Arquivos Diários: 26 abril, 2011

A ANTROPÓLOGA de zeca nunes pires estréia nos cinemas de Florianópolis

Sobre o longa metragem catarinense ” A ANTROPÓLOGA” e seu diretor ZÉCA NUNES PIRES

O longa A Antropóloga,um filme dirigido pelo ilhéu Zéca Nunes Pires (seus antepassados vieram da Ilha do Faial), filho do ilustre professor Aníbal Nunes Pires,sobrinho-neto dos escritores Eduardo e Horácio Nunes Pires  e neto de Feliciano Nunes Pires,escritor,autor da letra do Hino de Santa Catarina,eminente homem público. Como seus ilustres familiares Zéca Pires é um homem de cultura.Preocupado em salvaguardar os valores culturais de sua terra, de ouvir a sua gente, de ser voz livre a favor da democracia da cultura. Seu filme A Antropóloga representa uma inovação na cinematografia catarinense. Com cerca de 90% das imagens captadas na Costa da Lagoa,comunidade remota de pescadores da Ilha de Santa Catarina,o filme retrata Florianópolis com um novo olhar.O olhar do imaginário insular e bruxólico,da ilha encantada com seus mistérios anímicos cantada em prosa e verso por tantos escritores e,sobretudo,por Franklin Cascaes. Fala da memória coletiva,dos usos e costumes,da vida de uma comunidade localizada junto a Lagoa da Conceição, no mesmo cenário onde há 260 anos chegaramos povoadores açorianos.
O Blog Comunidades cumpre a sua missão de noticiar a realização deste importante projeto cinematográfico de grande relevância para a produção cultural do nosso estado. Principalmente,difundir os andamentos do longa metragem “A Antropóloga”,em fase de finalização,dirigido de forma competente,criativa pelo jovem e talentoso cineasta (realizador) José Henrique Nunes Pires (Zéca Pires). No seu longo caminho,Zéca contou com uma série de apoios institucionais e, sem dúvida, poder contar com a parceria inconteste da RTP-Açores foi fundamental-

Apresenta-se um “release” sobre “A ANTROPÒLOGA”,na certeza de seu grandioso sucesso.

Lélia Pereira da S.Nunes
Fevereiro.2009

 A ANTROPÓLOGA –

1. O Filme

A protagonista Malu (Larissa Bracher), antropóloga açoriana da Ilha do Pico, resgata com grande suspense os mistérios da cultura popular e do folclore da Ilha. É por meio do olhar de Malu que a Costa da Lagoa se transforma em cenário de experiências emocionantes, que unem humanos e espíritos em ambientes de intensa magia. Muitos planos sugerem um olhar de “espreita”, muito comum na comunidade da Costa da Lagoa, seja pela característica da pequena localidade de pescadores ou pelo olhar de um ser estranho presente nas lendas locais e no filme. Esses enquadramentos, segundo Nunes Pires, não correspondem a planos do narrador e sim de alguém que observa esses momentos. 

2.O Enredo

O enredo de A Antropóloga é também uma homenagem às tradições populares de Florianópolis. A obra de Franklin Cascaes, renomado artista plástico e pesquisador da Ilha, inspiram o eixo central da trama que envolve Malu em surpreendentes descobertas.
Oferecendo entretenimento, suspense e conhecimento sobre este estranho aspecto da cultura catarinense, nosso público alvo pretendido é o freqüentador de cinema, acima de 12 anos, morador das grandes cidades

3.Sinopse
A Antropóloga é um longa-metragem de suspense que aborda a relação dos habitantes da Costa da Lagoa, um reduto açoriano em Florianópolis, com o mundo sobrenatural, no tempo presente. Por meio da protagonista Malu, uma antropóloga açoriana, nascida na Ilha do Pico,que vem ao sul Brasil desenvolver uma pesquisa sobre etnobotânica, são vivenciadas experiências que desafiam o limite do entendimento sobre a razão e a imaginação.
Aos 33 anos, Malu realiza na Costa da Lagoa sua primeira pesquisa de campo como antropóloga. Mais do que um marco em sua carreira, a viagem a Florianópolis também representa a chance de evoluir em sua vida pessoal, marcada por relacionamentos difíceis e perdas. É com Dona Ritinha, a benzedeira mais famosa da comunidade, que Malu começa o aprendizado sobre a cultura mística que os descendentes de açorianos preservam no local. Ao acompanhar seu trabalho com as ervas no tratamento de Carolina, filha do médico Adriano, Malu descobre que a menina está sendo empresada por uma bruxa maléfica. O Velho Delano é quem reforça para Malu a necessidade de acreditar no sobrenatural e, mais do que isso, acaba envolvendo-a na cura da menina.
Lila, a amiga e professora que vive nos Açores, encoraja Malu a vivenciar a pesquisa em toda a sua magnitude. Apresenta a ela o trabalho de Franklin Cascaes, famoso artista de Florianópolis que retratou o imaginário popular da Ilha em suas obras. As respostas que encontra no acervo de Cascaes, aliadas ao conhecimento de Dona Ritinha, levam Malu a um caminho inesperado.
Malu sofre conflitos emocionais e singra a verdadeira viagem rumo ao autoconhecimento. 


Foto Cláudio Silva

RUI BIRIVA compositor nativista gaúcho, entregou as “moedas para o barqueiro” / porto alegre

Corpo do músico Rui Biriva é velado na Câmara de Vereadores de Porto Alegre

Compositor nativista morreu na noite de ontem devido a um tumor no intestino grosso

O corpo do cantor e compositor nativista Rui Biriva, que morreu na noite de segunda-feira, é velado na Câmara de Vereadores de Porto Alegre desde as 8h de hoje. O músico morreu às 22h45min de ontem no Hospital de Clínicas, onde estava internado desde 14 de abril para o tratamento de um tumor no intestino grosso.

Após o velório na Capital, que se encerra às 13h, o corpo segue para Horizontina, terra natal do músico, onde será sepultado na quarta-feira em uma cerimônia aberta ao público.

A morto de músico comoveu a comoção em todo o Rio Grande do Sul. Na internet, adoradores da música gauchesca deixaram palavras de conforto e prestaram homenagens ao artista. Biriva lutava há um ano contra um tumor no intestino grosso.

A mulher do cantor, Priscila Dutra, agradeceu o apoio de colegas e amigos. Segundo ela, Rui Biriva foi um lutador:

— O Rui lutou um ano contra o câncer e sempre estimulou as pessoas a prevenirem a doença, realizar exames. Infelizmente, não deu. Mas ele deixa o exemplo de fé coragem, alegria. Espero que o povo gaúcho guarde essa mensagem deixada por ele — afirmou.

ZH

JAIRO PEREIRA: “DA GUSTO VIVER COMO UNO SELVAGEM POETA DESNUDO POR ESTA TERRA BRASILIS” / quedas do iguaçu.pr

Desfiar o cordão dos signos, reflexo de sua indignação, aliado a talento e força de investimento no estético, isso é o que faz Douglas Diegues. Arremeter, o poeta, sem piedade (esse sentimento pífio) contra os fantasmas de suas noites indormidas. A poesia como instrumento de aceleração do processo de discórdia com a época e a vida que a época impõe.

De todos os ímpetos, o mais sublime é o poético. Um estar no mundo das coisas :coisa: sujeito a tudo. Um objeto no objetário-vida. Uma coisa no coisário. Sujeito e objeto da mesma relação. Viver e apreender é mesmo com o agente poético. Senhor de si e de seu ofício. Claro que para haver resultado e boa poesia, é de se ter linguagem. Linguagens, em estado de ossos, esperma, suor, espinhos, esporos espalhados pelo chão. Desse quase-nada, soprado de ventos intrafluxos, é que a poesia se constrói. Viver e aprender, viver e ensinar. Explorar os sistemas de se conduzir, criar, amar, num mundo doido que se recusa ao pensamento/conhecimento, e mais ainda, se recusa à experiência da poesia. No hay de haver poesia sem imaginacion i ato. Explorar os símbolos brutos, repentinos, da verve do artista insurreto. O poeta Douglas Diegues sabe como ninguém o que é andar desnudo por essa imensa geografia da terra brasilis. São trinta sonetos pérfido-encantatórios, a começar com a ciudade morena Campo Grande, num Mato Grosso do Sul de divérsicas associações: inteligência e degredo, indiferença e paixão poética, beleza femilúnica e idiotia político-culturale.

falsa virgem ciudade morena

vas a aprender ahora com quanto esperma se faz um bom

poema

Aproveitar bem as falhas do sistema, um norte a seguir, como reza a sentença do bardo blasfemo em sua quixotesca e solitária luta, numa postura de quem não deve nada e cobra pouco. Cobra só um mínimo espaço pra poesia. Um mínimo espaço para o homem e sua liberdade. É de se cobrar e cobra o bardo alucinado, um lugar no antilugar (os poetas sempre quiseram isso) do aquáriovida. Pôr um pouco de esperma, bosta e algodão-doce no status quo do capital especulativo. Adicionar mais significante e significado nas sentenças que os sonetos transgridem. Dá gusto de ver os golpes pela língua fítria, a espada penetrante na carne da mediocridade oficialesca.

resiste, mano, em la región más desejada

confia en el fogo de la palabra

escribe com tu berga um bom poema

 

Antropológica, antropocênica e visceral a poesia de Dá gusto andar desnudo por estas selvas – Sonetos Salvajes. Construída em empírico terreno, a força das palavras transcende os domínios que o poeta possa ter da língua, seja o português do Brasil ou o Portunhol propriamente. É voz de autor, acelerada, reverberante, plena de intenções transgressoras.

donde mora lo perigo y la loucura

no basta llegar allá – entre los primeros

cuidado com los golpes rasteros

 

A poesia contemporânea, com raríssimas exceções, navega na releitura, conformação lingüística e desapego à vida. Este talvez, o seu maior erro. Douglas ousa, em ser originalíssimo. Bibidor e blasfemo. Sua lira de escárnio e tentações indominadas, aflora tensa e mal-humorada. O poeta não se trai, no que é, e expõe (como mercadoria na feira das intenções) sua indignação existencial. Esses ditos, tempestuosos sobre nossa imensa geografia de conformação i covardia, são fogos cuspidos do céu.

corro el risco de ser diferente

antecipo la invenção del futuro hoje

olvido tudo lo que ouvi sobre la palabra

 

O olhar do poeta filtra a realidade, mas filtra com outra qualidade. Filtra e suja, filtra e mistura. Filtra e desafina o coro dos contentes. Põe bruma no céu azul. Põe sal e esperma na paisagem, com os sujos da alma antropomística de selvagem inspirado. Uno raivoso cão errando pelos chacos das linguagens. Porque não escrever sonetos-sonetos, sonetos corretos, poesia de razão e fineza!? Por que não se faz a vida do poema com uma vida outra do poeta. Vida que nem ele mesmo conhece. Em Douglas Diegues a vida do poema e a vida do poeta são as mesmas, e o verbo vem furioso (selvagem) e nos assalta com as razões inexplicáveis de sua des-razão.

em las brumas de este film real como tu olho

bocê se cree gran cosa mas no passa de um piolho

A revolução da poesia se dá por ação e golpes baixos. O prazer da ofensa tem grande valor. A revolução da poesia ocorre na consciência do poeta. Anti-solipsista, quer se dar a conhecer a todos, ganha a rua, e conquista um leitor aqui outro lá.

Da leitura destes sonetos thurvos e mal-educados, rancorosos até, & de ira-santa, brota uma lição grandiosa, como flor no esterco dos vacuns: poesia é de dizer com sua própria boca, ancha de impurezas do pensar e sentir. De nada nos servem os belos discursos, isentos de vida. Uma flor na lapela da miséria espelha muito mais esses tempos bicudos. Uma flor-matriz pra muitos cantos desesperados, como são os deste livro.

Holístico o entendimento do poeta, concentra numa mônada, extensões de espaço e pensar, como demonstra excerto do soneto 16, pg. 23.:

em los jardins de la mudanza

aprende com la simplicidad del vento

sin que se le pueda notar el movimento

el universo danza

 

A lógica do sistema e a lógica transdeliriológica do poeta, em embate cósmico: dois sistemas contrários, dialéticos, de propulsão da arte e da poesia. Dois comportamentos diametralmente opostos. O poeta não compartilha dos delírios coletivos, mas sim do seu grande e autoideológico transdelírio, que não é só verbal, mas imagético, comportamental & de insurgência no social:

de nada me serve o conforto da lógica aristotélica – penso

lo que digo – corro el risco quando estou em paz comigo

duermo legal até em colchón de vidrio

 

 

Poesia, não é mais espelho da alma romântica. Em nosso tempo é catana, apta aos grandes embates. Política, resistente, imprecativa, transgressora, revolucinária de linguagem. Douglas Diegues sabe disso, e impõe o gesto bruto.

Como um chinês amigo que nos brinda com uma orquídea, Douglas Diegues na sua loucura de criação, nos joga estes Sonetos Salvajes, cuspidos de afetosa. Mostra que a poesia é suja, insubserviente, malvivida, atentatória aos costumes e às tradições do belo pelo belo. Ganha a lira contemporânea, em muitas medidas, ganham os leitores devotados da poesia, os mesmos quinhentos e poucos que erram por aí no inutiliartismo das relações. Para os poetas, fica outra lição mais que singela, selvagem até, como os graxains enfadados de Ponta Porã, non atirar antes de vier la caça.

com esa mescla de bosta e algodon doce este soneto ahora

finda para que estes dias banais no fiquem

mais banales ainda.

 

 

Cátedra José Carlos Mariátegui / perú

     

José Carlos Mariátegui es el primer pensador marxista de América Latina que fue al mismo tiempo un hombre de letras capaz de emocionarse con el surrealismo y la poesía, y un hombre de acción que en 1926 fundó Amauta, la revista histórica del Perú, y en 1928 el Partido Socialista y la Central General de Trabajadores. Inauguró en el Perú los estudios sociales y una reflexión profunda de la realidad nacional adhiriendo el socialismo como fin ético de justicia social, y como un proyecto político exento del dogma y la retórica. “No queremos ciertamente, – dice – que el socialismo en América sea calco y copia. Debe ser creación heroica. Tenemos que dar vida, con nuestra propia realidad, en nuestro propio lenguaje, al socialismo indo-americano. He aquí una misión digna de una nueva generación”.

Esta voluntad y anhelo por transformar la sociedad peruana, en la construcción de una estética de “ritmos y colores desconocidos”, que nos hablará con un “lenguaje insólito, en un mundo nuevo”, le permitió una interpretación del marxismo distinta al esquema del desarrollo histórico europeo basado en la ideología marxista de la que se declaró un seguidor convicto y confeso. La originalidad de su interpretación es que abarca la influencia de la vanguardia intelectual y artística de entonces: Gramsci, Croce, Sorel, Gobetti, Unamuno, Freud, Bergson, y de manera singular, Nietzsche. No en vano, los Siete Ensayos de Interpretación de la realidad peruana, su obra fundamental publicada en 1928, está precedida por un epígrafe del filósofo alemán: “Yo no deseo leer más a un autor del cual se advierte que ha querido hacer un libro. Leeré solamente aquellos cuyas ideas se convierte inesperadamente en un libro”.

Es precisamente en los 7 Ensayos, que el esfuerzo por conciliar el socialismo con la realidad nacional cobra notable particularidad. La evolución económica, el problema del indio y el régimen de propiedad de la tierra, son analizados en los tres primeros ensayos. Aquí, destaca la formidable máquina de producción de los Incas y los lazos de solidaridad de las comunidades indígenas, destruidos por la conquista española. Para Mariátegui, la cuestión indígena y su concreción histórica es un asunto relacionado con la economía, y sus realizadores deben ser los propios indios. “Laesperanza indígena es absolutamente revolucionaria”, afirma. Así, el combate revolucionario por el socialismo es religión y mística: “El hombre contemporáneo tiene necesidad de fe. Y la única fe, que puede ocupar su yo profundo, es una fe combativa”, concluye.

Es a partir de esa fe combativa que constituimos la Cátedra José Carlos Mariátegui organizada como un foro de reflexión y análisis del pensamiento de Mariátegui a través de un debate interdisciplinario y  plural. Desde la Cátedra JCM consideramos que la tarea de pensar y repensar a Mariátegui resulta imprescindible, tanto para avanzar en la conformación de una intelectualidad crítica como para delinear los cimientos de las nuevas corrientes emancipadoras en Nuestra América. José Carlos Mariátegui, precursor de la corriente cálida del marxismo de Nuestra América, el intelectual-militante que estableció los cimientos de Nuestro Socialismo (proyecto vital y no canon) es una figura insoslayable a la hora repensar las posibilidades emancipadoras en Nuestra América. Así mismo, es referencia imprescindible frente a la tarea de reestablecer la utopía, el mito, la comunidad y un conjunto amplio de elementos dinámicos del devenir histórico.

Este esfuerzo se inscribe en el contexto de dieciocho años de intenso y fructífero trabajo por difundir la obra de Mariátegui a través de los siguientes eventos: A finales de 1993 se conformó la Comisión Nacional del Centenario de José Carlos Mariátegui presidida por Alberto Tauro del Pino e integrada por: Sandro Mariátegui, José Carlos Mariátegui, Javier Mariátegui, Estuardo Núñez, César Miró, y Sara Beatriz Guardia en la Coordinación General, que concluyó con la realización del Simposio Internacional del Centenario en junio de 1994. El Simposio Internacional Amauta y su Época, del 3 al 6 de setiembre de 1997; el Segundo Simposio Internacional Amauta y su Época Conmemorando el 80 Aniversario de la fundación de la histórica Revista, 17 y 18 de agosto, 2006; y del 2 al 4 de octubre del 2008, elSimposio Internacional 7 Ensayos de interpretación de la realidad peruana Conmemorando el 80 Aniversario de su publicación.

Objetivos

En esa perspectiva, el objetivo de la Cátedra JCM es continuar con los estudios e investigaciones sobre el pensamiento de Mariátegui, en una línea anti dogmática y pluridisciplinaria, como lo hiciera en su obra de reflexión y creación. El conocimiento del pensamiento universalista de José Carlos Mariátegui, de su  novedad  y originalidad  tanto en el campo político, económico y social, como cultural y ético, constituye a nuestro entender el mejor métodode acercamiento  a la realidad caótica del mundo actual, y  repensar tras la quiebra de los modelos existentes, la construcción de sociedades libres y solidarias.

Priorizaremos el estudio sobre la evolución del pensamiento latinoamericano; desarrollo económico, social, político, cultural e histórico de nuestros países; estudios sobre las culturas originarias, la conquista, la colonia, la independencia y la formación de los Estados Nación; la identidad nacional; articulación entre el mundo académico, movimientos sociales y organizaciones populares; América Latina (Perú) y Europa en el pensamiento de Mariátegui; la visión de genero en su obra; medio ambiente.

Actividades

Iniciamos nuestras actividades con la preparación de un web que permita una mayor comunicación y difusión de artículos y trabajo sobre José Carlos Mariátegui, que estará en Internet a partir del mes de junio.

La primera tarea que nos hemos impuesto es la publicación de una antología de artículos inéditos con aportes sobre el pensamiento de José Carlos Mariátegui cuyo título es: José Carlos Mariátegui. La interpretación como creación heroica

 

Para tal fin solicitamos nos envíen trabajos con una extensión no mayor a las 20 carillas a un espacio antes de noviembre del presente año. Para la edición del libro conformaremos un Comité Editorial. El libro será publicado por la Editorial Minerva.

Dirección

Sara Beatriz Guardia (Perú)

Comité Consultivo

Presidente: Sandro Mariátegui Chiappe (Perú); Saúl Peña Kolenkautsky (Perú); Marco Martos (Perú); Roland Forgues (Francia); Edgar Montiel (Perú); Michael Löwy (Francia); Wolfgang Fritz Haug (Alemania); Adám Anderle (Hungría);Arturo Corcuera (Perú);Héctor Alimonda (Brasil); Humberto Mata (Venezuela); Luiz Bernardo Pericás (Brasil); Miguel Mazzeo (Argentina); Thomas Ward (Estados Unidos); Marlene Montes (Alemania); Mirla Alcibíades (Venezuela);Renata Bastos (Brasil); Héctor Béjar (Perú); Philomena Gebran (Brasil); Ricardo Marinho (Brasil); María Ramírez Delgado (Venezuela); Franklin Oliveira Jr. (Brasil); José Luis Ayala (Perú); Eduardo Paz Rada (Bolivia); Samuel Sosa (México); Gustavo Pastor (Perú); José Escobedo Rivera (Perú); Elvis Humberto Poletto (Brasil).

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Presidente José Carlos Mariátegui       

José Carlos Mariátegui é o primeiro marxista pensador latino-americanos que foi tanto um homem de letras pode ser tocado com o surrealismo e poesia, e um homem de acção, que em 1926 fundou Amauta, a revisão histórica do Peru, e em 1928 o Partido Socialista e da Confederação Geral dos Trabalhadores. Peru abriu em estudos sociais e uma profunda reflexão sobre a situação nacional, a fim de aderir ao socialismo ea ética da justiça social e como umprojeto político livre de dogmas e retórica – “. Somos não tenho certeza, ele diz – que o socialismo na América é cópia carbono. Deve ser uma criação heróica. Devemos inspirar a nossa própria realidade, em nossa própria língua, o socialismo indo-americano. Aqui é uma missão digna de uma nova geração. ”

Esta vontade eo desejo de transformar a sociedade peruana na construção de uma estética de “ritmos desconhecidos e cores, falamos com uma” língua estranha, um novo mundo “permitiu uma interpretação diferente do marxismo para o regime de desenvolvimento história europeia, baseada na ideologia marxista, que declarou um seguidor convicto e confesso. A originalidade de sua interpretação é que ela abrange a influência da vanguarda intelectual e artística, então:, Croce, Sorel, Gobetti, Unamuno, Freud, Bergson, e uma única maneira de Nietzsche.Gramsci Afinal, Sete Ensaios Interpretativos realidade peruana, o seu trabalho seminal publicado em 1928, é precedida por uma epígrafe do filósofo alemão: “Eu não quero ler mais como um autor que observa que ele queria fazer um livro. Leia somente aquelas idéias que, inesperadamente, se torna um livro. ”

É precisamente nas 7 provas, O esforço para conciliar o socialismo com a realidade nacional torna-se particularidade notável. L à evolução económica, o problema do índio e do sistema de propriedade da terra, são discutidos nos três primeiros testes. Aqui, d estacar uma formidável máquina de fabricação dos Incas e dos laços de solidariedade das comunidades indígenas destruídas pela conquista espanhola. Para Mariátegui, l para as questões indígenas e sua especificidade histórica é um problema relacionado com a economia, e os responsáveis ​​devem ser os índios. “A esperança ndígena i é absolutamente revolucionário”, diz ele. Assim, a luta revolucionária para o socialismo é a religião e misticismo: “O homem moderno tem necessidade da fé. E a única fé que pode ocupar o seu eu interior, é uma fé militante “, conclui.

É a partir desta fé militante, que constituem o presidente José Carlos Mariátegui organizada como um fórum de reflexão e análise de p ensamiento Mariátegui através de um debate interdisciplinar   plural. A partir do JCM presidente considere a tarefa de pensar e repensar Mariátegui é essencial, tanto para promover a criação de uma intelectualidade crítica para delinear as bases da emancipação novas correntes em Nossa América. José Carlos Mariátegui, precursor da corrente quente do marxismo de Nossa América, o militante-intelectual que estabeleceram as fundações do nosso Socialismo (projeto vital e não canônica) é uma figura incontornável no momento de repensar as possibilidades de emancipação de nossa América. Também é referência essencial para a tarefa de restaurar a utopia, o mito, a comunidade e uma ampla gama de elementos dinâmicos da evolução histórica.

Este esforço se insere no contexto de dezoito anos de trabalho intenso e frutífero para divulgar o trabalho de Mariátegui através dos seguintes eventos: No final de 1993 ele formou a Comissão Nacional do Centenário de José Carlos Mariátegui, presidido por Alberto del Pino e Tauro composto por: Sandro Mariátegui, José Carlos Mariátegui, Javier Mariátegui, Estuardo Núñez, César Miró, e Sara Beatriz Guardia Coordenação Geral, que terminou com a realização do Simpósio do Centenário, em junho de 1994. O Simpósio Internacional Amauta e Época, de 3 a 06 de setembro de 1997, o Segundo Simpósio Internacional e Time Amauta Comemorativa do 80 º Aniversário da fundação da revisão histórica, 17 e 18 de agosto de 2006, e 2-4 Outubro de 2008, o Simpósio Internacional de ensaios de interpretação da realidade peruana sete Comemorativa do 80 º aniversário da sua publicação.

Objetivos

Nesta perspectiva, o objectivo do Presidente JCM é continuar os estudos e pesquisas sobre o pensamento de Mariátegui, em uma linha anti-dogmático e multidisciplinar, como fez em seu trabalho de reflexão e criação. Conhecimento de universalista pensamento de José Carlos Mariátegui, a sua   novidade   e originalidade, tanto na política, económica e social, e cultural e éticos é na nossa opinião o melhor método abordagem   para a realidade caótica do mundo de hoje e   repensar depois do fracasso dos modelos existentes construir sociedades livres e solidariedade.

Priorizar o estudo da evolução do pensamento latino-americano, o desenvolvimento econômico, político, cultural e histórica do património social de nossos países, os estudos sobre as culturas indígenas, a conquista colonial, a independência ea formação dos estados-nação, identidade nacional articulação entre a academia, movimentos sociais e organizações populares na América Latina (Peru) e na Europa a pensar Mariátegui, a perspectiva de gênero em seu ambiente de trabalho.

Atividades

Iniciamos nossas atividades com a preparação de um site que permite uma maior comunicação e divulgação de artigos e trabalhos em José Carlos Mariátegui, que estará online a partir de junho.

A primeira tarefa que temos pela frente é a publicação de uma antologia de artigos originais, com as contribuições sobre o pensamento de José Carlos Mariátegui, intitulada: José Carlos Mariátegui. O desempenho como uma criação heróica

 

Para este fim, pedir-lhe para apresentar o trabalho não superior a 20 páginas para o espaço até novembro deste ano. Para a edição do livro como um Comitê Editorial. O livro será publicado pela Minerva Publishing.

Endereço

Sara Beatriz Guardia (Peru)

Comitê Consultivo

Presidente: Sandro Mariátegui Chiappe (Peru), Kolenkautsky Saul Peña (Peru), Marco Martos (Peru), Forgues Roland (França), Edgar Montiel Peru) Michael Lowy ((França), Wolfgang Fritz Haug (Alemanha), Anderle Adam ( Hungria); A rturo Corcuera (Peru), Hector Alimonda (Brasil), Humberto Mata (Venezuela), Luiz Bernardo Pericás (Brasil), Miguel Mazzeo (Argentina), Thomas Ward (EUA), Montes Marlene (Alemanha); Mirla Alcibíades (Venezuela), Renata Bastos (Brasil), Hector Bejar (Peru); Philomena Gebran (Brasil), Ricardo Marinho (Brasil), M aria Ramírez Delgado (Venezuela), Franklin Oliveira Jr. (Brasil), José Luis Ayala (Peru) ; Rada Eduardo Paz (Bolívia), Samuel Sosa (México), Pastor Gustavo (Peru), José Escobedo Rivera (Peru); Elvis Humberto Poletto (Brasil).