ESCRAVOS – de fabio pereira

Ó república escravizada
Donde escuto escravos
Em murmúrio açoitados
Ao pelourinho indouto.

Encilham-nos o intelecto
A cabresto e a chibata,
Lampejos incultos fustigam
Nas tezes calejadas.

Sob a tenda do Pão e Circo armada,
Ali as massas anestesiadas,
Tementes à desvairada
Ditadura Midiática.

Ó república escravizada,
Toda a vida anoitecida,
Sem uma lua ou ponto de luz,
Restrita à noite desculta!

Por um 13 de Maio novo,
A alforriar mentalidades,
Libertando e nutrindo-as
A banquetes de crítica e cultura.

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