Arquivos Diários: 16 maio, 2011

GLORIA KIRINUS convida: / curitiba

Pedido o “impeachment” do Ministro Gilmar Mendes (STF) / brasilia

Advogado protocola no Senado Federal pedido de “impeachment” do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes   

Acompanhado de um robusto relatório, o pedido de “impeachment”, do Ministro do STF, Gilmar Mendes, foi apresentado pelo advogado Alberto de Oliveira Piovesan, no ultimo dia 12 de Maio na Presidência do Senado Federal, em Brasília.

Embora em torno do pedido tenha-se determinado “sigilo”, o assunto caiu como uma bomba na Casa legislativa, já debilitada perante a opinião pública nacional, devido os diversos escândalos envolvendo seus membros. Sem dizer que grande parte dos senadores encontra-se processados perante o Supremo Tribunal Federal.

Na petição, o comportamento do Ministro Gilmar Mendes é duramente questionado. Principalmente sua relação com o advogado Sergio Bermudês. Seu escritório de Advocacia, além de empregar a esposa de Gilmar Mendes, teria patrocinado diversas viagens do Ministro ao exterior.

Os fatos narrados são gravíssimos e demonstram o quanto o Poder Judiciário esta contaminado por práticas questionáveis. A relação dos “parentes” de membros do Poder Judiciário é trazida de maneira clara e comprovada.

A documentação, as provas e as testemunhas arroladas são de auto teor explosivo.

São testemunhas:

Deputado Federal Protogenes Queiroz

Desembargador Federal Fausto De Sancts

Jornalista Luiz Maklouf Carvalho- Revista Piauí.

Jornalista Moacyr Lopes Junior- Folha de São Paulo.

Jornalista Catia Seabra- Folha de São Paulo.

Jornalista Felipe Seligman- Folha de São Paulo.

Agente da Polícia Federal Jose Ricardo Neves.

Advogado Dalmo de Abreu Dallari-USP.

Nos termos da lei nº 1079, de 10 de Abril de 1950, depois de protocolado o pedido de “impeachment”, o presidente do Senado, deveria criar uma comissão processante. Formada por senadores que emitiram parecer sobre o pedido que seria submetido à aprovação do Plenário. Se aceito o pedido, abre-se o procedimento de “impeachment”.  A assessoria de imprensa da Presidência do Senado informou à reportagem de Novojornal, nesta segunda-feira (16), que o pedido foi encaminhado no mesmo dia, 12/05 para Assessoria Jurídica da Casa que deverá assessorar a presidência na tramitação da matéria.

Em procedimento semelhante e anterior, em relação ao ex-Procurador Geral Aristides Junqueira na década de 80, o presidente adotou o mesmo critério.

Cópia da petição acompanhada de toda a documentação foi entregue também na última quinta-feira 12/05, ao Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Dr. Ophir Filgueiras Cavalcante Junior.

do Novo Jornal.

Nada há além da Arte e do belo – por tonicato miranda / curitiba

Chega um momento na vida que nada mais importa. Não faz mais sentido conquistar o amor das pessoas. Muito menos conquistar territórios que jamais nos pertencerão mesmo, a Terra no tempo será dos vulcões e do Sol. Nada faz sentido além da Arte durante nossa permanência planetária. Mas alguns perguntariam, o que vem a ser exatamente Arte? Onde ela se apresenta em sua plenitude? Qual Arte importa construir ou buscar ao nos dedicarmos a alguma forma de representação da estética? Não tenho, tu não terás, ele ou ela não terá, nem todos os plurais terão respostas para tal indagação. Mas é certo de que cada um buscará alcançar alguma forma de Arte, mesmo sendo no empréstimo do olhar, na palavra pronunciada, ou no torcer de narizes.

A Política o que é se não a forma como os homens tentam impor seus conceitos próprios e suas formulações sobre a maneira como deva se dar a organização social dos povos, dos agrupamentos humanos, do gentio. Nos tempos atuais, em especial em países onde as classes populares e médias ainda não atingiram grau cultural medianamente aceitável, o povo ainda elege para se ocupar da Política indivíduos que apenas querem se locupletar das benesses ofertadas pelo poder. Poder este cujos cargos e remunerações os próprios políticos definiram para si. Por isto mesmo a Política foi diminuída ao longo do tempo pelas relações exclusivas do poder pelo poder, não mais pelas ideias e por sua intenção transformadora do coletivo e do indivíduo.

Mas se a Política não é o caminho, o que dizer da Filosofia? Ora, a Filosofia é a forma como o indivíduo se coloca no mundo e no sistema de organização social, refletindo sobre sua participação no seu interior. Ou seja, é a individualidade adaptada à formatação gestada pela política praticada pelos coletivos de todos agrupamentos. Portanto, não há Filosofia sem vinculação a um momento histórico. Embora possa se abster dos fatos históricos isoladamente, não pode prescindir do tempo no qual está inserida. Assim, a Filosofia estará sempre prisioneira da atualidade na qual se reflete, ainda que possa atravessar seus conceitos em tempos passados. Ela sempre será presente e passado, muito pouco a reflexão em direção ao futuro.

Então a História poderia ser a grande motivação humana? Não. Definitivamente, não. A História como a grande tábua das marcas do tempo, contendo a cronologia humana no planeta, prima irmã da Geografia e de outras ciências correlatas, estas capazes de explicar a História do passado da Terra, pouco pode explicar sobre nosso avanço em direção ao futuro. Nada se repete, assim como o tempo não se repete. O homem avança inexoravelmente ao desconhecido. A História, com seu foco para o retrovisor dos fatos, nem mesmo o presente consegue aprisionar. Isto porque passadas algumas décadas, logo parece faltar-lhe algum parafuso na engrenagem e na memória, principiando ela mesma a duvidar do que a alimenta. Assim, a História passa após algum tempo a ser a ciência da dúvida, ou se contenta com uma das versões mais fantasiosa.

Mas então, se não é a Política, nem a Filosofia, nem a História ou a Geografia, o que poderia impulsionar a Humanidade? A Ciência? Não, também não é ela aquela capaz de agrupar os sentimentos dos humanos, transformando-os em raptores ou pitonisas do futuro. Não, a Ciência ainda que cumpra papel de destaque na busca do conhecimento sobre o desconhecido, estaca-se quando visa a aplicabilidade da descoberta, dando ao descobrimento função prática imediata. A única vantagem que leva sobre a Religião é que se apresenta sempre como curiosa, com desconfiança permanente sobre aquilo ainda não revelado. Enquanto a Religião, formadora de dogmas e de conceitos não comprovados, coloca todos numa unidade coletiva emburrecedora, sem questionamentos, totalmente anuladora das virtudes para qual fomos gerados.

Mas depois de tudo isto o que nos sobra? Ora, diria com toda sonoridade das três ou quatro letras onde ela se abriga na maioria das línguas planetária: somente existe a Arte. A Arte é a única entre todas as formulações humanas que tende a perpetuar todos pensamentos e virtudes dos seres. Não fora ela, não haveriam os próprios mitos. Ou alguém duvida que foi graças a ela que as figuras míticas de todas as Religiões se propagaram em todos os cantos da Terra? Desde Buda a Jesus; desde o Vaticano até os templos Hindus no Vietnam, na Índia, no Japão. Pela força das obras de Miguel Ângelo, de Da Vinci, pela grandiosidade das esculturas dos elefantes deuses em Bangkoc; no gigantismo presente nas dezenas de cristos espalhados em muitas cidades mundiais; ou ainda, na força da obra de Dante Alighieri. A Arte sempre emprestou seus virtuoses e seu virtuosismo às causas da Religião. E jamais disto se arrependeu.

A Arte sempre foi a tentativa humana da busca da comparação com o criador. Mesmo nele não acreditando. Mesmo nada tendo para por no lugar de Deus. Mesmo duvidando da própria existência dele. Apesar de todas estas desconfianças, o artista sempre buscou criar imagem assemelhada com sua pretensa virtude. Sempre experimentou o poder de criar. Não é à toa que muitos mais homens há e houve na produção da Arte do que mulheres. Isto porque elas podem, e muitas já experimentaram criar um ser no seu próprio ventre. Assim, ao longo da História é pequena a contribuição da mulher na produção das Obras de Arte, em especial nas Artes Plásticas. Mas existem algumas de alta gramatura na lavra do ouro produzido.

A Arte é de fato a mola propulsora a embalar o desejo de permanência dos seres sobre a pele do planeta. Quando todas as outras motivações já foram experimentadas e não mais sobra entusiasmo para qualquer outra tarefa, eis que aparece a Arte para ser a grande incentivadora dos permanecidos. Está claro que também faz uso da palavra Arte um monte do lixo produzido por cabeças vazias, por pessoas desprovidas de habilidade, de técnica e de talento. E eles, os obtusos, são capazes de gestar experiências formais e não formais, muitas delas consumidas em grande escala na sociedade consumista dos tempos hodiernos.

Mas como toda produção humana, o lixo não sobrevive ao tempo. Este imenso lixo não chega aos museus, não resiste a duas gerações, sendo logo descartado, sobram as sobras dos instrumentos ou bases para a produção da arte besta, da arte menor, da arte um destarte. Assim ocorre com a música pobre, de rápido consumo popular; assim acontece com a literatura produzida na forma de folhetim, transformada a produção de tempos em tempos em papel reciclável no rumo do papelão; ou mesmo nas aquarelas amarelecidas pelo tempo, passando à condição de água em processo de envelhecimento.

A Arte da qual falo é aquela imorredoura enquanto durar a vida planetária e o homem nela. Ela é e sempre será a grande motivação humana. Falo da arte buscada nos museus; nos compêndios das bibliotecas; nas edições especiais das grandes músicas trazidas de tempos em tempos aos nossos ouvidos pelos grandes veículos editoriais; ou presente nos acervos especiais disponibilizados aos nossos sentidos de quando em quando por um grande produtor.

Mas se esta é uma Arte especialíssima, o que a move? Diria que a grande Arte é aquela que busca o belo. Sim, mas o que é o belo em sua concepção plena? O seu belo não é o belo de outro, nem será do seu vizinho, nem da diarista do seu imóvel, nem tampouco do gerente da sua conta bancária; ou do seu filho; do seu pai; e de quem mais quiser individualizar. É verdade. O belo é o intangível. Mas o belo é também o que medianamente fascina a maioria. Quem de pé diante das meninas de Renoir, no MASP,em São Paulo, não se encanta ou não irá ser encantado? Pode ser o mais underground dos sujeitos. Pode ser o mais roqueiro dos indivíduos, ou mesmo cantor de música sertaneja, vai se emocionar. Vai perceber pairando por ali, naquelas luzes e nos vestidos diáfanos, um quê de encantamento impossível de não levá-lo a contrair sua pele, abrir seus poros.

A Arte dita maior é capaz disto. Quem ouvindo Garota de Ipanema, Carinhoso, Samba de Verão, tocadas com flauta doce, não irá se emocionar? Ou quem ouvindo Bach, ou as Bachianas de Vila Lobos, não irá se aperceber de estar diante de uma Arte que transcende? Todas capazes de elevar o espírito. Será não entenderá a luta do artista em busca da sua própria divindade? Assim é a Arte. Assim espera-se seja ela: sublimando o belo. Não há e jamais haverá algo adiante do belo. O belo é assim como o alvo ao qual nosso dardo fura o tempo em busca da ancoragem para nele se cravar. Mas a cada aproximação percebemos faltam-nos mais espaços a percorrer. O alvo parece viajar na mesma velocidade da nossa ânsia em furar o imaginário muro onde ele está. Assim é também a constante insatisfação do artista com a sua própria arte, onde mais um retoque é sempre possível, menos uma palavra ou menos uma pincelada pode aproximá-lo do belo.

Não há saída para a Humanidade. Temos de continuar a buscar o belo. Pelo menos alguns devem continuar nesta corrida, infelizmente apenas a poucos com reta de chegada. Muitos certamente se verterão à Política, à Filosofia, à História, às Ciências e mesmo a arte pela arte. Mas aqueles capazes de se entregar ao belo, à busca da perfeição, depurando textos; pincelando telas; esculpindo um osso, uma madeira ou uma pedra; ou regravando vezes seguidas uma música; repaginando a letra de uma canção; poderá certamente beber da água da fonte do oásis, encontrar uma cacimba no meio do cerrado, ou voar qual Ícaro e Dédalo sem que o Sol queime suas asas. O belo deve ser a meta da Arte e do artista. Aquele que o procurar estará sempre acima de si mesmo, sem cair nas tentações de Santo Antonio ou nas tentações do capitalismo humano. Brincar de ser Deus muitos tentam, mas levar adiante a tarefa de com ele jogar uma partida inteira de damas, estes são poucos. E Deus sempre premia seus opositores. Que o digam os museus e a eternidade dos nossos olhares e ouvidos.

A PALAVRA – por paulo madeira / são paulo

“Da Bíblia (e de outras “escrituras sagradas”), todas ditas “de Deus”, mas com um indisfarçável sotaque de falas míticas e mágicas.   Revelações de Javéh a Abraão, a Moisés, de Alá a Maomé, do “Senhor Jesus” aos “mensageiros” que pontificam por aí, nas TVs e templos-hospitais-shopings, garantindo tudo curar e sempre atender a todos os exagerados desejos de enriquecer…  (Matematicamente, em detrimento dos que continuarem pobres).

É intrigante de se ver (embora a Psicologia explique) como tantas pessoas acreditam tratar-se mesmo de “palavras de Deus” e, não, apenas de sapiências oriundas dos repositórios culturais sedimentados ao longo dos tempos e lugares,  carregados de mitos e crenças, ambos advindos da imaginação.

Mas será que não há revelações divinas “autênticas”?   Bom, quem jura que a “Palavra” é autêntica é a própria Palavra…  Sendo isto tautológico, para os desconfiados, não vale…  Ainda assim, não negamos que muitas dessas palavras sejam portadoras de sabedorias (em meio a ingenuidades compreensíveis).   Estas, porém, não são os pontos a analisar aqui:  nem as sabedorias nem as ingenuidades. O ponto que não podemos deixar de considerar é a AUTENTICIDADE das ditas “Palavras de Deus”.

Mesmo com esta justa dúvida, as “Palavras” eram e são apresentadas como os pilares das doutrinas.   A rigor, isto é, filosoficamente, não poderiam ostentar o status de FUNDAMENTOS.   Pra começar, há divergências entre elas, o que sugere não serem oriundas de uma mesma e única “Fonte Divina”, como já aventamos.   Ainda assim, continuam eficazes como instrumentos de indução e submissão às fés.   Quaisquer fés, mesmo que notoriamente “psicológicas”, subjetivas.

E elas induzem a atitudes de que até Deus duvida, como ditaduras teocráticas, “guerras santas”, homens-bomba, imposições econômicas, de classe, racistas, de costumes, de preferências e outras.   Serão elas autenticamente divinas?   Que falta que Sócrates nos faz…   Ah, se as instituições religiosas tivessem a humildade que pregam aos fiéis e adotassem, contra si mesmas, sistemas socráticos, maiêuticos, de controle de qualidade.   Auditorias internas.   Teriam produzido menos fés e mais sabedorias  –  alicerçadas em verdades naturais, não nas ditas “palavras de Deus”, as quais, por serem assim acreditadas, ficam engessadas, mesmo quando se tornam incoerentes, impossíveis, absurdas, carregadas de preconceitos, intolerâncias etc.   No entanto, teria Moisés alguma chance sem afirmar que “Os Dez Mandamentos da Lei de Deus” foram ditados por Deus?   O que você acha?   Filósofos independentes, munidos com bons instrumentais racionais, são rejeitados para seremauditores fiscais externos dela, da Palavra…  Mas, pudera!   Que audácia!    Auditar e fazer controle externo sobre palavras  “de Deus”…?!

Não!   Não é isso!   Sobre as “de Deus”, se elas fossem Dele, claro que não.    Mas, sobre as palavras dos ditos “Livros Sagrados” e falas dos ditos “profetas iluminados”, sobre estas queandam por aí, em todos os púlpitos e auditórios, sim!    Você sabe como nascem os porta-vozes faladores…?   Aquelas “vocações”?   E quanto aos Livros Sagrados, você sabe como eles forameditados?   Bom, o chanceler alemão Bismark dizia que o povo ficaria muito preocupado se soubesse como são feitas as salsichas e as leis…  Dá para extrapolar essas preocupações para os Livros Sagrados e seus porta-vozes, com todo o respeito…   Mas os religiosos não dispõem de humildade para uma tal análise crítica, de jeito nenhum…”

do livro  Crenças Incríveis de Paulo Madeira.

‘Menino ímã’ é capaz de transportar até 25 kg de metais presos ao corpo / croacia

Segundo pais, Ivan Stoilikovic também teria poderes de cura.
Garoto passou por exames, mas resultados ainda são inconclusivos.

O croata Ivan Stoilikovic, de seis anos, que ganhou fama internacional por causa de seu talento extraordinário e capacidade de atrair objetos metálicos, é capaz de transportar até 25 quilos de metais presos ao seu corpo. Segundo os pais do “menino ímã”, que mora em Heresin, perto de Koprivnica, cerca de 100 quilômetros da capital Zagreb, na Croácia, Ivan também teria poderes de cura. Ele passou por exames médicos, mas, até agora, os resultados são inconclusivos.

Ivan Stoilikovic é capaz de transportar até 25 quilos de metais presos ao seu corpo. (Foto: Nikola Solic/Reuters)Ivan Stoilikovic é capaz de transportar até 25 quilos de metais presos ao seu corpo. (Foto: Nikola Solic/Reuters)
Ivan Stoilikovic ganhou fama na Croácia por causa de seu talento para atrair objetos metálicos. (Foto: Nikola Solic/Reuters)Ivan Stoilikovic ganhou fama na Croácia por causa de seu talento para atrair objetos metálicos. (Foto: Nikola Solic/Reuters)
Segundo pais, menino também teria poderes de cura. (Foto: Nikola Solic/Reuters)Segundo pais, menino também teria poderes de cura. (Foto: Nikola Solic/Reuters)
G1.

EXPOSIÇÃO na CHINA apresenta pinturas em 4D / jilin

Pinóquio e leão surpreendem visitantes em mostra de arte contemporânea.

Evento aconteceu na província chinesa de Jilin, no sábado (14).

Mulher chinesa posa com uma pintura quadridimensional (4D) em uma exposição de arte contemporânea na província chinesa de Jilin, no sábado (14). A China ultrapassou a Grã-Bretanha como segundo maior mercado mundial de arte e antiguidades, em 2010, segundo relatório da Fine Art Fair Europeia (Tefaf). (Foto: AFP)Mulher chinesa posa com uma pintura quadridimensional (4D) que retrata Pinóquio e o Grilo Falante em uma exposição de arte contemporânea na província chinesa de Jilin, no sábado (14). A China ultrapassou a Grã-Bretanha como segundo maior mercado mundial de arte e antiguidades, em 2010, segundo relatório da Fine Art Fair Europeia (Tefaf). (Foto: AFP)
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Mulher interage com pintura exposta em mostra de arte contemporânea na província chinesa de Jilin, no sábado (14), que mostra o salto de um leão. (Foto: AFP)Mulher interage com pintura exposta em mostra de arte contemporânea na província chinesa de Jilin, no sábado (14). A figura recria o salto de um leão. (Foto: AFP)
Da AFP