Arquivos Diários: 5 agosto, 2009

ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE! pela editoria

estou impressionado com as loucuras no senado, será que é por isso que está escrito ZONA ELEITORAL no meu título de eleitor?

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SARNEY E IDELI SALVATTI -romance_planalto

senadora ideli salvatti (PT) e o senador zé sarnei (PMDB) em: ligações perigosas e atos secretos!

A GRIPE SARNEY por sérgio da costa ramos / florianópolis

Epidemias são como penitências que o Todo-Poderoso providencia para que o homem purgue as suas culpas e se defronte com a sua frágil natureza.

Sempre que a humanidade se entregou ao vício dissoluto da luxúria ou da corrupção, Deus enviou alguma praga para fazê-lo reconhecer as suas fraquezas e a fugacidade da própria vida – espécie de “concessão” por tempo limitado.SERGIO DA COSTA RAMOS

Houve época em que a besta do Apocalipse foi a peste bubônica, em Sodoma e Gomorra. Houve a peste negra na Roma de Nero e a febre espanhola no Brasil da Primeira República. Agora, é a vez da gripe suína. Imagino um porco invadindo a carcaça dos humanos – e disseminando a gripe porcina, com seus vírus mutantes e resistentes ao antiviral Tamiflu.

De repente, a medicina se revela impotente, desarmada e desorientada diante de um vírus que não tem asas, mas que se revela onipresente.

Desde que Alexander Fleming descobriu a penicilina, em 1928, a ciência de Hipócrates imaginava ter encontrado o caminho para todas as curas – e o próprio atalho para a imortalidade. Não há, hoje, peça do organismo humano que não possa ser recriada em laboratório. Com as células-tronco e as pesquisas com tecidos humanos, a ciência começou a reinventar o homem e a reescrever a Bíblia.

A engenharia do gene é a mais desenvolvida do mundo, e já pode realizar o que, há poucos anos, seria concebido apenas como um “milagre”. Se a humanidade desejar reproduzir seres rigorosamente iguais, em série, isto já é possível. Um “clone” é como uma muda capaz de gerar gêmeos em todos os caracteres. Mas por que a medicina não consegue “clonar” todos os tipos de vírus de uma gripe, deles extraindo uma vacina universal?

Talvez porque os vírus sejam tão mutantes quanto o caráter dos senadores. No Senado, viceja o “vírus Sarney”, e nem todo o esforço da sociedade, ameaçada por essa nova gripe, parece ser capaz de erradicá-la.

Se nem a vacina do Butantan resolve contra a resistência do vírus, o paciente chamado “Brasil” ainda amargará meses – quem sabe anos – tendo que conviver com os males dessa gripe virulenta, cujos principais sintomas são:

– Compulsão para apropriar-se do que é público; nomear toda a parentada – e ainda fundar e administrar a mais misteriosa das sociedades “dos atos secretos”.

Como uma das manifestações mais agudas dessa gripe é pendurar a conta na bolsa da “viúva”, o Tamiflu, claro, vai pra conta do SUS…

Papel, digital ou ambos? O Futuro do livro está em debate – CBL / são paulo

A criação de mídias digitais obriga os representantes da cadeia produtiva do livro a buscarem alternativas que lhes permitam acompanhar o processo evolutivo do setor.

Na última terça-feira, 30 de junho, a Diretoria da Câmara Brasileira do Livro, em encontro com seus associados, promoveu a primeira reunião da Comissão do Livro Digital, com o objetivo de abordar questões sobre o futuro da cadeia produtiva do livro, tendo como cenário a digitalização das mídias.

As discussões sobre as constantes inovações tecnológicas ganham cada vez mais espaço nos mais diversos segmentos da sociedade, e os representantes dos vários elos da cadeia produtiva do livro se apressam para acompanhar e incorporar esses movimentos.

Estamos no começo de uma nova tecnologia, a respeito da qual o mercado editorial tem pouco conhecimento”, observou Eduardo Blucher, da editora Blucher. “A indústria se acostumou a embalar e a vender. As editoras brigam por conteúdo, e precisamos ter cuidado para que as plataformas digitais  não anulem o trabalho editorial”, alertou.

Para o Diretor Editorial da Pearse, Roger Trimer, o formato do livro – ou seja, se ele é digital ou de papel – não deve ser a preocupação maior do mercado editorial: “O livro deve ter um conteúdo de construção de conhecimento. Seja encadernado ou digital, o essencial é que ele registre e retenha o seu poder de comunicação e informação, ressaltou.

Outra questão abordada foi relativa à segurança do conteúdo digital. Na discussão, ficou claro que o produto digitalizado é interessante e tem demanda, mas a indústria ainda não possui um padrão seguro de distribuição deste material, o que afeta diretamente a questão dos direitos autorais. “Uma das premissas da internet é o acesso, não a segurança”, declarou Henrique Farinha, da Editora Gente.

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Consoles versus páginas impressas

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A utilização do kindle e sua eficácia também foram objetos de debate. Para muitos, a lousa interativa é muito simples e pode ser compreendida até por uma criança, o que facilitará enormemente a popularização da nova tecnologia. Os presentes lembraram que as crianças e jovens de hoje vivem

numa “Nintendo Generation”,  que já está habituada à interação multimídia e tem mais afinidade com os consoles dos videogames do que com a manipulação dos livros impressos.

No final do encontro, os participantes chegaram à conclusão de que a cadeia produtiva do livro precisa entender o mercado editorial e se inteirar das novas tecnologias, para acompanhar o desenvolvimento das mídias digitais. Para tanto, serão criados  um cronograma com os assuntos a serem discutidos e um planejamento para difusão dos resultados.

Entre as ações previstas, está um mapeamento do mercado editorial, que deverá conter os formatos de plataforma bem como suas convergências de distribuição, para aprofundamento do tema.

Os aspectos legais, as questões tributárias, os canais de distribuição e os modelos de negócios também fazem parte das próximas pautas.

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CBL Informa – 02/07/2009