TRILHAS E CAVALGADAS de marilda confortin / curitiba

Hora dessas, solto o freio

e laço este tordilho

sento no teu arreio

e te boto nos trilhos.

Nem que eu leve um tombo
e rasgue as a meias finas,

eu galopo no teu lombo
agarrada nas tuas crinas


Um dia ainda amanheço
“decorando tua geografia”

viro este guapo do avesso

ou não me chamo Maria

Pra te deixar feliz da vida,

uma noite, ainda eu laço

aquela lua exibida

e boto ela em teus braços.

Mas depois, juro que faço

um picadinho daquela china

porque, eu mando aqui em baixo

ela que fique lá em cima.

Uma hora dessas, qualquer

quando me bater a fome

vou querer ser tua mulher

e tu vais ser o meu homem

Depois?  Ah, depois tu voltas pra ela
e tudo fica em seu lugar
afinal, porque fizeram janelas

senão pra gente pular?

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