PERIQUITO SEM ASAS – de julio saraiva / são paulo

na contramão dos meus olhos
caminha uma mulher estupidamente bela
que jurou matar-me um dia
e disso não duvido  –  nunca duvidei
por isso evito sonhar quando ela está por perto

em sonho também se mata
em sonho também se morre
dependendo do azul do sonho
prefiro o horror do pesadelo

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