Arquivos Diários: 27 setembro, 2009

WALMOR MARCELLINO, continua repercutindo a morte do poeta, jornalista, escritor, filósofo e dramaturgo / agência do governo do pr

Morreu nesta sexta-feira (25), aos 79 anos, o poeta, escritor e jornalista Walmor Marcellino. Militante contra a ditadura militar nas décadas de 70 e 80, Marcelino estava internado na Santa Casa de Misericórdia de Curitiba com problemas renais e cardíacos. “Walmor Marcelino foi um militante persistente, que nunca se desviou de seu caminho. Alguns o chamavam de fundamentalista, mas eu sempre entendi suas atitudes como integridade”, afirmou o governador Roberto Requião.

Marcellino será velado a partir das 15h desta sexta-feira (25) na capela 3 do Cemitério Municipal de Curitiba, no bairro São Francisco. Seu corpo será cremado sábado (26), às 9h. Ele foi casado duas vezes e teve quatro filhos, um deles já falecido. Nascido em Araranguá (SC), em 1930, morou em Florianópolis, Porto Alegre e fixou residência em Curitiba. Escritor com forte atuação política, publicou mais de 30 livros, entre poesia, ficção e textos de opinião.

Na década de 70, participou do Centro Popular de Cultura em Curitiba, e de grupos de teatro da UFPR, sempre em oposição à ditadura militar. Preso político, nunca se furtou da crítica ao governo militar e das suas posições políticas. “Era um homem de extrema coragem e todos que lutaram pela democracia sabem o  papel que teve este grande intelectual”, afirmou o advogado Geraldo Serathiuk, que o conheceu na década de 70, na Casa do Estudante.

“Ele foi um dos responsáveis pela reorganização do movimento estudantil e sindical durante a ditadura militar e um grande orientador para minha geração”, contou Serathiuk. Marcellino trabalhou em diversos órgãos de comunicação, entre eles a Gazeta do Povo e o jornal Última Hora, e também na Assembleia Legislativa do Paraná e no Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

“Ele era um dramaturgo, repórter policial de alto nível e um líder da resistência durante a ditadura militar”, afirmou o jornalista Cícero Cattani, que contou que conviveu com Walmor já no início da década de 60, na redação do jornal Última Hora. “Apenas quem conviveu com ele sabe mensurar esta perda”, disse.

PROFESSOR – Segundo Cattani, uma das grandes qualidades de Walmor era a de transformar a redação em uma sala de aula. “Era um intelectual e um verdadeiro professor de jornalismo. O Paraná perde um dos seus maiores valores.”

O jornalista Luiz Geraldo Mazza, destacou  a militância, tanto política quanto cultural de Walmor. “Ele foi uma pessoa de firmeza e caráter,  guerreiro que participou dos movimentos importantes do nosso Estado, e um dos grandes desencadeadores do desenvolvimento cultural”, contou.

De acordo com o poeta e escritor Ewaldo Schleder, que publicou um livro a quatro mãos com Marcellino, destacou a responsabilidade do colega, mesmo com quem criticava. “Sempre polêmico, mesmo assim nunca fez uma crítica não embasada, por isso, era respeitado mesmo por aqueles que tinham posições contrárias”, afirmou.

O procurador-geral do Estado, Carlos Marés, era presidente do movimento estudantil e Walmor, um intelectual ligado aos estudantes, quando se conheceram. “Era muito respeitado, ele dirigia o Teatro do Estudante Universitário e eu ajudava na contra-regra. Era um grupo chamado de engajado, contra a ditadura e contra o capitalismo. Walmor teve uma vida muito coerente nas suas idéias e no modo de agir, isso só se vê no fim da vida.”

O jornalista Nego Pessoa comentou que as diferenças políticas entre os dois eram enormes. “Mas a nossa amizade era justamente pela ligação com a arte. Walmor era um grande conhecedor de poesia e amante do jazz”, contou. Nego Pessoa destacou os livros de poesia do amigo, segundo ele, a melhor produção de Marcellino.

O advogado Edésio Passos também conheceu Walmor na década de 60. “Era de um caráter sensacional, grande jornalista e um dos mais importantes escritores paranaenses. Autêntico e também um teatrólogo sensacional, atuou contra a ditadura militar de maneira ímpar. Ele é uma pessoa que vai ficar inscrita na nossa história”, disse.

Amadeu Geara, político e advogado, lembrou que  Walmor foi um dos colaboradores na organização do MDB no Paraná. “Nunca dizia uma palavra de agrado que não fosse sincera, muito menos fazia uma crítica que não fosse fundamentada. Foi o pensador que nos auxiliou, na formação dos quadros do partido.”

PLANO NACIONAL DE CULTURA foi aprovado na comissão da câmara federal

Por unanimidade, foi aprovado na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados o Plano Nacional de Cultura
Date: Sat, 26 Sep 2009 14:44:01 -0300

Por unanimidade, foi aprovado na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados o Plano Nacional de Cultura, que dá marco legal para as políticas da área pelos próximos dez anos. Ainda na Câmara, a Comissão Especial que analisava a PEC 150 aprovou, também por unanimidade, a proposta que destina 2% do orçamento federal para as políticas culturais, além de 1,5% para os estados e 1% para os municípios.
“Com o apoio dos parlamentares conseguimos dar um avanço claro na área, com duas ferramentas estratégicas para a nação. Após a aprovação final, essas propostas darão base legal para sustentar, a longo prazo, a cultura como algo vital para os brasileiros e uma das áreas prioritárias no desenvolvimento de nossa nação”, diz o ministro em nota oficial distribuída à imprensa, em que celebra, talvez precipitadamente, o Ano da Cultura no Congresso.
Há de se reconhecer o esforço do ministro nesta área. “Este avanço se traduz na garantia crucial de recursos para a área, mas seu alcance é muito maior. Significa que, uma vez aprovados estes instrumentos, nós brasileiros enfim surgiremos como pessoas e nação que se cultivam, que abandonam definitivamente o complexo de vira-latas apontado por Nelson Rodrigues, para, enfim, assumir-se no mundo como seres afetos à cultura – a cultura que nos traduz, explica, alimenta e posiciona no mundo”, empolga-se o ministro.
De fato, o Plano Nacional precisa vir acompanhado, como já dissemos antes, de uma serie de instrumentos de garantia orçamentária e reestruturação da máquina administrativa do MinC, para ampliar sua capacidade de ação, sistematizar e institucionalizar as ações programáticas provenientes do PNC.
Precisamos, por outro lado, garantir a continuidade dos fluxos econômicos da atividade cultural, que garantem a sustentabilidade de artistas e profissionais do setor, além de compensar e oferecer novas oportunidades de mercado à produção emergente.

GRUPO TORTURA NUNCA MAIS DO PARANÁ convida:

PESAR E CONVITE:
PESAR PELO FALECIMENTO DO NOSSO GRANDE COMPANHEIRO WALMOR MARCELINO. Um dos mais importantes militantes políticos de esquerda do Estado do Paraná e do Brasil.
CONVITE:
DIREITO À MEMÓRIA E À VERDADE: 30 ANOS DE LUTA PELA ANISTIA
e uma grande homenagem ao WALMOR MARCELINO
DIA 28 DE SETEMBRO – SEGUNDA FEIRA
19 HORAS Na sede do GRUPO TORTURA NUNCA MAIS DO PARANÁ
Rua Voluntários da Pátria, 475 – 6º andar – cj. 608 -Edifício ASA – centro – Curitiba
Segue abaixo a programação….

narciso

SARAVÁ, WALMOR! por hamilton alves / florianópolis

Conheci Walmor Marcelino há muitos anos, quando ainda a escola, que freqüentávamos, era, como se costuma dizer, risonha e franca. Falo da escola de jornalismo em que iniciamos praticamente juntos, no Diário da Manhã, do Zedar Perfeito da Silva, velho jornalista e escritor.

Ali ensaiamos os primeiros passos dessa atividade para a qual éramos vocacionados e que só largaríamos, como o fez Walmor, no fim da jornada. Carregou bravamente a tocha até o último suspiro.

O jornalismo que fez foi diferente do meu – um jornalismo de linha de frente, de combate pela justiça social, como bem assinala o necrológio feito na edição de ontem deste “blog”.

Marcelino pensava o mundo por um viés humaníssimo. Queria que todos tivessem acesso aos bens da vida e notadamente aos mais preciosos: educação, saúde, habitação, etc. Por isso, sempre combateu ao lado dos fracos e oprimidos com destemor. Pagou alto preço quando imperou neste país o regime militar, sendo preso várias vezes.

Walmor foi sempre fiel aos seus ideais, Não tinha temperamento nem muito menos formação para aderir, por exemplo, à linha burguesa de ação, na qual sabia que militavam os oportunistas, os que querem os cargos não para exercê-los no bem de todos mas no interesse de grupos (tipo Sarney, p. ex.) – só para citar um lídimo representante dessa corrente.

Walmor era um idealista e seu ideal estava colocado acima do cidadão Walmor Marcelino. Colocava-o muito alto, a uma altura quase inalcançável pela maioria de seus concidadãos. Era meio quixotesco na forma como encarava sua brava luta. Sabendo-se quase só ou um dos poucos que ainda alimentavam esse sonho de transformação do mundo pela perseverança ou pela doutrinação desses ideais puros.

Marcelino editou meu primeiro livro – uma pequena novela – a que dei o título de “O velho da aldeia”. Ele o alterou para “O velho e a aldeia”, que lhe dava uma semelhança com a novela de Hemingway “O velho e o mar”. Mas não fez isso deliberadamente; nunca o faria. Deve ter se equivocado. Acompanhei-o até sua casa, em Curitiba, para pegar os trezentos exemplares do livro. Antes havíamos nos encontrado na Ilha e me perguntou: – “Tens alguma coisa para editar?”

Guardava os originais datilografados dessa novela na gaveta fazia um bocado de tempo.

Mostrei-os para o Walmor. Levou-os para editar. Poucos meses depois entrou em contato comigo, informando-me que concluira a edição por sua editora “Hoje”. Fiquei radiante com a beleza, embora artesanal, da edição desse livro.

Há pouco, o Vidal , editor deste “blog”, me convidou para um encontro com ele em Santo Amaro da Imperatriz, onde fora descansar. Mas subitamente       teve que retornar a Curitiba. Perdemos essa chance de voltar a nos ver e relembrar os velhos tempos.

Walmor fez grandes amigos aqui na Ilha e certamente em Curitiba, onde morou longos anos, vindo a falecer há pouco.

Era um dessas raras figuras de combatente,  de uma só têmpera, de uma só linha, de um caráter inquebrantável na defesa destemida de seus sonhos.

Legará seu exemplo de retidão e de espírito de luta.

Saravá, Walmor!

O LULIBERALISMO por alceu sperança / cascavel.pr

Ao retornar de viagem de trabalho ao Rio de Janeiro, o colega Jairo Eduardo, do jornalzinho Pitoco, deixou no ar uma pergunta irrespondível. Depois de assinalar que há nas plagas fluminenses obras fantásticas, um mundaréu de turistas trazendo dinheiro a toda hora e fabulosos investimentos públicos e privados feitos cotidianamente naquele Estado, ele sapecou:

“Como pode tanto dinheiro gerar tanta miséria?”

Antes de responder ao irrespondível, vamos tentar responder a algumas perguntas mais simples. Por que o Primeiro Mundo é rico e a América Latina não é? É bem simples: o capitalismo se impôs no mundo através de grandes roubos, coisa que, aliás, Marx cansou de dizer.

Roubaram nosso ouro e, assim, ficaram ricos e nós seguimos pobres. Portugal, que iniciou essa roubalheira toda – e como deixou seguidores nas elites brasileiras! – saqueou fortemente o Brasil e deixou uma Independência falsa, soterrada por uma dívida externa que não devemos e até hoje, no luliberalismo, ainda se paga na forma de juros absurdos.

Luliberalismo? Delfim Netto: “O Lula tem virtudes e desvirtudes. Ele mudou o Brasil de forma importante, de forma a salvar o capitalismo” (O Globo, 20 de setembro de 2009)

Entregando o ouro

No entanto, todo o ouro surrupiado não contribuiu para que Portugal continuasse a grande potência da época dos descobrimentos. Esse ouro, cáspite!, acabou foi aprofundando a dependência de Portugal à Inglaterra.

O que Portugal comprava do florescente capitalismo inglês (hoje os endividados EUA compram da florescente China), era cobrado em muito ouro. Fomos nós, portanto, com nosso ouro, que financiamos a Revolução Industrial e o luxo europeu. Esse ouro, ufane-se, criou a grande força do capitalismo mundial.

Entregamos o ouro e sustentamos o florescimento do capitalismo no mundo, Lula entrega o ouro e salva o capitalismo no Brasil…

Foi a glória quando Napoleão enxotou d. João para o Brasil, pois assim partes da Europa, Ásia e África passavam a ser governadas daqui. É, sim: até a globalização fomos nós que iniciamos!

Agora o Brasil não era mais uma coloniazinha remota. Era a sede de uma tradicional monarquia europeia. Mas essa vinda aos trópicos entregou de vez a rapadura portuguesa à Inglaterra, que veio definitivamente a ser a grande beneficiária do ouro brasileiro.

Mais e mais perguntas

Além de devorar nosso ouro e com ele financiar o capitalismo/imperialismo no planeta azul, a Inglaterra nos passou a conversa e repentinamente estávamos lhe devendo os tubos, e cada vez mais.

Além de tomar nosso ouro, tomaram nossos melhores cérebros, colocando a seu favor, pagos com migalhas daquele ouro, os doutores, magistrados, governantes, parlamentares, fazendeiros, industriais, comerciantes.

Vemos aí que a roubalheira, a corrupção e a miséria que entristeceu nosso colega Jairo têm origem justamente numa grande riqueza: nosso ouro.

Ao irrespondível, há que responder com mais perguntas: como pôde toda a riqueza gerada pela madeira que saiu do Oeste paranaense para reconstruir a Europa devastada pela II Guerra Mundial, e depois construir Brasília, gerar a atual criminalidade e a violência na periferia de Cascavel e Foz?

Como pode toda a riqueza gerada pela soja dar nessa gurizada que mata e morre, rouba e assalta a toda hora no centro e nos bairros?

Como pode todo o ouro brasileiro ter produzido a corrupção, a elite mais calhorda e venal do mundo, esses governinhos federal, estaduais e municipais luliberais cheios de lábia e escassa competência, as bolsas-família, bolsa-jagunço, CPMF, mensalão etc?

Porque o espaço acabou, talvez seja a hora de mais gente começar a responder a tantas (e incômodas) perguntas.

RUMOREJANDO (27/09/09) por juca (JOSÉ ZOKNER) / curitiba

PEQUENAS CONSTATAÇÕES, NA FALTA DE MAIORES.

Constatação I

Rico ganha abastança*; pobre, perde a esperança.

*Abastança =  substantivo feminino

1 provimento satisfatório ou suficiente

2 excesso de provimentos e haveres; abundância, riqueza.

3 vida segura, confortável, sem privações ou problemas de subsistência (Houaiss).

Constatação II

Um otimista sempre vai achar que o Paraná volta para a Primeirona do Brasileirão; o pessimista, que ele cai para a Terceirona; o realista que ele deverá continuar na Segundona. Esta, parece ser a  mais provável. Triste sina…

Constatação III

Não se pode confundir provisão com profissão, muito embora muitos políticos fazem de seus cargos uma profissão, recorrendo a alguma provisão de numerário, não necessariamente honesta, independentemente de seus estratosféricos salários.

Constatação IV

Não se pode confundir colunável (Quem aparece nas colunas sociais [e/ou policiais]) com colimável (passível de se ter em vista; pretenso), até porque nem sempre é possível obter o objeto, pessoa ou coisa que se deseja por meios lícitos ou não com o fito de passar a ser colunável. A recíproca é como é e tá acabado. Tenho democraticamente dito!

Constatação V

Parcos pode ser substantivo ou adjetivo; porcos, também. Mas nem por isso deve-se confundir uns com os outros.

Constatação VI

Eu achei o pedido da ministra incabível”, disse a ex-secretária da Receita Federal Dilma Vieira se referindo a Ministra Dilma Roussef. Taí mais uma expressão sendo inaugurada em depoimento. E a sua utilização, embora soe estranha, está correta. Igualmente como foi a de um outro ministro que usou o “imexível”. A utilização de ambas é infrequente (epa…).

Constatação VII

Esse pessoal do PT que votou a favor do Sarney agora tenta justificar o voto (“Obedeci ordens porque sou homem do partido”), para estar bem com todos. Os nazistas também, segundo eles, obedeciam a ordens. Tá na hora desse pessoal do PT se dar conta de quem bate o córner não consegue também cabecear. A falta de caráter virou pandemia…

Constatação VIII

Disse a mulher na praia para o marido: “Pare de olhar para essas meninas todas”.

Disse o marido: “Não sou eu que estou olhando pra elas. São elas que estão olhando pra mim. Como você já deve ter se dado conta, no meu caso específico, charme não se compra em farmácia”.

Contestou a mulher: “Mas xarope tem de todas as marcas”.

Constatação IX

Uma livraria cá de Curitiba colocou junto a sua placa indicativa uma máxima, atribuindo sua autoria ao grande escritor gaúcho Mário Quintana: “Livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas; os livros mudam as pessoas”. A autoria da frase é contestada. Segundo os entendidos ela foi proferida pelo romano do século II a.C. Caio Graco. Rumorejando gostaria de receber informações dos seus leitores a respeito. Obrigado.

Constatação X

Travado

Pelo zagueiro,

De gol com gana e sede,

O artilheiro

Chutou-o e também a bola.

Esta, quicou

Como se tivesse cola

E ficou

Ali ao lado.

O coitado do zagueiro,

Ao ser chutado,

Voou

Raspando o travessão.

Acabou

Estatelado

Na rede

Onde se emaranhou

Na maior contusão.

Coitado!

Constatação XI

Nada de ladainha!

A credibilidade

Da Situação

E da Oposição

Tá um caco.

Na realidade,

Eles sempre foram farinha

Do mesmo saco.

Constatação XII

Se o Homem foi criado à semelhança de Deus, como se propaga por aí, a Sua imagem como é que fica?

Constatação XIII

Rico dispõe de tudo; pobre, eventualmente do entrudo.

Constatação XIV

Deu na mídia: “Presidente da Inguchétia retorna dois meses após atentado”. E Rumorejando que achava que seus conhecimentos de gografia estavam em dia. Inguchétia?

Constatação XV

E como dizia o obcecado para a solteirona convicta, parodiando o antigo partido União Democrática Nacional – UDN (“O preço da liberdade é a eterna vigilância”): “O preço da ignorância é a eterna vigilância. E o preço da vigilância é a eterna ignorância”.

Constatação XVI

E já que falamos no assunto da incompreendia liberdade, o livro Poemas para a Liberdade, do escritor Manoel Andrade, catarinense radicado em Curitiba, publicado em vários países da América do Sul, saiu em português, pela editora Escrituras de São Paulo, numa edição bilíngue. Leitura obrigatória , como diriam os críticos.