Arquivos Diários: 28 maio, 2009

“FLORIANÓPOLIS, BRASIL, É UMA DAS 44 CIDADES PARA VISITAR EM 2009” -The New York Times- por paulo monteiro

Ponte Hercílio Luz que une a Ilha de Santa Catarina ao continente.  

 

 

Ponte Hercílio Luz que une a Ilha de Santa Catarina ao continente.

 

 

O renomado New York times elegeu Florianópolis como um dos 44 destinos turísticos a serem visitados em 2009; é o único destino selecionado em toda a América do Sul!…
A exuberância das belezas naturais, a qualidade de vida e todas as demais peculiaridades da Ilha da Magia estão conquistando o Mundo!

 

Vamos até a praia de Matadeiro:

 

atravessando uma ponte.

atravessando uma ponte.

 

Agora que o Verão cedeu espaço às primeiras friagens do Outono no hemisfério sul, torna-se imprescindível homenagear a praia desta estação em Floripa: Matadeiro!
Localizada no sul da ilha da magia, bem menos urbanizado e afamado do que seu congênere do norte, Matadeiro, ainda uma praia de nativos – mas, não se iluda: não existem mais praias desertas e perdidas no mapa na ilha (talvez só a imensa e inóspita Moçambique, mas aí o papo é outro!) –, mas hoje redescoberta pelos “socialites” florianopolitanos, só é acessível por uma relativamente curta trilha de pedra que se inicia depois de deixar o carro estacionado no centrinho da praia da Armação e que vai serpenteando morro acima, com direito a passagens no meio das rochas e a uma ponte de pedra que cruza um bucólico riacho, onde, se der sorte, você poderá banhar-se junto com alguns amiguinhos como os “brincalhões” da foto!

 

 

enseadas na trilha pa Matadeiros.

enseadas na trilha para Matadeiro.

 

 

na trilha para Matadeiro.

na trilha para Matadeiro.

 

Se ficou assustado (a) com a trilha de acesso, fique tranquilo: não é trilha apenas para eco-turistas e andarilhos profissionais; com um mínimo de esforço, ser-lhe-à possível transpor o trajeto que o (a) levará até à praia e você certamente será largamente recompensado pelo esforço dispendido.
Antes de chegar à praia de Matadeiro propriamente dita, você ainda terá a oportunidade de passar por deslumbrantes enseadas de águas transparentes que formam paradisíacas piscinas naturais, onde, se os deuses disserem amém (acredite….para mim eles disseram!), poderá banhar-se inteiramente solitário num romance orgiático e luxurioso com seu grande e maior amor: você mesmo (a) !…..

 

 

piscinas naturais no caminho.

piscinas naturais no caminho.

 

 

no caminho...ÊXTASE!

no caminho...ÊXTASE!

 

Muitas fotos e encantamentos depois você estará finalmente em Matadeiro; linda e acolhedora, ela ainda guarda um quê de paraíso perdido que se revela na estrutura rudimentar dos bares de atendimento e nas pouquíssimas casa de veraneio que a circundam; mas não desanime: a cerveja é estupidamente gelada, as doses de caipirinha são generosas e os peixes e frutos do mar, embora preparados de forma simples e trivial, são saborosos e tentadores, como aliás em quase toda a ilha, e darão o toque final a um dia inesquecível numa das praias mais belas (sem favor algum!) deste nosso riquíssimo e exuberante litoral verde-e-amarelo!

 

 

MATADEIRO...enfim! paradísíaco...

MATADEIRO...enfim! paradísíaco...

 

 

Paulo Monteiro, o autor da matéria, em MATADEIRO é claro!

Paulo Monteiro, o autor da matéria, em MATADEIRO é claro!

 

paulo monteiro, que é um amazonense, hoje morando na praia dos Ingleses, na mesma ilha, nos mostra uma “pequena” parte da ILHA DE SANTA CATARINA, em Florianópolis, lugar de onde sai o PALAVRAS, TODAS PALAVRAS para mundo!

A REVOLUÇÃO DIGITAL, DEZ ANOS DEPOIS DE MATRIX por joão luis de almeida machado

Como em todas as grandes revoluções pelas quais passou a humanidade, a Era Digital também tem seus marcos culturais, materiais, humanos. Se na Inglaterra dos primeiros tempos da industrialização o grande invento era a máquina a vapor, fator tecnológico decisivo para a implantação de um sistema de trabalho ininterrupto nas fábricas, a Era Digital se sedimentou com o advento da Internet, a rede mundial de computadores.

 

Se a Independência dos Estados Unidos, que influenciou os passos políticos de praticamente todas as demais nações do continente na luta contra metrópoles europeias, teve líderes marcantes como George Washington e Thomas Jefferson, a Revolução Digital firmou no horizonte o espaço virtual colaborativo a partir de trabalhos como a Wikipédia, criada por Jimmy Wales ou os Blogs, celebrizados a partir da maior plataforma de criação desses instrumentos, o Blogger, idealizado por Evan Williams.

 

Se na Revolução Francesa, por exemplo, falávamos dos pensadores iluministas e de suas obras – Rousseau, Montesquieu, Diderot e D¹Alembert -, hoje nos lembramos de Larry e Andy Wachowski, criadores de Matrix. Se ainda no contexto revolucionário francês podemos nos lembrar das manifestações populares, das disputas entre a burguesia e os sans-cullottes, por sua vez podemos destacar o ciberativismo do século XXI, com suas manifestações globais a partir da rede, em prol do meio ambiente e de tantas lutas legítimas.

 

A Era Digital foi modificando as bases de funcionamento da economia. Foram estabelecidas condições para que tudo funcionasse de forma conectada, globalizada e alheia a qualquer impedimento espacial ou temporal. Os investidores financeiros operam de olho em monitores que lhes permitem acompanhar o fechamento dos negócios em Wall Street (Nova Iorque) – Dow Jones ou Nasdaq – enquanto ao mesmo tempo acompanham os rumos da Bovespa (SP), os dados de Tóquio ou ainda os mercados europeus.

 

Não podemos mais nos dizer cidadãos brasileiros, americanos, alemães, japoneses ou australianos. Somos todos seres globalizados, que a qualquer momento, pelas vias reais ou virtuais, se transportam para destinos próximos ou distantes. Se na França revolucionária se definiram as bases do mundo burguês, consolidando o capital como o elemento crucial ao redor do qual giram as relações humanas, o terceiro milênio, estruturado em bases virtuais e digitais, propõe e realiza o sonho da onipresença. Vivemos uma época em que é possível a noite virar dia pela web, na qual Morfeus (o mitológico Deus do Sono) pode ser trocado pela comunicação instantânea (via celular, Wi-Fi ou rede 3G, de qualquer lugar do mundo civilizado).

 

O dinheiro deixou de ser sonante, virou plástico e caminha cada vez mais para a virtualização. Recebemos salários e pagamos contas sem que nenhuma nota ou moeda tenha que passar por nossas mãos. O que era aparentemente só devaneio de escritores de ficção científica ganhou vida. Isaac Asimov, Arthur C. Clarke ou Phillip K. Dick acertaram em inúmeras de suas ³previsões² literárias.

 

Até mesmo a política consolida suas novas bases operacionais utilizando-se do conceito de convergência das mídias e celebrando o computador e a internet como os grandes beneficiários desta nova realidade tecnológica. Barack Obama que o diga. Há, no mundo de hoje, mais de 1,6 bilhão de internautas – aproximadamente um quarto da humanidade está conectada ao mundo virtual. Nenhum outro recurso tecnológico teve tamanho impacto sobre a humanidade em tão pouco tempo.

 

Cabe, no entanto, refletir sobre tudo isso com mais calma e tempo do que a Era Digital nos compele a fazer. Tudo hoje é expresso, rápido, acelerado. E é exatamente neste ponto que ainda não se fez uma leitura necessária e pontual sobre o questionamento central de Matrix, produção cinematográfica que, de certa forma, inaugurou enquanto marco cultural a Era Digital.

 

A pílula vermelha e a azul simbolizam não apenas a revolução e o imobilismo, a mudança e a continuidade, a transformação e permanência. Seu significado vai além de simplesmente compactuar, usufruir ou utilizar os recursos da tecnologia, do mundo virtual. Exigem uma leitura analítica, detalhada e crítica, para que possamos dizer sim, não ou talvez, de acordo com nossa consciência e clareza a respeito do mundo em que estamos vivendo.

 

Não podemos simplesmente aderir. Não podemos ser corporificados pela tecnologia e pela Era Digital. É imprescindível compreender, selecionar, rejeitar, opinar, entrar e sair de acordo com nossas escolhas. Caso não façamos isso, o que estará acontecendo (e que já está se processando na maioria dos casos), é a escolha – ainda que inconsciente -, da pílula azul. Migramos de uma realidade analógica para uma digital, mas ainda que percebamos o impacto das tecnologias sobre nossas existências pouco ou nada mudou, apenas trocamos os tipos de ferramentas que usamos.

 

Se, por outro lado, resolvermos assumir nossas dúvidas, inseguranças e fraquezas, ingerindo a pílula vermelha para descobrir “até onde vai a toca do coelho”, por mais dor e angústia que isso possa provocar, estaremos realmente nos posicionando e lutando por um mundo no qual a humanidade não estará abrindo mão de seu mais precioso bem, a liberdade.

 

A proposta presente na pílula vermelha simbólica de Matrix é a de que não sejamos apenas os bestializados, que a tudo assistem passivos, sem participação real. Que não nos tornemos os apertadores de botões que movimentam linhas de produção e ao final não compreendem o processo produtivo no qual estão inseridos.  Não há arautos, profetas nem tampouco devem existir intermediários. A leitura e compreensão da Era Digital, que está diante de nós, é pessoal, intransferível, inalienável.

*João Luís de Almeida Machado é editor do Portal Planeta Educação, doutor em Educação pela PUC-SP e autor do livro “Na Sala de Aula com a Sétima Arte Aprendendo com o Cinema”

POEMAS MANUSCRITOS de JAIRO PEREIRA

JAIRO PEREIRA - SCAN0009

 

JAIRO PEREIRA - SCAN0011

 

JAIRO PEREIRA - SCAN0013

MAYTÊ CORRÊA convida para HOJE (28/05/09)

MAITÊ PROENÇA - CONVITE -noname

Blues Velvet Bar – inaugura hoje em Curitiba (28/05/09)

ConviteBluesVelvetCuritiba

 

Programação fIXA:

 

Segunda-feira: Mostra de Cinema e Show de Cabaret

Terça-feira: Experimental Jazz

Quarta-feira: Mix

Quinta-feira: Música Brasileira

Sexta-feira: Modern Jazz, Sábado: Traditional Jazz.

 

Serviço:
Blues Velvet Curitiba Jazz, Rua Trajano Reis, 314, telefone: 41 3538 3275

WILLIAN SHAKESPEARE e RUDI BODANESE em FOTOPOEMA

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