Arquivos Diários: 7 setembro, 2009

A ARTE com CANETA ESFEROGRÁFICA de JUAN FRANCISCO CASAS RUIZ / espanha

A ARTE COM CANETA ESFEROGRÁFICA - JUAN FRANCISCO CASAS fot7gr

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Prêmios – de marilda confortin / curitiba


Tenho na minha sala, uma lareira velha toda enfeitada de troféus e diplomas que ganhei pela vida afora. Modéstia a parte, sou foda.

Aquele troféu bonito ali na frente é de TIRO ao ALVO. A mosca morta no centro, sou eu.

E aquela taça dourada é de quando fui campeã mundial de BOLA FORA. Não dei uma dentro.

O crânio rachado, em gesso, revestido de bronze, ganhei num torneio de CABEÇADAS.

A miniatura de vaso sanitário em cerâmica branca é um troféu de CAGADAS HOMÉRICAS.

Aqueles barcos em latão são vários primeiros lugares que tirei nos campeonatos de CANOA FURADA e por sempre ter entrado de GAIATO NO NAVIO.

O diploma azul, que parece uma passagem aérea para lugar nenhum é de TEMPO DE VÔO. Tenho acumulado milhares de milhagens de horas com a cabeça nas nuvens.

Ao lado do Atestado de Burrice, você pode ver a Certidão de Casamento e a Declaração de Divórcio. Fazem parte do mesmo Festival de Besteiras que participei.

Aquela bola branca, maciça,  no canto esquerdo da lareira, é de torneios de SINUCA. Vivo numa sinuca de bico constante.

Aquelas cédulas emolduradas, são dos MICOS que paguei e os galos de bronze, são das BRIGAS  que comprei.

Aquela dama no porta-retrato sou eu: UMA CARTA FORA DO BARALHO.

Tenho também um punhado de medalhas de desonra, luta inglória, maratonas de trabalho, levantamento de peso inútil,  prêmio iBesta, nadação, danação  e por aí vai.

No momento estou disputando o primeiro lugar no FENAESBO – Festival Nacional de Escrita de Bobagens.  Apesar do imensurável número de concorrentes, minhas chances são enormes.

CAMPOS POR MIM AFORA de tonicato miranda / curitiba


A sinceridade na loucura

é o membro mais louco dela

é assim como a queimadura

incendiando apagada vela

.

Sim, posso amá-la nas distâncias:

perto e mudo; longe e gritando

mas o amor somente tem infâncias

se for do balão o que lhe vai inflando

.

Os meus pulmões pulsam do lado fora

mas gemem dentro do meu peito

até chego a sorrir quando do chão vão embora

os pés que caminham o seu jeito

.

Bobagem, diriam os parvos e os bobos

por que se contentar com migalhas?

mas minha fome não é a dos lobos

aceito do trigal comer as palhas.

.

A carne meu alimento predileto não é

nem tampouco me constrói orgulhos

mas certamente algo tem da mulher

e seus segredos a me conchear marulhos

.

Por isto lhe digo minha amiga

não ligue para meus instintos felinos

minha loucura não mata – abriga

está em mim a sinceridade dos meninos

LEONEL BRIZOLA, 30 ANOS HOJE DO RETORNO DO EXÍLIO – editoria

Considerado o herdeiro político de Getúlio Vargas e de João Goulart, dois ex-presidentes do Brasil, Leonel de Moura Brizola foi um dos mais destacados líderes nacionalistas do país. Ex-governador do Rio Grande do Sul, onde iniciou a sua carreira política, e do Rio de Janeiro, onde fixou residência em meados da década de 60, Brizola nasceu no dia 22 de janeiro de 1922, no povoado de Cruzinha, que pertencia a Passo Fundo (RS). Em 1931, passou à jurisdição de Carazinho (RS).
Filho de camponeses pobres, Leonel Brizola estudou em Passo Fundo e em Viamão, antes de ingressar no curso de engenharia civil da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde se formou em 1949. Na época, Brizola já tinha iniciado a sua carreira política. Dois anos depois de filiar-se ao PTB (1945), foi eleito deputado estadual pelo Rio Grande do Sul. Em 1950, casou-se com Neuza Goulart, irmã do ex-presidente João Goulart (1961/64), tendo como um dos padrinhos outro líder histórico do Brasil: Getúlio Vargas.

Em 1951, Leonel Brizola sofreu uma grande derrota política, ao perder a disputa pela Prefeitura de Porto Alegre. Mesmo assim, continuou trabalhando nos bastidores e voltou à Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, em 1954. No ano seguinte, deixa a AL para disputar novamente a Prefeitura da capital gaúcha. Desta vez, os eleitores garantiram a sua vitória.

Com a popularidade crescendo muito, Brizola não teve nenhuma dificuldade nas eleições de 1958, quando se elegeu governador do Rio Grande do Sul, com mais de 55% dos votos válidos. Em 1962, pela primeira vez, Brizola foi eleito deputado federal pelo antigo Estado da Guanabara, com uma votação recorde – 269 mil votos.

Como parlamentar, fez discursos veementes defendendo a implantação da reforma agrária e a distribuição de renda no Brasil. Com a deposição do presidente João Goulart pelos militares, em 1964, Leonel Brizola foi obrigado a se exilar no Uruguai. Somente voltou ao Brasil em 1979, com a Lei da Anistia.

Depois de perder a legenda do PTB, Brizola fundou o PDT, partido pelo qual foi eleito governador do Rio de Janeiro em 1983. Na antiga capital federal, a sua administração foi marcada pela criação de dezenas de Cieps, os centros integrados de educação, copiados por muitos políticos nos anos seguintes. Em 1984, apoiou a campanha das Diretas-Já, um projeto derrotado do então deputado Dante de Oliveira.

Cinco anos mais tarde, participou da primeira eleição direta à Presidência da República no Brasil desde o golpe militar de 1964, ficando em terceiro lugar. Na época, no segundo turno, apoiou o ex-metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva (derrotado por Fernando Collor) que, anos depois, veria o seu sonho de chegar ao Palácio do Planalto tornar-se realidade.

No ano seguinte, pela segunda vez, Brizola conquistou o governo do Rio de Janeiro. Com posições firmes em defesa dos produtores nacionais e sempre defendendo restrições ao capital estrangeiro no país, Brizola disputou novamente a Presidência da República em 94, mas a sua participação foi decepcionante, obtendo apenas 3,2% dos votos válidos.

Com a política no sangue, Brizola foi candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Luiz Inácio Lula da Silva em 98 e novamente foi derrotado _os eleitores brasileiros conduziram Fernando Henrique Cardoso à reeleição. No final de sua carreira, mais duas derrotas: a Prefeitura do Rio de Janeiro (2000) e o Senado (2002).

Em dezembro de 2003, já com Lula como presidente, Leonel Brizola rompeu com a base aliada e começou a fazer críticas constantes à administração federal.

Brizola morreu aos 82 anos no dia 21 de junho de 2004, de infarto decorrente de complicações infecciosas, no Rio de Janeiro.

dê UM clique no centro do vídeo:

a tentativa de golpe em 1961 e a campanha pela LEGALIDADE:

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a tentativa de golpe em 1961 e o golpe dos militares em 1964.

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chegada do exílio: JB VIDAL recebe BRIZOLA  em fóz do iguaçu. 09/1979.

chegada do exílio: JB VIDAL recebe BRIZOLA em Fóz do Iguaçu. 07/09/1979.

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JB VIDAL e LEONEL BRIZOLA - entrevista para a imprensa em Curitiba. 03/1980.

JB VIDAL e LEONEL BRIZOLA - entrevista para a imprensa em Curitiba. 03/1980.

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na fundação do partido em curitiba. stênio jacob (hoje presidente da sanepar), jb vidal, LEONEL BRIZOLA. 09/80.

na fundação do partido em curitiba. stênio jacob (hoje presidente da sanepar -2009), jb vidal e LEONEL BRIZOLA. 09/80.

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comício pelas DIRETAS-JÁ em Porto Alegre.

comício pelas DIRETAS-JÁ em Porto Alegre. foto da internet.

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comício das DIRETAS-JÁ na Candelária. Dio de Janeiro. foto da internet.

comício das DIRETAS-JÁ na Candelária. Rio de Janeiro. foto da internet.