Arquivos Diários: 18 janeiro, 2011

Banda Foreplay se apresenta no Centro Europeu / curitiba


Curitiba, 18/01/2011 – Nesta quinta-feira, dia 20 de janeiro, o Centro Europeu de Curitiba irá apresentar mais uma atividade da programação especial que conta com atrações musicais, exposições de arte, oficinas e workshops. A banda Foreplay, velha conhecida da noite curitibana, será a atração do dia e comanda um Pocket Show na sede da escola (Rua Brigadeiro Franco – 1700), a partir das 18h. Formada no ano de 2003, a banda é composta pelos músicos Leandro Bandeira (Voz), Julian Barg (Violão), Claudio Jardim (Baixo) e Lucio Trombini (Bateria). A entrada para a apresentação é gratuita. Mais informações pelo telefone (41) 3222-6669 ou no site www.centroeuropeu.com.br.

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MAYARA PETRUSO, SERRA, TUCANOS e DEMOS tem ódio de pobre e gostariam que os nordestinos voltassem para o nordeste ! (CULTURA)


Nordestinos são vítimas de preconceitos

na internet

Ter, 02 de Novembro de 2010

A estudante de direito paulista, Mayara Petruso decidiu manifestar sua insatisfação pela vitória de Dilma Rousseff (PT), nas eleições, com a divulgação de mensagens preconceituosas com relação à população nordestina.

As mensagens geraram polemicas após serem postadas no Twitter e no Facebook da estudante, mas após perceber o alcance delas foram deletadas imediatamente.

De acordo com as opiniões de Mayara, os nordestinos não tem condições de votar, pois são analfabetos e incompetentes. “Nordestisto não é gente. Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado!”, afirmou em uma das mensagens no twitter.  “Afunda Brasil. Dêem direito de voto pros nordestinos e afundem o país de quem trabalha pra sustentar os vagabundos que fazem filhos pra ganhar o bolsa 171”, escreveu em seu Facebook.

As declarações da estudante se espalharam pela internet e a hastag #nodestisto – escrito incorretamente,apareceu nesta segunda-feira (1º), como a terceira palavra mais comentada pelos usuários do Twitter, de acordo com o Trending Tropics brasileiro.

Apesar de repugnar esses atos lamentáveis, não apenas na internet, mas na sociedade como um todo e muitas pessoas compartilham da opinião da Mayara. De acordo com a lei nº 7.716/89, da Constituição Federal, crimes como estes podem acarretar em até três anos de prisão.

Muitos twitteiros chegaram a fazer um movimento contra a jovem e outros paulistas que responsabilizaram o Nordeste pelo resultado das eleições, com a criação da hastag, o #orgulhodesernordestino e do perfil @nordestisto, com forma de ironizar as críticas aos nordestinos.

 

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DEFESA:

Não parece justo que Mayara seja demonizada como paulista racista, quando o mote da campanha eleitoral foi o da oposição entre as regiões

Sou neta de nordestinos, que vieram para São Paulo e trabalharam muito para que, hoje, eu e outros familiares da mesma geração sejamos profissionais felizes com sua vida neste grande Estado brasileiro.

É muito triste ler a frase da estudante de direito Mayara Petruso, supostamente convocando paulistas a afogar nordestinos.

Também é bastante triste constatar a reação de alguns nordestinos, que generalizam a frase de Mayara a todos os paulistas.

Igualmente triste a rejeição sofrida pelo candidato da oposição à Presidência da República, muito em função de ele ser paulista. Todos ouvimos manifestações no sentido de que, tivesse sido Aécio Neves o candidato, Dilma teria tido mais trabalho para se eleger.

Independentemente da tristeza que as manifestações ofensivas suscitam, e mais do que tentar verificar se a frase da jovem se “enquadraria” em qualquer crime, parece ser urgente denunciar que Mayara é um resultado da política separatista há anos incentivada pelo governo federal.

É o nosso presidente quem faz questão de separar o Brasil em Norte e Sul. É ele quem faz questão de cindir o povo brasileiro em pobres e ricos. Infelizmente, é o líder máximo da nação que continua utilizando o factoide elite, devendo-se destacar que faz parte da estigmatizada elite apenas quem está contra o governo.

Ultrapassado o processo eleitoral, que, infelizmente, aceitou todo tipo de promessas, muitas das quais, pelo que já se anuncia, não serão cumpridas, é hora de chamar o Brasil para uma reflexão.
Talvez o caso Mayara seja o catalisador para tanto.

O Brasil sempre foi exemplo de união. Apesar das dimensões continentais, falamos a mesma língua.

Por mais popular que seja um líder político, não é possível permitir que essa união, que a União, seja maculada sob o pretexto de se criarem falsos inimigos, falsas elites, pretensos descontentes com as benesses conferidas aos pobres e aos necessitados.

São Paulo, é fato, é fonte de grande parte dos benefícios distribuídos no restante do país. São Paulo, é fato, revela-se o Estado mais nordestino da Federação.

Nós, brasileiros, não podemos permitir que a desunião impere. Tal desunião finda por fomentar o populismo, tão deletério às instituições no país.

Não há que se falar em governo para pobres ou para ricos. Pouco após a eleição, a futura presidente já anunciou o antes negado retorno da CPMF e adiou o prometido aumento no salário mínimo. Não é exagero lembrar que Getulio Vargas era conhecido como pai dos pobres e mãe dos ricos.

Não precisamos de pais ou mães. Não precisamos de mais vitimização. Precisamos apenas de governantes com responsabilidade.

Se, para garantir a permanência no poder, foi necessário fomentar a cisão, é preciso ter a decência de governar pela e para a União.

Quanto a Mayara, entendo que errou, mas não parece justo que seja demonizada como paulista racista, quando o mote dado na campanha eleitoral foi justamente o da oposição entre as regiões.

Se não dermos um basta a esse estratagema para manutenção no poder, várias Mayaras surgirão, em São Paulo, em Pernambuco, por todo o Brasil, e corremos o risco de perder o que temos de mais característico, a tolerância. Em nome de meu saudoso avô pernambucano, peço aos brasileiros que se mantenham unidos e fortes!

*JANAINA CONCEIÇÃO PASCHOAL, advogada, é professora associada de direito penal na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.

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COMENTÁRIO:

Racismo às avessas

Lendo as absurdas argumentações da professora Janaina Paschoal “Em defesa da estudante Mayara”, lembrei que grandes pesquisadores do racismo e preconceito no Brasil, como Roger Bastide e Florestan Fernandes, denunciaram a lógica da inversão. Graças a ela, não apenas não somos racistas, como, ademais, tudo que acontece é culpa da vítima. Se não fossem os negros, os nordestinos, os pobres, as prostitutas, os homossexuais, se Lula não fosse presidente, a estudante Mayara não teria cometido o destempério de pedir o assassinato de ninguém e tampouco teria sido demonizada. Coitadinha dela!

Heloísa Fernandes, professora associada de Sociologia da Faculdade de Filosofia da Universidade de São Paulo (São Paulo, SP)

viomundo.

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Garota que ofendeu nordestinos some da internet e da faculdade
Mayara

A estudante Mayara Petruso, que bem gostaria de levantar uma muralha para separar o Nordeste do restante do país, por ironia, nasceu no mesmo ano em que os alemães puseram abaixo o Muro de Berlim e a saudade que separava um mesmo povo entre capitalistas e comunistas – 1989.

Depois dos comentários preconceituosos feitos na internet, Mayara sumiu na mesma velocidade com que excluiu seus perfis nas redes sociais. Na madrugada de segunda, logo após a eleição de Dilma Rousseff (PT), ela pregou a morte de nordestinos no twitter. “Nordestino não é gente. Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado”, escreveu.

A repercussão negativa das declarações fez Mayara se esconder. Desde o episódio, ela não aparece na Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), em São Paulo, onde cursa, à noite, o sexto semestre de Direito. Segundo a assessoria da instituição, os alunos não realizaram manifestações nem de apoio nem de repúdio à estudante.

Família

Mayara Penteado Petruso, 21 anos, faz parte de uma família tradicional, de origem italiana, do município de Bragança Paulista, a 90 quilômetros de São Paulo. Ela é filha caçula do empresário Antonino Petruso, que herdou uma rede de supermercados do pai, Salvatore.

A estudante é fruto do segundo casamento de Antonino com Mayara Coreno Penteado. Antes, ele vivia com Hermengarda Puccinelli, de origem italiana.

Ele teve duas filhas da ex-mulher, a advogada Bárbara Maria Puccinelli Petruso, 26 anos, e a estudante Carolina Maria Puccinelli Petruso, 23 anos. O CORREIO telefonou para o escritório de Antonino em Bragança, mas ele está em São Paulo com a filha.

Mayara deixou Bragança para ir morar no bairro da Liberdade, reduto paulistano da população de ascendência oriental, e cursar Direito na Universidade São Francisco, em Pari, Zona Leste de São Paulo. Após dois anos e meio, ela transferiu-se, neste semestre, para a FMU.


O ÓDIO plantado pelos “TUCANOS e DEMOS” durante a campanha presidencial resultou nisto:

Ah, se fosse nos Estados Unidos…

Essa turma aí tem sorte de viver no Brasil.

Nos Estados Unidos, onde essa coisa é levada a sério, hoje estariam todos se explicando ao FBI…

Para ver mais, aqui (dica da Ana Paula Siqueira, via Facebook).

O machão acima, Walter Edward Bagdasarian, pegou dois meses de cana e dois anos de sursis por escrever num blog do Yahoo, sobre Obama: “Fuck the nigger, he will have a 50 cal in the head soon”. O Serviço Secreto soube da ameaça e foi bater na porta dele. Na hora agá, chorou diante do juiz pedindo clemência…

PS do Viomundo: A foto que ilustra a capa é de Daniel Cowart, que vai pegar entre 15 e 18 anos de prisão por ameaçar Obama.

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Trinta milhões de eleitores de boa fé acreditaram nas mentiras, calúnias, preconceitos e ódios semeados pelo Serra, PSDB e DEMOS.

O que você leu, acima, é a colheita no seio da nossa juventude, que não tem a menor idéia de quem sejam Dilma ou Serra.

São apenas fantoches, do ódio disseminado, que reproduzem o que os “caciques” diabólicos programam.

Gostaria de ver a cara de um pai ou mãe de um desses jovens após ler o “recadinho” do querido filho no twiter.

É provavel que “as crianças” tenham sido incentivados pelos próprios pais, se foram, não haverá orçamento suficiente para saciar a sede de locupletação.