A presidente ou a presidenta? – por prof. pasquale cipro neto / são paulo

O professor PASQUALE CIPRO NETO tira a dúvida.
Que têm em comum palavras como “pedinte”, “agente”, “fluente”, “gerente”, “caminhante”, “dirigente” etc.? Não é difícil, é? O ponto em comum é a terminação “-nte”, de origem latina. Essa terminação ocorre no particípio presente de verbos portugueses, italianos, espanhóis…
Termos como “presidente”, “dirigente”, “gerente”, entre inúmeros outros, são iguaizinhos nas três línguas, que, é sempre bom lembrar, nasceram do mesmo ventre. E que noção indica a terminação “-nte”? A de “agente”: gerente é quem gere, presidente é quem preside, dirigente é quem dirige e assim por diante.
Normalmente essas palavras têm forma fixa, isto é, são iguais para o masculino e para o feminino; o que muda é o artigo (o/a gerente, o/a dirigente, o/a pagante, o/a pedinte). Em alguns (raros) casos, o uso fixa como alternativas as formas exclusivamente femininas, em que o “e” final dá lugar a um “a”. Um desses casos é o de “parenta”, forma exclusivamente feminina e não obrigatória (pode-se dizer “minha parente” ou “minha parenta”, por exemplo). Outro desses casos é justamente o de “presidenta”: pode-se dizer “a presidente” ou “a presidenta”.
A esta altura alguém talvez já esteja dizendo que, por ser a primeira presidente/a do Brasil, Dilma Rousseff tem o direito de escolher. Sem dúvida nenhuma, ela tem esse e outros direitos. Se ela disser que quer ser chamada de “presidenta”, que seja feita a sua vontade -por que não?

 

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321 Respostas

  1. Com sua licença que vou ao dentistO, agora. Bjs…

    1. Deve ser porque ela foi uma infeliz estudantA

      1. Ela deve ser mesmo uma anta!

    2. Tentando me adaptar ao raciocínio da nossa presidenta…

      – Temos então o presidento da câmara dos deputados
      – Vamos pedir à escreventa do cartório seus favores.
      – Meu amigo que é gerento de obras provavelmente não gostaria de ser chamado assim.
      – Chamaremos para uma reunião o gerento de projetos e a gerenta de planejamento.
      – Meu amigo é fluento em inglês, mas a irmã dele é fluenta em espanhol.
      – Marcela é crenta e Alberto é crento.
      – Irei ao consultório do meu dentisto.

      Isso vai dar nó na cabeça das pessoas e provocará provavelmente mais e mais erros e desrespeitos de qualquer regra gramatical por mais simples que seja um texto… e uma esculhambação geral da nossa lingua portuguesa falada e escrita no Brasil.

  2. Discordo. Ela não tem o direito de mudar a nossa riquíssima língua portuguesa.

  3. Se isso fosse correto, serventA, gerentA, atendentA e outros estariam tbm…nunca ouvi alguém ser chamado assim…isso esta certo no Brasil, que elege um analfa como Lula para “presidentO”…certo?

    1. … um “analfa” mundialmente consagrado com cerca de 30 (TRINTA) títulos de Doutor Honoris Causa…

      1. Lula Dr? Em que? Em como ser imoral…em como ser tornar rico e ter um filho que de limpador de jaula de macacos ganhando 600reais por mes, em 12 anos se tornou um dos mais ricos do Brasil….Dr em cinismo…Dr em chefiar a maior quadrilha que o Brasil já viu….tenho vergonha de ser brasileiro toda vez que leio alguem defendendo esse “Dr”…

        1. Concordo em números e gêneros com você. Fora Lula e fora PT. E quem os defende são colegas de quadrilha na menor das hipóteses um tolo.

        2. Vocês não sabem que o Lula fez 2 faculdades e meia? Só não terminou a terceira porque faltou tijolo!! Rs,rs,rs.

      2. “mundialmente consagrado”?!?!?! brasileiro é patético mesmo, ninguém tem a mínima ideia de quem seja Lula aqui! Esses títulos “Doutor Honoris Causa” eles dão aqui para qualquer zé ruela analfabeto que agrade as “elites intelectuais”(?) esquerdopatas viúvas da URSS.

      3. e que tal presidanta ?? pode ??

  4. Bom se é assim, por que não se cria a palavra “Presidento”, para definir um homem na presidência? Verdade, porque homem, heterosexual, não é minoria (fato discutível hoje em dia). As minorias devem ser homenageadas justificando novas contra-regras num idioma já complexo. As mulheres precisam de variação linguística própria para se fazerem presentes (ou seria presentas)? Agora vão me taxar de machista por estar levantando esse questionamento, mas na verdade conheço mulheres tão capazes quanto qualquer outro ser humano, que não apreciam tratamento diferenciado por serem mulheres, não precisam de “empurrõezinhos” da sociedade para competirem com homens no mercado e na vida. Esse favoritismo à minoria virou moda, e não ajuda a ninguém. A palavra presidenta está correta porque foi criada uma lei em homenagem às mulheres, que aflige a própria essência do idioma. Eu, em respeito às mulheres, continuarei utilizando “presidente”. E se inventarem uma variação para homossexuais, afro-descendentes, cadeirantes, em respeito a todos eles, continuarei utilizando “presidente”, pois são tão capazes quanto qualquer um de nós, e isso se parece mais uma “chacota” a língua portuguesa que uma homenagem.

  5. Samuel Teixeira do Amaral | Resposta

    quanto a presidente ou presidenta, está correto. o problema é que em nosso pais nunca tivemos na presidência uma mulher, era sempre homem chamávamos o presidente. hoje pode chamar a presidenta ou o presidente que também está correto. a mulher não concorre a presidente do Brasil, e sim a presidência.

    1. E o candidatO concorre a “presidêncio” da república?

  6. Ainda digo mais: Esta errado!! e vc sabe!! Nenhuma ditadura tem direito de mudar a gramatica de uma lingua.

  7. Eu que te pergunto: ” porque nao ??”
    Se esta errado mas as pessoas falam e por se tornar cotidiano o Sr nao diz estar mais errado me desculpe, mas sua profissao nao parece ter mais funçao na nossa sociedade. Quero entao que afirme que “a gente vamos” esta correto pois se todos falam se torna aceitavel nao??

    1. Bernardo, a gente vamos está correto sim, embora pareça estranho, “a gente” refere-se a um sujeito plural, e portanto admite essa conjugação.
      O termo “presidenta” sempre foi tratado como possível por grandes gramáticos do passado, como o Câmara Cascudo, por exemplo, e há uma lei, dos anos cinquentas, que obriga o uso da forma feminina para todos os cargos públicos. Então, caríssimo, deixe de birra, e aceite a informação como verdadeira, pois ela assim o é.

      1. “A GENTE VAMOS” está tão certo como “vai tomar no seu cuzão, puxa saco de ladrão!!”

  8. Lei federal 2.749, de 1956, do senador Mozart. É só por isso! Imposição da lei sobre a gramática em homenagem as mulheres. Lei é lei, mas quem quiser usar “presidente” ao referir-se a Dilma, não tá errado

  9. Sinceramente, esta “indivídua” não tem direito a nada, mesmo porquê, ela é nossa funcionária e não o contrário, e também não tem “poder” nenhum, além de ser péssima administradora . Portanto, se “ela” pode ser chamada de presidentA, o presidente também deveria ser chamado de PresidentO; a gerente de GerentA e ele de GerentO; o parente de ParentO e ParentA, o GeneralO e a GeneralA….., me poupem, isso é um deslacabro e um assassinato da língua portuguesa Pasquale !
    Além de dar crédito a uma “indivídua” que não tem amor a sua pátria, não tem respeito algum, está afundando o país na lama, então pra mim e muitos Brasileiros decentes, ela nem é PresidentE, ela é um……., não tenho adjetivos apropriados a ela, perdão !

    1. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    2. quanta ignorância!!!!!!

    3. O nivel da sua educação, deixa antever o péssimo nível do seu saber acadêmico! Seu ódio, pela Dilma, mostra que suas opiniões sobre o nosso idioma, são carentes de fundamentos gramaticais, deixando-se apenas levar cegueira política! Muito ridícula, é o que vc é!

      1. PresidAntA seria o correto para ela!

    4. Clovis ela está certissima, a palavra presidente não é masculina e nem feminina é androgina por isso mesmo não deve existir a palavra presidenta, palavra essa criada por força de lei durante a ditadura, engraçado, pensei que Dilma odiasse a ditadura, bem conveniente odiar apenas o que lhe desagrada e acatar o que lhe convem, independentemente do odio politico da Silvia ela se posicionou muito bem, não há nada de errado na opinião dela, já a sua não tem nenhum fundamento academico pra poder chamar a ela de ridicula. Todos os fundamentos gramaticais da 1ª serie do ensino fundamental estão aí se você não lembra/sabe azar o seu, procure estudar e pare de soltar fezes na internet com essa opinião de PTista fanatico.

    5. Sylvia J David, procura um tratamento urgente para vc, se é q existe para gente mal amada, recalcada e frustada. Tenho dó de vc.

  10. Professor , existe a palavra intiquizar?

  11. Por que não dizer Presidento também?

  12. Professor Pasquale, que decepção…

  13. Agora Machado de Assis dizer PARENTA em Dom Casmurro não pode também, assim como, ELEFANTA no texto elegia de baby de Drummond também está errado… Meu dicionário Houaiss é de 2004 e já cita a palavra PRESIDENTA, e a lei ordinária 12065 é de 2012… O debate é muito mais político do que gramatical sobre o uso da palavra estar ou não estar correto…

  14. Por favor, poderiam me orientar qual a função grmatical de palavra “já” no seguinte contexto abaixo ? : A oraçao ‘assim que puder’ é um termo da oração principla ‘eu sairei daqui’ . No caso, é uma oração subordinativa adverbial de tempo. JÁ a oração ‘que o socorro chegue rápido’ é uma oração subordinativa substantiva subjetiva.

  15. Pascoali, dentre os gramáticos, é considerado a mosca do cocô do cavalo do bandido. É mais um caso de gramático fabricado pela Globo.
    Substantivos e adjetivos terminado em -ente não admitem flexão de gênero. Do contrário teríamos de dizer; gerenta, pacienta, clienta! O gênero da palavra será determinado pelo artigo O ou A. PRESIDENTE é para homem ou para mulher! Se uma lei determina o contrário….pouco me importa, não é a mencionada lei que regulementa a linha portuguêsa.

  16. É PRECONCEITO E MACHISMO POR AQUI.

    Pois é, ambas estão corretas Sim, a lei federal 2.749, de 1956, do senador Mozart Lago (1889-1974), determina o uso oficial da forma feminina para designar cargos públicos ocupados por mulheres. Tal lei foi criada para honrar as mulheres que haviam participado da Segunda Guerra Mundial e afirmar sua emancipação na sociedade, afinal, era a primeira geração feminina que nascera com direito ao voto ao custo de muita luta, além se serem heroínas de guerra.
    De lá pra cá a participação da mulher na sociedade só veio a crescer chegando ao ponto de termos uma mulher como “presidenta” da República, foi um grande salto de cidadania, e não havia maneira melhor para homenagear as mulheres em geral, que adotando o termo “presidenta” por Dilma Rousseff. Mas infelizmente o estigma social do preconceito e do machismo permanece.

    1. MEU AMIGO… ONDE É QUE VOCÊ ESTÁ VENDO MACHISMO NO TERMO? PARA COM ISSO! ENTÃO DEVEREMOS DEIXAR DE SER MACHISTAS E ABRANGERMOS PARA “ESTUDANTA”, “GERENTA”, “DIRIGENTA” “PEDINTA”, “AGENTA”, “FLUENTA”… ISTO AQUI NÃO SE TRATA DE PRECONCEITO, MAS DE NORMA CULTA DO PORTUGUÊS. RICARDO DE HOLANDA NEVES TEM TODA A RAZÃO… DAÍ A TRANSCRIÇÃO: “Pasquale que me desculpe mas a gramática da língua portuguesa não abre qualquer exceção, quando trata dos sufixos ante, ente e inte. As palavras “parenta” e “presidenta” constam dos dicionários, porque o povo inculto costuma utilizá-las, mas a Língua Culta, não admite tamanho absurdo. Os dicionários também trazem a palavra governanta, que existe na Língua Culta. Mas, aprendam, “governanta” é feminino de mordomo. Ademais, em Portugal, principalmente, admite-se o uso de “parenta” e a colocação do “a” em algumas outras palavras terminadas em ante, ente e inte, mas tal forma restringe-se ao uso “pejorativo” da palavra. Por exemplo: quando uma família tradicional tem entre os seus membros uma prostituta, costuma se referir a ela, dizendo: “aquela parenta distante e devassa nunca prestou”.”

      1. quanta ignorância!!!!!!

      2. É de rir, esse tal de Elídio (quem?), querendo contestar o saber acadêmico e linguístico do professor Pasquale! A própria Academia de Letras do Brasil, já oficializou e legitimou o uso do termo “presidenta”, há mais de 40 anos. A falta de conhecimento e a desinformação, proporcionam essas opiniões descabidas, de muita gente sem noção!

        1. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

          Ridiculo alguém ababr um ovo de um professor metido a sabe tudo e infalível, só pq o mesmo é famosinho global. Cresça e apareça.

        2. Ops, babar ovo! Humanos erram, até o pasquale, que lê dicionários escritos por humanos, que também erram…. Amadureçam, bobinhos, qualquer mongol vê que apenas uma deturpação gramatical justificaria o termo usado pela presidanta. Matou aula pra fazer protesto emaconhada e explodir soldado, não quis ser uma estudanta.

  17. Pasquale que me desculpe mas a gramática da língua portuguesa não abre qualquer exceção, quando trata dos sufixos ante, ente e inte. As palavras “parenta” e “presidenta” constam dos dicionários, porque o povo inculto costuma utilizá-las, mas a Língua Culta, não admite tamanho absurdo. Os dicionários também trazem a palavra governanta, que existe na Língua Culta. Mas, aprendam, “governanta” é feminino de mordomo. Ademais, em Portugal, principalmente, admite-se o uso de “parenta” e a colocação do “a” em algumas outras palavras terminadas em ante, ente e inte, mas tal forma restringe-se ao uso “pejorativo” da palavra. Por exemplo: quando uma família tradicional tem entre os seus membros uma prostituta, costuma se referir a ela, dizendo: “aquela parenta distante e devassa nunca prestou”.

  18. É de se lembrar que a forma “estrupo”, ao invés de “estupro”, consta do VOLP – Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, elaborado pela Academia Brasileira de Letras. Para mim, concordando com vários comentários abaixo, não se legitima morfologicamente o vocábulo pelo mero reconhecimento da ABL, que sempre cede a clamores políticos. ‘Presidenta’ é um ‘estrupo’ da língua e dos ouvidos.

    1. Então joguemos a Academia no lixo e partamos para a língua portuguesa a gosto pessoal.

    2. Há um equivoco no seu argumento: tanto a palavra ESTRUPO, quando a palavra ESTUPRO estão no VOLP, porém a semelhança é somente na fonética, com significados totalmente diferentes. CUIDADO!

  19. Discordo de meu ídolo Pasquale. Presidenta não da pra engolir. Se ela pode ser chamada de presidenta ferindo as regras então prefiro chamá-la mais propriamente e aí não infrinjo regra alguma pois mais não faço que a definir, posso chama-la de presid’anta.

    1. BOA! KKKK NA VERDADE , EXCELENTE!!!

    2. Parabéns…. Adorei seu comentário. Muito apropriado.

      1. Discordar do seu ídolo Pasquale é perfeitamente compreensível. “Presidenta” não uma palavra fácil de engolir. Mas ela pode ser chamada de presidenta e não fere regra nenhuma, porque a palavra existe e consta no vocabulário oficial da língua portuguesa da Academia Brasileira de Letras. Preferir chamá-la de presid’anta é gosto pessoal e até democrático. Mas não se aborreça com PRESIDENTA. É palavra feia, porém legítima. Abraços.

    3. Discordar do seu ídolo Pasquale é perfeitamente compreensível. “Presidenta” não uma palavra fácil de engolir. Mas ela pode ser chamada de presidenta e não fere regra nenhuma, porque a palavra existe e consta no vocabulário oficial da língua portuguesa da Academia Brasileira de Letras. Preferir chamá-la de presid’anta é gosto pessoal e até democrático. Mas não se aborreça com PRESIDENTA. É palavra feia, porém legítima. Abraços.

      1. Estar escrito, erroneamente, por aceitar neologismo chulo, em um dicionário que contém, não apenas esse erro, legitima um termo tão chocantemente deplorável gramaticalmente falando? Explique isso com uma regra gramatica, aí sim, legitimarei.

  20. Gostaria de saber se digo: Obrigado ou obrigada? É errado uma mulher dizer obrigado?

    1. Sim mulher diz obrigadA.

  21. Eu não participo muito das discussões, mas não consigo digerir esse tipo de colocação. Meus ouvidos gritam e o cérebro remete á possibilidade de se utilizar termos, outrora, inutilizáveis, como: policial/policianta? estudante/estudanta? etc/etc.
    Tal qual temos hoje, outro “jargão” advindo da gestão atual: em certo discurso, se ouve: trabalhadores e trabalhadoras!!!
    Será que tive professores tão ruins na escola? o artigo sempre foi valorizado para este tipo de tratamento/aplicação.
    Tenho 36 anos e não consigo ouvir este tipo de coisa, imagina comprimentar uma policial: “bom dia policianta!”, além de ser horrível, parece uma ofensa.

    1. mas estamos falando das terminações ‘ante’ ‘ente’ e ‘inte’. O que policial tem a ver Alexandre?

  22. A Língua Portuguesa admite as duas formas: *A presidente ou *a presidenta.
    Prefiro a pronúncia “a presidente Dilma”, mas se a Dilma quer ser chamada de presidenta, não está errada! Oras!

    1. Opa! Que bom que você sabe que a palavra PRESIDENTA existe..
      É direito dela querer ser chamada de PRESIDENTA, mas nós, também, temos o direito de chamá-la de PRESIDENTE, ORA!

  23. Meu Deus, moro em um país onde as pessoas se expõem ao ridículo ao discutir o uso de substantivos que em nada acrescentam à nação apenas para implicâncias políticas, e não se dão ao trabalho de se informar direito sobre a Morfologia na Língua Portuguesa e não se preocupam com a violência, com a fome, com a miséria…

    1. Descupe! Não acho isso ridículo.
      Quero saber se o que se diz ou se fala, é a forma correta. Tenho dúvidas, e assim busco satisfazê-las estudando e buscando pessoas mais esclarecidas do que eu. Não discuto política e nem pretendo fazê-lo. Conhecimento não é discutir política…
      Abç

    2. Talvez o “ridículo” seja melhor posicionado para indicar aqueles que encontram-se em momento e local inadequado.
      Poderiam as pessoas que discordam de certas discussões, desmerecendo-as ou tentando invalidar a questão, partir para aquilo que acredita ser realmente relevante.
      Concordo que os temas “fome, violência e miséria” são relevantes e urge destaque sobre todos os demais, porém, não se deve parar o mundo a despeito de opiniões, filosofias e/ou tragédias. A vida sempre continua.
      Portanto, temos sim, que nos debruçar em todos os assuntos literários, sociais, políticos, humanos, etc. e contribuir, mesmo que seja dizendo que “estamos aqui e não somos tão passivos”.

      1. Concordo com você. Confesso não ter um conhecimento profundo sobre o tema – presidente(o) (a) -, todavia acho essa discussão importante. É justo, na verdade, é imperioso que aprimoremos nossos conhecimentos. E este tema me interessa não pelo fato da política em si, mas sobretudo pelo fato de que, me parece que nos dias atuais qualquer expressão utilizada, seja ela “certa” ou “errada”, passa a constar nos dicionários, nas gramáticas… bem como pela sede de reforma ortográfica dos últimos governantes como no discutível caso da substituição do ç, ss, z, etc…

  24. Ancila Maria Ramos Franco | Resposta

    Procurei nos quatro dicionários que tenho em casa ( KOOGAN LAROUSSE DE 1979, DICIONÁRIO DA EDITORA ABRIL DE 1974 , DICIONÁRIO O GLOBO, DICIONÁRIO AURÉLIO ) e pesquisei em alguns sites. Em todos eles a palavra PRESIDENTA está “correta”. PRESIDENTA, s. f. ( neol.) Mulher que preside; esposa de um presidente (feminino de um presidente). LEI FEDERAL DE 2.749 de 2 de Abril de 1956 do Senador Mozart Lago (1889/1994) determina o uso oficial da forma feminina para designar cargos ocupados por mulheres. ERA LETRA MORTA. Até o país escolher sua primeira mulher à Presidência da República.

    1. O uso do termo “presidenta” apenas estás correcto porque alguém decretou isso, e somente no Brasil, porem a realidade é que a lingua Portuguesa não faz destinção de genero quando se usa o termo presidente.

      presidente
      adjectivo de 2 géneros
      que preside
      nome de 2 géneros
      1. pessoa que preside
      2. chefe de uma assembleia, tribunal, junta, etc.
      3. título do chefe de Estado em algumas repúblicas
      (Do latim praesidente-, «governador de província»)

      presidente In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-07-29].
      Disponível na www: .

      1. Caro Luso Atento:
        Para nós, aqui no Brasil, também não existe “destinção” e sim, distinção, que é a qualidade daquele que é distinto, ou a capacidade de distinguir.
        No caso acima mencionado, pode-se perceber que os dicionários mencionados não foram editados após o decreto presidencial.

  25. Beleza, mas “esqueceram-se” de avisar ao Aurélio Buarque de Hollanda!

    1. Tem a palavra presidenta no dicionário e ponto! O professor P.C.N está certo!

      1. VOCÊ E P.C.N DETERMINARAM ISTO E PONTO!!! SE UM DECRETO DETERMINAR QUE PRESIDANTA ESTÁ CORRETO, QUEM SOMOS NÓS??????

  26. Prof (professor??) Pasquale, eu sempre consultava as suas dicas. Parei de fazê-lo depois que vi esta explicação arranjada para puxar o saco da nossa presidentE. A verdadeira aula de português está abaixo. Leiam:

    ATÉ QUE ENFIM ALGUÉM CORRIGIU ISSO
    (aula de português)

    Uma belíssima aula de português!
    Foi elaborado para acabar de vez com toda e qualquer dúvida se tem presidente ou presidenta.
    A presidenta foi estudanta? Existe a palavra: PRESIDENTA?
    Que tal colocarmos um “BASTA” no assunto?

    Miriam Rita Moro Mine – Universidade Federal do Paraná.
    No português existem os particípios ativos como derivativos verbais.
    Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante…
    Qual é o particípio ativo do verbo ser?
    O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.

    Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
    Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não “presidenta”, independentemente do sexo que tenha.
    Diz-se: capela ardente, e não capela “ardenta”; se diz estudante, e não “estudanta”; se diz adolescente, e não “adolescenta”; se diz paciente, e não “pacienta”.

    Um bom exemplo do erro grosseiro seria:
    “A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta”.

    DE HOJE EM DIANTE SÓ PUXA SACO IGNORANTE DIRÁ: PRESIDENTA

    1. “Nunca escrevi absolutamente nada sobre a existência ou não da palavra “presidenta”. Meu nome está sendo usado indevidamente como autora de um texto que circula na internet e na imprensa.

      Sou professora da Universidade Federal do Paraná – UFPR, Departamento de Hidráulica e Saneamento, graduada em “Engenharia Civil “ e com pós-graduação em cursos de “Engenharia“ (Mestrado e Doutorado) e professora de cursos de “Engenharia” na UFPR (ver meu Curriculum Lattes – http://www.cnpq.br – plataforma lattes)

      Eu jamais escreveria um texto que não fosse da minha área de atuação.

      Miriam Rita Moro Mine

      Miriam Rita Moro Mine
      Universidade Federal do Paraná
      Departamento de Hidráulica e Saneamento
      Caixa Postal 19011
      81531-990 Curitiba – PR”

    2. Aconselho você consultar o dicionário antes de sair publicando qualquer artigo, principalmente de uma pessoa que não é especialista em português e sim em recursos hídricos e saneamento (consulte o curriculum dela no Google).

  27. Boa tarde Mestre;
    Não sou e nunca fui bom em português, mas não consigo aceitar a palavra ” Presidenta” além de feia ela é no mínimo estranha, ainda mais pelo fato de se reportar ao cargo maximo de um País. Se é estranha para os brasileiros, imagina para o resto do mundo. Enfim, prefiro concordar com p Jô. Abraço

  28. Noeli Teixeira,
    Pessoal, esse é o jeito que as vezes ela quer que seja tratada, e por ter o diploma mais difícil de se conseguir neste tão imenso país, não quer dizer que temos que nos adaptar ao seu jeito fugindo que nosso linguajar do contidiano que nos fornece mais segurança em expressar.
    Acredito que isso só tenha sida uma suposição nos diálogos nesta tela.
    E se as duas palavras são corretas, não vamos distorcer nada pra tentar agradar ninguém, uma vez que não estamos prejudicando integridade moral de nenhum cidadão/ cidadã.

  29. Como é bom ser o “papa” da lingua portuguesa, não é mesmo? Pode distorcer as regras da lingua portuguesa para puxar o saco da presidentE, e ninguem vai discutir. Ah, porque foi o Prof Pasquale que disse. Então para o pianistA, a forma masculina, de agora em diante, fica sendo pianistO. O presidente, então, passa a ser PresidentO. e assim por diante, ao seria “assim por diantO”.

    1. Nossa! Percebo que você entendeu tudo.

    2. Uau… cara você não leu nada do que o Professor falou, confessa!

    3. Concordo plenamente

    4. Paulo Seria cômico, se não fosse trágico seu comentário.

    5. Concordo em tudo que você falou camarada, é o famoso puxassaquismo, e que pena que venha de um dos maiores professores do país.
      Então vou começar a chamar minha gerenta, minha dirigenta, minha chefa e assim por dianta…putz só no Brasil mesmo!

      1. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA
        Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
        Art. 1º As instituições de ensino públicas e privadas expedirão diplomas e certificados com a flexão de gênero correspondente ao sexo da pessoa diplomada, ao designar a profissão e o grau obtido.
        Art. 2º As pessoas já diplomadas poderão requerer das instituições referidas no art. 1º a reemissão gratuita dos diplomas, com a devida correção, segundo regulamento do respectivo sistema de ensino.
        Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
        Brasília, 3 de abril de 2012; 191º da Independência e 124º da República.

        1º – Vejam bem, não foi Dona Dilma quem decretou, e sim o Congresso:
        “Faço saber que o Congresso Nacional decreta …” Art. 1º As instituições de ensino públicas e privadas expedirão diplomas e certificados com a flexão de gênero correspondente ao sexo da pessoa diplomada, ao designar a profissão e o grau obtido.

        2º – Ninguém está proibido de chamá-la ou se referir a ela como A PRESIDENTE.
        Mas estamos obrigados a flexionar o gênero em expedições de certificados, diplomas… Entende?

        3º – A expressão A PRESIDENTA, oficialmente já exite desde quando Dona Dilma tinha 9 anos de idade. Lei federal 2.749, de 1956, do senador Mozart Lago (1889-1974), determinou o uso oficial da forma feminina para designar cargos públicos ocupados por mulheres. Era palavra morta, mas consta no vocabulário ortográfico da lingua portuguesa da Academia Brasileira de Letras, até o país escolher sua primeira mulher à Presidência da República. É feio, concordo! O problema é que não houve nem há consenso linguístico que justifique opção contrária à lei.
        Muitos professores, gramáticos e dicionaristas se apressaram em dizer que tanto “a presidente” como “presidenta” são legítimas. A palavra é vellha, estava lá no dicionário de Cândido de Figueiredo (1899):
        “Presidenta, f. (neol.) mulher que preside; mulher de um presidente. (Fem. de presidente.)”.

        4º – Curiosamente ninguém se amofina quando pedimos a presença dA GOVERNANTA do hotel para fazermos uma reclamação. Não é mesmo?
        A propósito; existem palavras dessa classe que tem feminino sim, outras não tem: GIGANTE / GIGANTA – ELEFANTE / ELEFANTA (pode ser aliá também) – ALMIRANTE / ALMIRANTA – COMEDIANTE / COMEDIANTA – INFANTE / INFANTA – PARENTE / PARENTA…
        Os dicionaristas não são concordes quanto a classificação dos vocábulos citados, mas o que vem ao caso, aqui, é se as palavras existem ou não. E existem! Estão lá no vocabulário ortográfico da lingua portuguesa da AcademiA Brasileira de Letras. Tem força de lei! Ou a gente acata, ou joga essa academia no lixo e vamos fazer uma outra língua portuguesa bem particular.

        5º – Como os dois vocàbulos existem e são oficiais, escolha o que melhor lhe convier. É fácil! Faça isso. Não se aborreça não! Nossa língua é farta.

        A obrigatoriedade de expedição de diplomas com flexão de gênero é legal!
        Pense: Se uma moça se formasse em medicina, claro que todo mundo ficaria muito mais contente se no canudo dela constasse MÉDICA e não MÉDICO, certo?
        Maria Fulana – ENGENHEIRA, e não ENGENHEIRO
        Maria Beltrana – BIÓLOGA, e não BIÓLOGO
        Maria Cirana – CONTADORA, e não CONTADOR

    6. Paulo, vc constuma ler?

      1. Paulo, vc costuma ler?

      2. Caraca! Você está atento a tudo.

    7. Consulta o dicionário. Presidenta tá lá bem antes da Dilma ser eleita.

      1. Segundo a Língua Portuguesa, as duas formas estão corretas: A presidente ou a presidenta.
        Prefiro falar “a presidente”, mas se a Dilma prefere ser chamada de presidenta, não está errada. Só isso. Simples!

  30. É pessoal isso que dá a gente herdar esse infeliz costume antigo de chefes da nação de sempre trocar algo no nosso país e essas trocas nem sempre são favoráveis. Agora a “dita” querer trocar até o português isso já é demais. Concordo com o Paulo no comentário: só porque ela quer ser chamada assim não quer dizer que devo obedecer esse costume ridículo. Vou sempre se dirigir como explicado o texto do professor, “a presidente” só porque ela está sendo muito feminista em ser a 1° presidente mulher no Brasil. Tantos outros assuntos à se resolver

    1. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA
      Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
      Art. 1º As instituições de ensino públicas e privadas expedirão diplomas e certificados com a flexão de gênero correspondente ao sexo da pessoa diplomada, ao designar a profissão e o grau obtido.
      Art. 2º As pessoas já diplomadas poderão requerer das instituições referidas no art. 1º a reemissão gratuita dos diplomas, com a devida correção, segundo regulamento do respectivo sistema de ensino.
      Art. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
      Brasília, 3 de abril de 2012; 191º da Independência e 124º da República.

      1º – Vejam bem, não foi Dona Dilma quem decretou, e sim o Congresso:
      “Faço saber que o Congresso Nacional decreta …” Art. 1º As instituições de ensino públicas e privadas expedirão diplomas e certificados com a flexão de gênero correspondente ao sexo da pessoa diplomada, ao designar a profissão e o grau obtido.

      2º – Ninguém está proibido de chamá-la ou se referir a ela como A PRESIDENTE.
      Mas estamos obrigados a flexionar o gênero em expedições de certificados, diplomas… Entende?

      3º – A expressão A PRESIDENTA, oficialmente já existe, desde quando Dona Dilma tinha 9 anos de idade. Lei federal 2.749, de 1956, do senador Mozart Lago (1889-1974), determinou o uso oficial da forma feminina para designar cargos públicos ocupados por mulheres. Era palavra morta, mas consta no vocabulário ortográfico da lingua portuguesa da Academia Brasileira de Letras, até o país escolher sua primeira mulher à Presidência da República. É feio, concordo! O problema é que não há consenso linguístico que justifique opção contrária à lei. Muitos professores, gramáticos e dicionaristas se apressaram em dizer que tanto “a presidente” como “presidenta” são legítimas. A palavra é vellha, estava lá no dicionário de Cândido de Figueiredo (1899):
      “Presidenta, f. (neol.) mulher que preside; mulher de um presidente. (Fem. de presidente.)”.

      4º – Curiosamente ninguém se amofina quando pedimos a presença dA GOVERNANTA do hotel para fazermos uma reclamação. Não é mesmo? A propósito; existem palavras dessa classe que tem feminino sim, outras não tem não: GIGANTE / GIGANTA – ELEFANTE / ELEFANTA (pode ser aliá também) – ALMIRANTE / ALMIRANTA – COMEDIANTE / COMEDIANTA – INFANTA / INFANTE – PARENTE / PARENTA…
      Os dicionaristas não são concordes quanto a classificação dos vocábulos citados, mas o que vem ao caso, aqui, é se as palavras existem ou não. E existem! Estão lá no vocabulário ortográfico da língua portuguesa da Academia Brasileira de Letras. Tem força de lei! Ou a gente acata, ou joga essa academia no lixo e vamos fazer uma outra língua portuguesa bem particular.

      5º – Como as duas expressões existem e são oficiais, escolha a que melhor lhe convier. É fácil! Faça isso. Não se aborreça não!

      1. Obrigado pelas justificativas porém não estou aborrecido. Por qual motivo darei esse gosto a alguém? Só disse que não sou obrigado a falar uma palavra que não quero, e se vc leu bem o texto do professor no final condiz o que eu me refiro. Vc com os seus 5 elemento tem o seu aborrecimento comigo eu tenho minhas opiniões e não vou muda. Afinal é muito bom saber que alcancei meu objetivo.

    2. Somos um pais de analfabetos, onde o exemplo deveria vir de cima, a ignorância governamental contribuiu muito para piorar.
      Lembrando que vosmecê também é uma palavra ridícula antiga, porquê não usar também. A presidenta é a geranta, dirigenta da nação porque como estudanta esta reprovada.

  31. Eu não to nem aí. Vou chamá-la de PRESIDENTE e pronto. Me recuso a fazer a vontade dela. ^^ Além do mais eu sempre chamei de PRESIDENTE todas as mulheres com esse cargo, não é com ela que vai ser diferente. Afinal ela se diz GOVERNANTE do país, mas aposto que não quer ser chamada de GOVERNANTA, né?

    1. Vdd sem falar que eu não chamo minha chefe de “chefa”, gerente de “gerenta” representante de “representanta” e por aí vai…

  32. É uma questão de bom censo avaliar que o uso de “a presidenta” é declarar 2 vezes o gênero da palavra, o que seria uma total deselegância gramatical (representando um retrocesso na linguagem culta). Portanto, sendo a representante máxima de uma nação, cabe a mesma dar o exemplo.

    1. Não me leve a mal, Felipe, mas é senso e não censo. Censo é a contagem que faz o IBGE.

    2. Falar de elegância e retrocesso na linguagem culta usando “censo” no sentido de “senso” é, no mínimo, engraçado. Não vejo deselegância alguma. Parece ser implicância política levada ao ridículo.

  33. ÚLTIMA FLOR DO LÁCIO……… I N C U L T A………… E BELA
    Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac….

  34. Não concordo com a palavra “presidentA” Horrível. (sou um cidadão comum), mas tive a felicidade de estudar Latim por 4 anos. Mas veja bem, tenho ouvido que nosso país esta classificado em penúltimo lugar no que se refere a Educação. O correto é: A presidente. Infelizmente nossos políticos, erroneamente para serem eleitos, usam deste recurso: “Quanto menos instruído for o povo de um país mais fácil de ser enganado com uma vasta propaganda política ENGANOSA”.

  35. Aqui no Brasil temos um órgão oficial que regula nossa língua, e tem força de lei.
    As palavras GOVERNANTA, PRESIDENTA, PARENTA… existem, e constam no VOLP
    (vocabulário ortográfico da língua portuguesa) da Academia Brasileira de Letras,
    Gostem ou não, o uso e perfeitamente certo. Pra que se amofinar com isso?
    Use aquela que gostar mais. Consulte sempre o VOLP.
    Certos dicionaristas dão até significados (sempre muitos lógicos) a palavras que ainda não existem, mas podem levar aos que fazem concursos receber notas baixas se a usarem; Ex.: MENSALÃO, FOGUENTA… Mas NÂO é o caso de PRESIDENTA.
    A palavra existe, pode não ser do agrado de muitos… então use A PRESIDENTE.
    Simples, não?
    O que não existe é o particípio irregular do verbo chegar: “ELE HAVIA CHEGO” Cruzes!

  36. Bem articulado o comentador, a cima. Assim ‘se vai’ mais um conhecimento para a lata do lixo da Ignorância. Pois ‘assassinaram o substantivo comum de 2 gêneros’. Agora, depois da Tirania da Sª Dilma, está (ria) morto/extinto… Imagine um representante discursando: ÀS ESTUDANTAS, digo…! Horrorível (cont. de ‘horroroso + horrível’)! Quando surgem essas ‘pérolas do Retrocesso no Ensino Fundamental’, lembro-me da frase ‘Freud explica’ – mas só da frase; não que Freud explique alguma coisa disso! Quero dizer que é Complexo em demasia entender as ‘mentalidades’ por Aqui! As possibilidades são tantas, e entre mil, por exs.: propensão/TENDÊNCIA à Tirania? Ora, como explicar o fato – inusitado, no caso – de alguém ‘ascender’ à Presidência; e Jornalistas ‘virarem’ ignorantes no ‘vernáculo’ ‘dia pra noite’, ou, ‘em Plena Edição de Jornal de horário nobre’? E a população…? Deu UM BRANCO do ‘português’?! Seria por medo? Uma mente de pavor ‘a la AI-5’?! Ou puro ‘puxa saquismo’, mesmo? Meu Deus! Pior é os ‘âncoras’ de TV’s Oficiais’! É vero – já dizia o Poeta/Compositor – que ‘assassinaram a Gramática INCLUSIVE – além da Lógica; mas, jornalista praticando Atentado Contra a Gramática em pleno horário nobre, é Demais! Alguém, por piedade me arranja uma passagem para eu mudar dAqui?! Digo: uma passagem, sem retorno!

    1. Pior ” é ” os âncoras Armando? SÃO os âncoras não é, questão de concordância….

      Mas só pra lembrar o que o Sergio Luiz deve estar careca mil vezes de dizer aqui rss
      O amparo legal e oficial da utilização de ambos os termos deveria encerrar qualquer discussão independente do gosto pessoal de cada um
      “Há uma lei federal que determina o uso oficial da forma feminina para designar cargos públicos ocupados por mulheres no Brasil” Lei federal nº 2749 de 1956, quando a nossa presidente tinha apenas 9 anos de idade!!!

      Portanto seu uso é absolutamente legítimo!
      Particularmente eu prefiro e utilizo o termo presidente muito mais sonoro e por consequência agradável, mas errado não está e não foi invenção dela, o termo presidenta consta ainda do dicionário Candido Figueiredo datado de 1899.

  37. Daqui ha alguns anos teremos ESTUDANTA !

    1. Daqui a alguns anos teremos…
      Há é passado!

      1. Duvido muito, Gil. Pelo menos num colégio misto, Maria é “O melhor ESTUDANTE”.
        Pode ser que ocorra ESTUDANTA num colégio só de meninas, mas por enquanto nesses colégios, Maria é “A melhor ESTUDANTE”.

  38. Se a Dilma é a presidenta o Lula não teria sido um presidento? A forma de dizer “presidente” só muda para o feminino? E para que mudar? Soa melhor? É mais chique ? Creio que não. Acho uma babaquice chamá-la de Presidenta. Ah sim, é uma forma diferente, uma forma de identifar melhor que o Brasil agora tem uma mulher na presidência. Mesmo assim continuo achando uma babaquice, mas quem sou eu para achar ou não? Se está correto, como diz o ilustre Professor Pascuale (Pascuale e não Pascoal) temos a liberdade de escolher. Escolha vc também, vc é livre e vive em um país que se diz democrático. Viva a liberdade !!!!

  39. Moçada, a questão é a seguinte: toda língua é dinâmica e é notório que a nossa já havia enterrado a forma ‘presidenta’, que passa agora a depender da vontade oficial da senhorita Dilma e de leis que obrigam o seu uso.

  40. Por mais que haja esta possibilidade, veja quem usa as 2 formas e conclua qual é a mais aceita. A com terminação com a letra “a” (me recuso a escrever) só é usada por estes petistas revoltados, enquanto a imprensa culta, em sua esmagadora maioria, usa a forma PRESIDENTE.

  41. Ela pode ser chamada de presidenta, mas se nu concurso publico eu coloco essa merda vem um corrigidor de prova e me tasca um errado!

    1. Sinto muito Glayson, mas, depois ” nu concurso” e “corrigidor” , meu caro. Nota zero prá você.

      1. Michele, você esqueceu de comentar que público tem acento!

        1. kkkkkk valeu Michele

  42. é presidente e acabou. O feminismo da presidenTE que criou esta bizarrice

  43. O que as pessoas precisam entender é que alguns (não todos) substantivos terminados em (nte) aceitam as duas variantes do gênero feminino (a uniforme – vale para feminino e masculino e a flexionada,exclusivamente feminina, porém não obrigatória). E um destes substantivos é “presidente”. Há registros da palavra “presidenta” na língua portuguesa desde 1899. E a lei federal 2.749, de 1956, do senador Mozart Lago, determina o uso oficial da forma feminina para designar cargos públicos ocupados por mulheres. Não entendo esta celeuma toda. Não se trata de puxa-saquismo do PT ou da presidente (assim uso por preferência) porque o termo existe muito antes de Dilma assumir mais elevado posto político do Brasil.

  44. Se a norma culta da língua permite que substantivos como parente, presidente tenham as duas formas para o gênero feminino eu não entendo o porquê desta celeuma toda. Eu sempre tive esta informação dos meus professores de língua portuguesa quanto ao substantivo presidente, muito antes da Dilma se tornar Presidenta ou Presidente. Para os que gostam de questionar a flexão de presidente para presidenta, por que não polemizar o plural de substantivos terminados em “ao”? Sim, porque o plural de cão é cães, o plural de mão é mãos e plural de colchão é colchões. Não é porque tem a mesma terminação que seguem rigorosa e necessariamente o mesmo padrão.

    1. Certíssimo, Sr. Luciano.

      E, se dúvidas ainda houver, recomendo consultar o nosso “Aurélio” ou quaisquer outros dicionários da língua portuguesa. Lá, encontraremos as palavras “presidente” e “presidenta”.

      Realmente, não entendo tanta celeuma a cerca dessa palavra.

    2. Daqui ha alguns anos teremos ESTUDANTA !

      1. É incrível a preguiça que as pessoas tem de ler, leiam as explicações com a alma desarmada minha gente, quem está educadamente respondendo aqui são pessoas cultas, que tem argumentos sólidos, conhecimento profundo sobre o assunto, o Sergio Luiz, Luciano Franco, Lavinia Andrill… não se trata de se serem contra ou favor, todos estão tentando esclarecer os fatos calma e educadamente, abram suas mentes, é o melhor caminho para se aprender

  45. E ‘governanta” da casa?

  46. Antonio Fernando Oliveira | Resposta

    Ok ! então que venham as gerentas, estudantas, serventas, agentas, dirigentas …e viva a lingua “brasileira” !

    1. Puta que pariu!!! Ainda não entendeu? Com a exolicação do Luciano Franco qualquer asno entende..

  47. Vamos aguardar o fim do mandato da “Presidenta” para voltarmos ao uso mais adequado, ainda que a diversificação seja uma questão de direito daquele que tem o poder.

    1. kkkk, vai dar certo seu comentário não. por que depois dela vamos ter outra presidenta!!!!

  48. PARA QUEM GOSTA DE DIVERSIFICAR É SÓ COMEÇAR,COM A PRESIDENTE OU TERMINAR COM A PRESIDENTA

  49. Da mesma forma que existe duplas formas de dizer verbos em conjugação, como – ELE HAVIA CHEGO, ou, ELE HAVIA CHEGADO, pode-se dizer qualquer umas das opções que está absolutamente CERTO, a presidente Dilma ou a presidenta Dilma, PORÉM, claro que o melhor de se dizer é A PRESIDENTE DILMA.

    1. ELE HAVIA CHEGO é particípio condenado por todos os livros de português.
      O verbo CHEGAR só aceita particípio regular – CHEGADO. FAZER, por exemplo, só aceita particípio irregular – FEITO (imagina FAZIDO?) é tão horroroso quanto CHEGO
      Outro verbos aceitam dois particípios: PRENDIDO e PRESO – SOLTADO e SOLTO…
      Os regulares são usados com os verbos TER e HAVER e os irregulares com os verbos SER e ESTAR. Ex.: Maria HAVIA ou TINHA PRENDIDO o dedo na janela.
      Naquele ano, o prefeito FOI PRESO (pela polícia) ou ESTAVA PRESO na Ilha Grande.
      Entendeu?

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