CLAUDIA REGINA TELLES – poemas / itajaí.sc

O vazio do ventre vítreo

Vazio espaço do ritmo

Saúda a malandragem

Salve o querubim Pixinguinha

Inventou moda a seu modo

aligeirou o ritmo e o compasso

choro no espaço vazio de um gole

Bebe o vazio delirante

Chora choro

Campanheiro das madrugadas

Fumaça no ar

chorão na praça e no portão

Captura a noite com a ponta dos dedos

Contempla a noite através da redoma

E bebe o ultimo gole da cachaça

.

Lentes turvadas

Lentas observações da madrugada

Perambula pelas ruelas do desconhecido

Vazio transparente

A lua chora nos acordes do violão

Choro dolente

Mente o que sente o poeta

Vida vadia

Vazia

Vidrada mentira colore o dia

Ilude

Mergulha

Dorme embriagada no altar

Vigiada por anjos de gesso


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