Arquivos Diários: 21 maio, 2011

Dominique Strauss-Kahn FOI ELIMINADO POR AMEAÇAR o CLUBE BILDERBERG – reproduzido por vera lucia kalahari / portugal

A ACÇÃO DO CLUBE BILDERBERG foi eliminar Strauss-Kahn
(Foi fácil destruir quem se opôs à A ELITE FINANCEIRA MUNDIAL e suas tácticas financeiras)

.
Dominique Strauss Kahn foi vítima de uma conspiração construída ao
mais alto nível por se ter tornado uma ameaça crescente aos grandes
grupos financeiros mundiais. As suas recentes declarações como a
necessidade de regular os mercados e as taxas de transacções
financeiras, assim como uma distribuição mais equitativa da riqueza,
assustaram os que manipulam, especulam e mandam na economia/finança
mundial.
Não vale a pena pronunciar-nos sobre a culpa ou inocência pelo crime
sexual de que Dominique Strauss Kahn é acusado. Os media já o
lincharam. De qualquer maneira este caso criminal parece demasiado bem
orquestrado para ser verdadeiro, as incongruências são muitas e é
difícil acreditar nesta história.

O que interessa aqui salientar é: quem beneficia com a saída de cena
de Strauss Kahn?

Convém lembrar que quando em 2007 ele foi designado para ser o patrão
do FMI, eleito pelo grupo do Clube Bilderberg, do qual faz parte como
membro convidado. Na altura, ele não representava qualquer “perigo”
para as elites económicas e financeiras mundiais com as quais
partilhava as mesmas ideias.

Em 2008, surge a crise financeira mundial e com ela, passados alguns
meses, as vozes criticas quanto à culpa da banca mundial e ao papel
permissivo e até colaborante do governo norte-americano. Pouco a
pouco, o director do FMI começou a demarcar-se da política seguida
pelos seus antecessores e do domínio que os judeus sionistas nos
Estados Unidos sempre tiveram no seio da organização.

Ainda no início deste mês, passou despercebido nos media o discurso de
Dominique Strauss Kahn. Ele estava agora bem longe do que sempre foi a
orientação do FMI. Progressivamente o FMI estava a abandonar parte das
suas grandes linhas de orientação: o controlo dos capitais e a
flexibilização do emprego. A liberalização das finanças, dos capitais
e dos mercados era cada vez mais, aos olhos de Strauss Kahn, a
responsável pela proliferação da crise “made in America”.

O patrão do FMI mostrava agora nos seus discursos uma via mais “suave”
de “ajuda” financeira aos países que dela necessitavam, permitia um
desemprego menor e um consumo sustentado, e que portanto não seria
necessário recorrer às privatizações desenfreadas que só atrasavam a
retoma económica. Claro que os banqueiros mundiais não viam com bons
olhos esta mudança, achavam que estava tudo bem como sempre tinha
estado, a saber : que a política seguida até então pelo FMI tinha tido
os resultados esperados, isto é, os lucros dos grandes grupos
financeiros estavam garantidos.

Esta reviravolta era bem-vinda para outros economistas como Joseph
Stiglitz que num recente discurso no Brooklings Institution, poderá
ter dado a sentença de morte ao elogiar o trabalho do seu amigo
Dominique Strauss Kahn. Nessa reunião Strauss Kahn concluiu dizendo:
“Afinal, o emprego e a justiça são as bases da estabilidade e da
prosperidade económica, de uma política de estabilidade e de paz. Isto
são as bases do mandato do FMI. Esta é a base do nosso programa”.

Era impensável o poder financeiro mundial aceitar um tal discurso, o
FMI não podia transformar-se numa organização distribuidora de
riqueza. Dominique Strauss Kahn tinha-se tornado num problema.

Recentemente tinha declarado: “Ainda só fizemos metade do caminho.
temos que reforçar o controlo dos mercados pelos Estados, as políticas
globais devem produzir uma melhor distribuição dos rendimentos, os
bancos centrais devem limitar a expansão demasiado rápida dos créditos
e dos preços imobiliários. Progressivamente deve existir um regresso
dos mercados ao estado”.

Na semana passada, Dominique Strauss Kahn, na George Washington
University, foi mais longe nas suas declarações: “A mundialização
conseguiu muitos resultados mas, ela também tem um lado sombrio: o
fosso cavado entre os ricos e os pobres. Parece evidente que temos que
criar uma nova forma de mundialização para impedir que a “mão
invisível” dos mercados se torne num “punho invisível””.

Dominique Strauss Kahn assinou aqui a sua sentença de morte, pisou a
linha vermelha, por isso foi armadilhado e esmagado.

=.=

Maioria dos franceses acredita que Strauss-Kahn é vítima de complô

Paris, 18 mai (EFE).- Para 57% dos franceses, o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, preso em Nova York por acusação de abuso sexual a uma camareira no sábado passado, é vítima de complô, segundo os resultados de uma pesquisa publicada nesta quarta-feira.

Já 32% dos entrevistados nesta segunda-feira sobre a questão responderam, ao contrário, que Strauss-Kahn não é vítima de complô, e 11% não quiseram falar, indicou o instituto CSA, que fez o estudo para três órgãos de imprensa franceses.

Apesar de o escândalo afetar o que aparecia como candidato favorito dos socialistas para as eleições presidenciais francesas do próximo ano, 54% dos entrevistados ainda acreditam na vitória do Partido Socialista (PS) no pleito.

E isso apesar de 29% dos pesquisados acreditarem que o terremoto político gerado pelas acusações ao principal responsável do FMI beneficia na corrida presidencial o atual chefe do Estado e rival dos socialistas, Nicolas Sarkozy.

Para 16% dos entrevistados, o descarte de Strauss-Kahn beneficia a candidata da ultradireitista Frente Nacional, Marine Le Pen, e outros 16% o anterior chefe do PS, François Hollande, que ambiciona a candidatura de seu partido para a Presidência da França.

A atual “número 1” do PS, Martine Aubry, seria a beneficiária pelo escândalo com 10%.

De acordo com a pesquisa, se o candidato socialista fosse Hollande, ele conseguiria avançar ao segundo turno em primeira posição com 23% dos votos, na frente de Sarkozy (22%), com quem disputaria a chefia do Estado.

Se a candidata fosse Aubry, ela e Sarkozy passariam ao segundo turno com 23% dos votos cada um. E também neste caso, ficaria fora da batalha Le Pen.

O PS celebrou nesta terça-feira uma reunião de urgência com os dirigentes para passar uma imagem de unidade e garantir que mantém o programa das primárias do partido.

Além do relato dos fatos sobre a situação processual do diretor-gerente do FMI, o tratamento judicial que recebe pelas peculiaridades dos Estados Unidos é o alvo do interesse especial da imprensa francesa, em debate em particular pelas imagens de Strauss-Kahn algemado, consideradas por muitos uma condenação de fato dada sua posição.

Por trás dos debates está o fato de a legislação francesa a respeito da presunção de inocência impedir em termos gerais as imagens dos processos judiciais – autorizadas, no entanto, as caricaturas – e proíbe as dos algemados.

agência EFE.

Igreja Cristã dos EUA garante: HOJE é o fim do mundo / eua

Para os que acreditam, o sábado será o Dia do Julgamento; para os outros, será momento de festa

Agência Estado


Camping, de 89 anos, fundou igreja protestante e divulgou a ‘segunda vinda de Cristo’

RALEIGH – Um movimento cristão espalhou, a partir dos Estados Unidos, a mensagem de que o mundo acabará neste sábado, 21. Para alguns, será o Dia do Julgamento. Para outros, é momento de festa.

Segundo o grupo, Jesus Cristo retornará à Terra para reunir os fiéis e levá-los ao paraíso. Enquanto as principais correntes do cristianismo não compram a história, muitos céticos debocham dela.

Festas

Diversas celebrações foram convocadas no Facebook ao redor dos Estados Unidos, com os “descrentes” programando festas para o sábado e garantindo que o mundo não acabará. A profecia também foi debochada pela tira de quadrinhos “Doonesbury”.

Na cidade de Fayetteville, na Carolina do Norte, a seção local da Associação Humanista Americana convocou uma festa de dois dias, com início na noite do sábado e continuação no domingo, quando ocorrerá um show de música. “Não queremos que ninguém se sinta insultado, todos podem vir, até os cristãos”, disse o organizador, Geri Weaver.


Família do Estado de Maryland acredita no apocalipse neste sábado.

Igreja independente

A profecia começou com Harold Camping, um engenheiro civil aposentado de 89 anos de Oakland (Califórnia), que fundou a Family Radio Worldwide, uma igreja protestante independente que propagou sua profecia ao redor dos EUA e em muitos lugares do mundo.

A “segunda vinda de Cristo”, uma crença de que Jesus voltará e levará os fiéis ao paraíso, após um período de tribulações na Terra que precederá o fim dos tempos, é uma noção relativamente nova no cristianismo e muitos ramos cristãos não acreditam nela. Mesmo os fiéis raramente tentam marcar uma data para o evento.

As profecias de Camping foram feitas a partir de cálculos numerológicos baseados na leitura que ele fez da Bíblia. Ele afirma que eventos mundiais, como a criação do Estado de Israel em 1948, confirmam suas previsões.


Nova-iorquino leva cartaz prevendo o fim do mundo. ‘A Bíblia garante’, diz

‘Idade da Igreja’

Camping já foi ridicularizado por uma profecia de que o mundo iria acabar em 1994, mas seus seguidores afirmam que ele se referia apenas ao final de uma “idade da Igreja”, uma época onde seres humanos poderiam ser salvos por igrejas organizadas. Agora, eles dizem, apenas os que estão fora das igrejas que eles consideram profundamente corruptas podem esperar ser levados aos céus.

“Sem sombra de dúvidas, 21 de maio será a data da segunda vinda e do Dia do Julgamento”, disse Camping em janeiro deste ano. Essas profecias não são novas, mas a teoria mais recente de Camping foi propagada com entusiástico vigor – não apenas a Family Radio, mas vários outros grupos aderiram a ela.

Eles usaram o rádio, a TV via satélite, websites, propagandas em metrôs e sermões religiosos não só nos EUA, como em dezenas de cidades da América Latina à Ásia. “A profecia foi propagada em quase todos os países”, afirma Chris McCann, que trabalha para o website eBible Fellowship, um dos grupos que propagam que o mundo acabará amanhã.

“Os únicos países onde não houve uma certa divulgação foram os da Ásia Central, os ‘tãos’: Afeganistão, Usbequistão”, disse.


Dia do Juízo contou até com carro para divulgação

Propagandas intensivas

“Eu decidi passar os últimos dias com minha família e colegas de fé”, disse Mary Exley, que deixou sua família no Colorado, no ano passado, para se juntar à Family Radio e passou a divulgar a mensagem do fim do mundo, inclusive em viagens ao Oriente Médio. Segundo ela, o grupo fez propagandas intensivas em Israel, Jordânia, Líbano e Iraque.

No Vietnã, a profecia levou a um tumulto que envolve milhares de membros da etnia Hmong, que se reuniram perto da fronteira com o Laos no começo deste mês, para esperar os eventos de 21 de maio. O governo, que possui uma longa história de desconfiança com minorias étnicas tribais, deteve um líder “extremista” dos Hmong e dispersou outros 5 mil que estavam reunidos.

Nos EUA vários grupos cristãos criticam a profecia. “É irresponsável entrar nesse tipo de especulações” disse o reverendo Daniel Akin, presidente do Seminário Batista em Wake Forest, Carolina do Norte. “Essa profecia pode prejudicar fiéis ingênuos e eles podem ser facilmente iludidos”, afirmou.

As informações são da Associated Press