À FLOR DA PELE – de ana vidal / lisboa.pt

 

 

 

Toco, teço e entrelaço

Com dedos de descobrir

Lanço redes num abraço

À flor da pele me desfaço

Na vertigem de sentir

Tudo é matéria, se é tempo

De epidérmicas razões

Danço num sopro de vento

Rasga-me cada tormento

Gelam, queimam, emoções

 

E todavia, invisível

Eterno e primordial

Corre o rio do intangível

Imperioso, indefinível

Matriz de tudo, afinal

Uma resposta

  1. Belo, muito.

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