIJO pela jorn. niara de oliveira

 

 

foto de alfred eisenstaedt.

foto de alfred eisenstaedt.

 

A fotografia intitulada “O Beijo” foi tirada na Times Square, no dia 14 de agosto de 1945, por Alfred Eisenstaedt. Nesse dia, os americanos saíram às ruas para comemorar o fim da Segunda Guerra Mundial. “No Dia da Vitória, eu vi um marinheiro que vinha agarrando todas as moças que encontrava. Eu saí correndo junto a ele com minha Leica, olhando para trás por cima de meu ombro. Então, de repente, vi alguma coisa branca sendo agarrada. Girei em torno e cliquei o momento em que o marinheiro beijava a enfermeira”, declarou Alfred Eisenstaedt.

A enfermeira foi identificada como Edith Shain. Em 1980, com 62 anos, ela enviou uma carta ao Eisenstaedt, dizendo: “Nunca assumi publicamente porque podia colocar-me numa posição pouco digna. Mas agora os tempos mudaram”, escreveu Edith.

A revista Life tentou identificar o marinheiro, mas não foi possível, já que se apresentaram 11 candidatos e todos poderiam estar falando a verdade, pois naquele dia vários marinheiros festejaram beijando garotas que encontravam pela frente. Recentemente um teste de biometria realizado por Lois Gibson, especialista forense que desvendou mais de cem crimes, revelou que o homem da foto é Glenn McDuffie. Glenn, que tinha medo de morrer antes de ter sua identidade confirmada, conta que esperava o metrô quando ouviu a notícia do fim da guerra: “Fiquei tão feliz que saí para a rua, quando vi a enfermeira, corri para ela e beijei-a”, declarou. Eles não trocaram palavra. Existe outra foto, do mesmo beijo, feita pelo fotógrafo Victor Jorgensen, de ângulo diferente, e identificada pelo mesmo título.

O FOTÓGRAFO
Alfred Eisenstaedt, natural da Prússia e naturalizado norte-americano, sobreviveu a um ataque na Primeira Guerra que lhe afetou as pernas. Foi freelancer da Associated Press, registrou em 1933 o encontro de Hitler e Mussolini na Itália, participou da formação inicial da revista americana Life, registrou os efeitos da bomba atômica no Japão e fotografou personalidades como Winston Churchill, Marlene Dietrich, Ernest Hemingway, JFK e Sophia Loren. Faleceu em Nova Iorque em 1995, aos 96 anos.

A EMPRESA IGREJA por josé dagostim

Homologo os vence(dores), mas as dores reprimidas acordarão os vencidos…

 

O capitalismo e sua criatividade. Impressiona como alguns empresários se utilizam da arte de dominar usando da religião e até mesmo dos textos bíblicos como forma de propaganda. Mas isto no mundo do capital não é novidade, todas as armas são válidas, inclusive as falaciosas analogias. O que realmente inquieta é a fachada ética que permeia está categoria de empresários, usam e abusam do discurso piedoso, mas no âmago um espiral arenoso sombreia o espectro. Será que ainda estão presos no deserto atormentados por demônios?…

 

Assédio moral, demissões arbitrárias, intimidações e acidentes de trabalho correm soltos. Uma pequena caminhada pela trilha dos tribunais trabalhistas bastaria para destronar a realeza empresarial. As mídias empresariais, com suas colunas sociais estampam o disfarce, cenário de um teatro marcado por vítimas de uma sociedade ilusória.

 

A verborragia religiosa utilizada é a manigância do ego para manter “adormecida” a sombra da anomalia. Duvido que estas corporaturas durmam bem, desconfio de seus assessores espirituais e dos cientistas do comportamento, pois são co-réus de atos bárbaros da “nova civilização” empreendedora.

 

O progresso caminha no mesmo estilo das instituições religiosas, principalmente quando o pragmatismo religioso fundamentou a primeira pedra e distendeu nas sombras o coração. Uma trilha de isenções facilita a vida tributária do templo, enquanto isso, os trabalhadores, a qualquer custo, são impelidos a doarem o corpo e a alma ao progresso empresarial.

EL SUEÑO AMERICANO, SIESTA O PESADILLA por eduardo gonzalez viaña/Espanha

Lo llamaban el sueño americano. En medio de la crisis, tiene otros nombres. Unos dicen que  sólo se trata de una siesta. Otros creen que es una pesadilla y que será permanente.

 

A través de los tiempos,  ese sueño ha sido la creencia de que en Estados Unidos todo es posible para quien se atreva a soñar y a trabajar con empeño.

 

Creer que la riqueza y la felicidad son inagotables es la primera característica del sueño americano, y acaso la más peligrosa.

 

En los años recientes, esa suposición hizo que los estadounidenses se endeudaran por encima de sus niveles de riesgo y que los bancos reventaran la burbuja de la especulación. Los resultados son conocidos por todos.

 

Es importante, eso sí entender, que no sólo los bancos se propusieron hacer que la gente se empeñara hasta la camisa sino que la propia gente estaba loca por empeñarla.

 

Pagar con la chequera, y no con la tarjeta, era condenarse a no ser considerado sujeto de crédito. Tratar de cancelar cuanto antes la hipoteca era visto por algunos como una actividad idiota, si no sospechosa y, presumiblemente, “antiamericana” 

 

Empujados por el sentimiento de seguridad inagotable y por la creencia en el pleno empleo, los más han ignorado en este país el ahorro. La gente compraba a plazos sin averiguar cuál era el interés efectivo sino más bien el número de plazos, que las más de las veces excedía los meses y años de su propia vida.

 

Ahora, se comprueba que la superabundancia nunca existió, y que sólo se estaba pagando a plazos el desastre. El mito, sin embargo, se expresaba en gigantescos vehículos militares para algún solitario pretencioso, colosales dispendios de energía para una familia mínima, la compra cada cierto tiempo de una laptop, un teléfono móvil o un i-pod diferente, el consumo de raciones de comida para gigantes y la fábrica de niños obesos. En Londres, Madrid o Roma, todavía la gente seca su ropa al calor del sol. En los Estados Unidos, el apartamento más económico se vende o se arrienda equipado con cocina, dishwasher, refrigeradora, microondas, cable, lavadora y secadora.

 

Lo terrible es que todo ese dispendio llegó acompañado por el olvido absoluto de los valores que hicieron el sueño americano de los pioneros, la renuncia a  la filosofía de los fundadores de la libertad y el desprecio cínico por las creencias de las parejas que conducían un buey, una carreta y cuatro chiquillos hacia el Lejano Oeste. La tierra de la ingenuidad, de la integridad y de la ética no lo fue más. Esos bienes fueron suplidos por la avidez, el egoísmo, el capitalismo feroz, el insaciable hedonismo y la ignorancia más insoportable.

 

En un país, donde todo está en venta, hasta la cultura fue “marqueteada”. En las universidades se inventaron los créditos para objetivar el conocimiento, parcelarlo y venderlo en las raciones absolutamente necesarias para entrar cuanto antes al carnicero mercado del trabajo. Los jóvenes que llegan a la universidad suelen ignorar cuándo se independizó este país y qué potencias pelearon en la Segunda Guerra Mundial, y continúan sin saberlo al salir si no les son imprescindibles algunos créditos de historia.

 

La bandera de libertad empuñada en los combates del Pacífico o en las playas de Normandía fue abandonada en todas las guerras posteriores. Ese principio constitucional sólo sirve ahora para defender con ardor frenético a los que venden armas y para canonizar como buenos americanos a quienes las compran y salen el fin de semana a mutilar venados. Sirve también para olvidar a los paranoicos que compran miras telescópicas y apuntan con cuidado a sus futuros blancos en la escuela de la esquina.

 

Una información de la Pfizer dice que las compras de Lipitor se han reducido muy significativamente en los Estados Unidos. Si consideramos que abandonar el reductor de colesterol puede tener consecuencias fatales, eso significa que hemos tocado fondo.

 

Por fortuna, en las últimas elecciones no se ha producido solamente una alternancia de administradores. El nuevo gobierno proclama que un cambio radical es imprescindible, y a pocos meses de iniciar su trabajo, tanto el presidente Obama como una mayoría abrumadora de la población proclaman que el único camino a tomar es el camino de vuelta a los principios que sustentaron  siempre el sueño americano.

 

Quienes defendemos a los inmigrantes creemos que el cambio pasa por darles legalidad. Eso no es tan sólo rentable para el fisco e indispensable para el exhausto Seguro Social, sino que las comunidades hispanas serán un ejemplo de los principios que aquí se olvidaron cuando se convirtió la familia en una sociedad mercantil.

El cambio pasa por la gratuidad de la educación, la generalización de los servicios de salud y la extirpación de la miseria.  .

Para que el sueño americano no sea ya una pesadilla, hay que gobernar desde la política y la filosofía, y no desde la economía. Hay que denunciar la deificación del capital, un becerro de oro ante el cual se ha vuelto a los sacrificios humanos. Hay que mundializar la utopía dentro de un proyecto global. Hay que recuperar la dimensión ética de la aventura humana. Hay que dejar de leer los índices del mercado y volver a las páginas del viejo Aristóteles, quien sostenía que no tiene sentido ningún invento humano ni acto alguno de gobierno, si no viene ligado al objetivo imprescindible del bien común. Y todo eso significa que habrá que volver a soñar.

POEMÁTICA – poema de josé luiz gaspar

Ao inventor do quadrado de quatro pontas

José Luiz Gaspar

Xamãs tupiniquins alvoroçados

‑ cada qual com seu fado ‑

vão denotando como que se faz

‑ um pouco na frente, outro atrás ‑

espetar pelo ramos as rosas

‑ galhofando-as nas glosas ‑

de raspar seu lápis na lousa

‑ para extrair enfim outra coisa.

 

Apenas um som não faz sentido

seu sentido é que procura o som.

como criança brinca de bandido

enquanto o ególatra tasca seu tom.

 

Todas palavras gozam à ideofrenia

arritimando-se pelos batecuns,

sempre desiguais como um +um.

O coração despulsa nessa sangria

ensandecido numa feroz dislalia

em que coaxaria refaz sua cultura.

Aí, a bilurribina exsuda acumputura;

a pele triscada, um calor à mente

e no verbo um som intermitente:

Batecum! Batecum, mais um.