TANTO LIMITE… de rosa DeSouza / ilha de santa catarina


Inusitado limite que nada permite.

Dor que nobilita e me devora.

Mamilo doce de terrível fera.

Corro presa a uma corda que me consola.

Terrível minotauro… procuro Teseu.

Do sol tenho tanta sede…

A montanha me atrai e se dissipa.

No mar um veleiro sem bússola nem céu.

No deserto medra uma tulipa sem ar.

Pressinto paz no entorpecimento.

Da escotilha, mão febril cai no mar

Condiciono amor, impetuoso e  paixões…

Ludibrio sentimentos acusando ilusões.

Ariadne em mim lhe dá uma longa linha.

Me confunde com Hermíone.

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