SINAL DE ETERNO de otto nul / palma sola.sc

 

 

 

Entro no bar sem

Cogitar de eterno

Antes olhei à direita

E à esquerda

Na leve suposição

De encontrá-lo

De um lado uma rua

Infinitamente longa

De outro, o céu

Sem nuvem

Ali, sim, havia

Todos os motivos

Para que, enfim,

O eterno se mostrasse

Um sabiá trinou

Numa árvore

De um certo modo

Era uma canção eterna

Aqui e ali despontava

Algo pretensamente eterno

Mas no fundo de tudo

Havia um sinal de eterno

 

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