BATER DE ASAS de walmor marcellino / curitiba


De ter feito os exercícios
não me adonei da arte.
Posso falar das tentativas
limitadas, circunstanciais
em que me empenhei,
e dos anti-resultados, os pífios
sucessos que me couberam.

Tenho pertinência em apontar
os alvos e descrever caminhos e processos
em que trotei compelido,
e fui atropelado de ânsias e urgências.

Sem pretensões nem escusas, hoje
devo mais confessar do que proclamar:
o homem é seu alvo e suas frechas;
o homem é seu projeto e seus meios;
o homem não é senão sua própria estrutura;
porque necessita, porque deseja, porque se impõe.
À sua natureza aparentemente conhecida
à sua característica enovelada pelos desejos
cada um de nós acresceu a sua cultura
e utopias.

Então, sejamos esse projeto
mas sob advertência do que é
insistentemente procurado, hipoteticamente conseguido…
e satisfatoriamente alcançado.
E seus fracassos, naturalmente.

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