Arquivos de Categoria: arte visual

Caneta permite fazer desenhos em 3D no ar

Produto pode ser usado sem qualquer conhecimento técnico de software ou computadores

Caneta permite fazer desenhos em 3D no ar 3Doodler/Divulgação

Desenho se solidifica na sua frenteFoto: 3Doodler / Divulgação

Já pensou em tirar seus desenhos do papel? Pois agora isso é possível a com caneta 3Doodler. Ela dá a impressão de terceira dimensão e pode ser usada em poucos minutos, sem necessidade de qualquer conhecimento técnico de software ou computadores. O projeto é do estúdio Artisan Asylum e pertence a start-up WoobleWorks.

Enquanto você rabisca, o plástico – chamado ABS – sai da caneta, é resfriado por um ventilador integrado. O desenho se solidifica na sua frente. Você pode desenhar no ar ou em qualquer superfície para criar seus próprios objetos 3D. O produto precisa ser ligado na tomada antes do uso.

A 3Doodler está em fase de produção. A marca lembra que ela não é um brinquedo para as crianças já que é preciso ter cuidado ao manuseá-la. A caneta tem uma ponta de metal que pode atingir a temperatura de 270°Cao ser usada, o que exige algumas precauções.

HORA DE SANTA CATARINA
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EDITOR DE FÉRIAS. ANO NOVO COMO QUEREMOS! ATÉ LÁ!

JB VIDAL - DE FÉRIAS COM LAPTOP - sem título

“O palhaço não sou eu, mas sim esta sociedade monstruosamente cínica e tão ingenuamente inconsciente que joga o jogo da seriedade para melhor esconder a loucura.” SALVADOR DALI (Salvador Domingo Felipe Jacinto Dali e Domènech – Marquês de Dali de Púbol – Figueres, Catalunha, 11 de Maio de 1904 — Figueres, 23 de Janeiro 1989.

 

A ÚLTIMA CEIA  –  THE LAST SUPPER  –   de SALVADOR  DALÍ.

O artista visual JUAREZ MACHADO de Paris para a Ilha de Santa Catarina:

o poeta e webeditor J  B  VIDAL  e o artista visual, residente em Paris e consagrado internacionalmente, JUAREZ MACHADO em divertido momento durante a exposição de suas telas  no MASC  – Museu de Arte de Santa Catarina – em 19 de julho de 2012. foto de Rô Stavis.

Artista alemão apresenta uma nova forma de usar petit pavé na 6ª Bienal de Curitiba

Adrian Lohmüller, participante da Bienal de Curitiba, criou Uma Praça da Liberdade no Museu Oscar Niemeyer

 

 

 Uma instalação está chamando a atenção do público no Museu Oscar Niemeyer. Em uma das salas de exposição da 6ª VentoSul – Bienal Internacional de Arte Contemporânea, uma plataforma de petit pavé, coberta por almofadas, convida os visitantes a sentar, refletir e relaxar sobre a obra, assinada pelo artista alemão Adrian Lohmüller.

 

Depois de bastante pesquisa sobre essa pedra de origem portuguesa, o artista propõe um novo uso para ela, o de sentar e não pisar como habitualmente é feito nas calçadas de petit pavé. Batizada de “Uma Praça da Liberdade”, a obra foi criada especialmente para a Bienal de Curitiba. Trata-se de uma forma urbana usada como composição geométrica popular, portadora de identidade local e de novas formas de experimentar o espaço público. A plataforma é feita com mosaicos de petit pavé e coberta de almofadas estampadas.

 

Em Curitiba, as calçadas de petit pavé são bastante tradicionais. No centro da cidade é possível encontrar mosaicos feito com as pedras brancas e pretas representando símbolos locais como a Araucária e o Pinhão, além de nomes de prédios e empreendimentos.

Adrian Lohmüller nasceu em 1977, em Gengenbach (Alemanha) e hoje vive em Berlim. Seu trabalho já foi visto em importantes espaços culturais como Städtische Galerie Nordhorn e Mining the Moon, em Berlin, além de ter participado de eventos como a 6ª Bienal de Arte Contemporânea de Berlin, entre outros.

 

A 6ª Bienal de Curitiba está aberta ao público até o dia 20 de novembro de 2011, com obras de mais de 80 artistas de 37 países dos cinco continentes. A programação geral inclui projeto educativo, palestras, mesas-redondas, cursos, oficinas, mostra de filmes, performances e interferências urbanas, ocupando os principais museus, centros culturais, ruas, praças e parques da cidade.  Para conferir a programação completa e obter mais informações sobre visitas guiadas e mediadas, de bicicleta, de van e a pé, basta acessar o sitewww.bienaldecuritiba.com.br.

 

 

Serviço:

6ª VentoSul – Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba

Instalaçao de Adrian Lohmüller

Museu Oscar Niemeyer

Rua Mal. Hermes, 999. Centro Cívico. Curitiba – PR

Funcionamento de terça à domingo, das 10h às 18h.

Mais informações:             (41) 3350-4400      .

ENTRADA R$ 4 (inteira) e R$ 2 (meia).

TIA DILMA levanta o tapete e……VARRRREEEEEEEEE!! / curitiba

arte de PAIXÃO.

ARTISTA VISUAL faz escultura no grafite (ponta do lápis) – alemanha

A conceituada revista alemã Cicero contratou a artista plástica Ragna Reusch Klinkenberg para esculpir três cabeças de políticos famosos da nossa atualidade. O detalhe importante é que eles foram esculpidos na ponta do grafite de alguns lápis. O resultado é fantástico, confira:

SERGIO ARCHER comenta em CLAUDIO KAMBÉ – artista visual / itália

COMENTÁRIO:

Sergio R. B. Arche | junho 24, 2011 8:07 am às 8:07 am | Responder | Editar

O Claudio Kambé esta para a arte assim como Albert Einstein esta para a Fisica.
A cidade de Roma tem saudades de vc.

um abraço

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JUSTIÇA

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veja neste site a página de KAMBÉ 

EXPOSIÇÃO na CHINA apresenta pinturas em 4D / jilin

Pinóquio e leão surpreendem visitantes em mostra de arte contemporânea.

Evento aconteceu na província chinesa de Jilin, no sábado (14).

Mulher chinesa posa com uma pintura quadridimensional (4D) em uma exposição de arte contemporânea na província chinesa de Jilin, no sábado (14). A China ultrapassou a Grã-Bretanha como segundo maior mercado mundial de arte e antiguidades, em 2010, segundo relatório da Fine Art Fair Europeia (Tefaf). (Foto: AFP)Mulher chinesa posa com uma pintura quadridimensional (4D) que retrata Pinóquio e o Grilo Falante em uma exposição de arte contemporânea na província chinesa de Jilin, no sábado (14). A China ultrapassou a Grã-Bretanha como segundo maior mercado mundial de arte e antiguidades, em 2010, segundo relatório da Fine Art Fair Europeia (Tefaf). (Foto: AFP)
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Mulher interage com pintura exposta em mostra de arte contemporânea na província chinesa de Jilin, no sábado (14), que mostra o salto de um leão. (Foto: AFP)Mulher interage com pintura exposta em mostra de arte contemporânea na província chinesa de Jilin, no sábado (14). A figura recria o salto de um leão. (Foto: AFP)
Da AFP

KATE CLARK: ARTISTA ESCULPE ROSTOS HUMANOS EM ANIMAIS EMPALHADOS /eua


Kate Clark / BBC Brasil

A artista americana Kate Clark cria faces humanas de argila em animais empalhados. A obra, segundo ela, coloca em discussão temas como humanidade, emoção e expressão.
Clark diz que se interessou pelo tema da expressividade humana ainda na universidade, onde começou a desenvolver as esculturas. Usando animais empalhados, ela passou a manipular seus rostos, para que pudessem ter expressões semelhantes às humanas.

“Eu amo animais, então sou sensível ao fato de que uso pele animal”, disse ela à BBC Brasil. “Usar o couro do animal e transformá-lo, ao invés de usar elementos artificiais, é o conceito mais importante por trás do trabalho”, diz.

Kate Clark / BBC Brasil

Segundo Clark, sua obra fala sobre a necessidade de equilíbrio entre homens e animais ao tentar aproximar as expressões pelas quais se comunicam, e não sobre a supremacia do ser humano na natureza.

“Em nossa cultura atual, nós desprezamos a importância de nossas semelhanças e parentescos dentro do reino animal”, afirma a artista americana.

Pele, crânio e argila
Clark recebe, de um fornecedor especializado, a pele com cabeça do animal. A pele é separada e preenchida com espuma. Ela limpa o rosto do animal, retirando pele e restos de carne, e o modifica com uma base de argila, até que se pareça com o rosto de uma pessoa.

A escultora diz que o vendedor de peles com quem trabalha a procura quando tem animais inusitados que não foram vendidos. Ela diz que jamais solicitou a caça específico de um animal para seu trabalho.

A artista procura aproveitar pálpebras, cílios e outras partes originais das faces dos animais nas faces esculpidas.

Ela diz que prefere utilizar familiares e amigos como modelo para os rostos que esculpe aos invés de “faces idealizadas”. Para ela, a escultura final deve contar a história do animal, através de uma expressão facial com a qual os humanos possam se conectar.

“Meu objetivo é que os híbridos sejam honrados, belos e vívidos. Eu evito sorrisos estáticos ou caretas. As esculturas não são feitas para serem sátiras de uma pessoa específica, cuja personalidade é um estereótipo da ‘simplicidade’ dos animais”, diz.

Segundo a americana, as esculturas provocam reações fortes nos espectadores, que muitas vezes não conseguem se aproximar das obras.

“A reação nem sempre é positiva, mas muitas pessoas se interessam pelo trabalho. Já tive pessoas que se relacionaram com ele de várias maneiras, de seus interesses em mitologia a espiritualidade e questões ambientais.”

BBCNEWS

“A CRIAÇÃO” de RETTAMOZO / curitiba

Gustavo Rosa homenageia a presidenta Dilma Rousseff

Gustavo Rosa posa ao lado do quadro que fez em homenagem a Dilma Rousseff; a presidente virou personagem de uma releitura que ele fez do “Abaporu”, de Tarsila do Amaral; desde 1985, o pintor desenvolve série de trabalhos baseados na artista-símbolo do modernismo brasileiro, e que ele apelidou de “Abadogu”.

“A minha ideia foi homenagear as duas grandes damas do Brasil moderno, dois expoentes, dois ícones desse país, Dilma e Tarsila”, afirma Rosa. Ele também ficou entusiasmado com as notícias de que a presidente está incentivando um grupo de empresários a tentarem trazer de volta o “Abaporu” da Argentina para o Brasil.

mônica bergamo.

A arte das COBRAS PINTORAS / rio grande do sul

veja mais arte das COBRAS PINTORAS neste ambiente

PAIXÃO e NOVISKI em: “bate papo de cartunista”

noviski, que homenageia PAIXÃO

e

paixão, que homenageia NOVISKI


Mão gigante de alumínio ‘agarra’ carro em escultura em Londres

Obra vai ficar exposta em praça londrina até abril.
Ela é da autoria de Lorenzo, filho do ator Anthony Quinn.

MILLÔR FERNANDES, pensando…

Fotógrafo cego, esloveno, tem exposição em São Paulo – por luis felipe orlando / são paulo

Evgen Bavcar é considerado um dos mais importantes artistas contemporâneos vivos

Filósofo, cineasta e fotógrafo, o esloveno Evgen Bavcar é considerado um dos mais importantes artistas contemporâneos. Cego desde os 12 anos, ele foi um dos protagonistas do documentário Janela da Alma, de João Jardim e Walter Carvalho, em 2002, e tem agora uma exposição com 15 de suas fotos em São Paulo.

A mostra Estética do (in)visível tem 10 imagens em preto e branco e cinco coloridas do esloveno, além de trabalhos dos alunos do curso de fotografia para deficientes visuais oferecido pelo Senac.A exposição tem miniaturas das imagens feitas em relevo, o que permite ao público deficiente visual “enxergar” as obras.  “A luz do espírito nos permite fotografar o invisível”, diz Bavcar, que também é doutor em estética pela Universidade de Sorbonne, em Paris.

Bavcar nasceu em 1948 e perdeu a visão em dois acidentes diferentes: o primeiro em uma queda e o segundo envolvendo uma mina terrestre. Naturalizado francês, está sempre com um chapéu preto de abas largas e um pequeno espelho na lapela – “para matar a curiosidade das mulheres que perguntam se estão bonitas”. A técnica utilizada depende da foto. Ele faz os retratos sozinho, medindo com o braço a distância até o fotografado e posicionando a máquina na altura dos olhos. Para fotos mais complexas, precisa de um ajudante, que lhe descreve e monta o que será fotografado. “Descrição é algo vital, tem toda uma metodologia”, conta. Não se trata, no entanto, de uma descrição convencional. “A arte de exprimir com palavras uma realidade visual é como um caminho pelo invisível”, discorre. Sobre o resultado final, Bavcar diz que a descrição do objeto fotografado é diferente do que aparece na foto, “não coincide nunca, é como o amor”. Perguntas especificas, o fotógrafo não responde, “tecnicamente não digo tudo, é um segredo”.

Estética do (in)visível
De 26/8 a 17/9. De segunda a sexta, das 9h às 21 h; sábados, das 9h às 16 h. Senac: R. Scipião, 67, Lapa, tel.: 3475-2200. Grátis.

UM clique no centro do vídeo:

by E.

CLAUDIO KAMBÉ e sua arte / praia da pinheira.sc

RETTAMOZO e sua arte do “ÂNGULO INSÓLITO” / curitiba

Tela ” JARDIM DO SORRISO INTERIOR. Técnica mista.

CLUBE DE CRIAÇÃO DO PARANÁ apresenta: RETTA, SOLDA e VÍTOLA / curitiba

WorkChopp cheio de novidades

No 3º WorkChopp de 2010, três lendas da publicidade paranaense marcam presença como convidados: Retta, Solda e Vítola. Eles vão promover um bate-papo sobre criação publicitária, os clássicos da propaganda paranaense e atualidades. Além disso, os convidados também farão uma exposição com seus trabalhos. Outra atração deste WorkChopp é a apresentação dos dois spots produzidos durante a Oficina 4×4. Mais um motivo para não perder esse WorkChopp.

Rettamozo trabalhou em agências até o ano 2.000. Depois disso tem dedicado a maior parte do seu tempo a criar obras de arte, que já fazem parte do Acervo do Museu Oscar Niemeyer. Também faz free lance pra RPC, Positivo, Getz e Bronx Propaganda entre outras agências. Solda, paulista de Itararé, é reconhecido por seu talento como cartunista e poeta. É um dos fundadores da Academia Paranaense de Letras e um dos grandes nomes que fizeram história no mercado paranaense. E como ele mesmo afirma é nefelibata, taquifágico, soníloquo e taxidermista nas horas de folga. Vítola, com mais de 40 anos em atividade, já passou pela Exclam Propaganda, Casulo, Bits Comunicação e OpusMúltipla, além de dedicar-se à produção de música popular brasileira, teatro e televisão.

O WorkChopp acontece dia 06 de maio, quinta-feira, no John Bull Pub (Rua Mateus Leme, 2204). Sócios do Clube não pagam entrada e ainda ganham o primeiro chopp. Não sócios, com nome na lista, pagam meia entrada até as 21h. Então já envie nome, e-mail e empresa para ccpr@ccpr.org.br.

“Dispositivo de Imagem” – no Espaço Cultural BRDE / curitiba

Um olhar específico sobre árvores e sua presença na natureza é o tema da nova exposição – “Dispositivo de Imagem” – no Espaço Cultural BRDE

A nova exposição do Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões, traz a árvore e a relação homem-natureza como tema central e, segundo a artista  Maria Lucia de Julio, tem o intuito de “provocar uma consciência ambiental e fazer uma reflexão em cima da natureza”.

Maria Lucia de Julio formou-se em pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP), em 1984 e logo após especializou-se em História da Arte do Século XX. Logo depois, passou a cultivar o interesse pela gravura e assim começou a frequentar ateliês. A partir de 2004 tornou-se orientadora das aulas de litografia do Espaço Cultural Solar do Barão.

A mostra conta com desenhos, litografias, gravuras em metal e gravuras digitais, esta última técnica é inovadora nos trabalhos da artista. Maria Lucia de Julio trabalha com o modelo árvore de maneira que esta passe a fazer parte do universo do ser humano. Ela traduz o que é original e o apresenta como se fosse uma radiografia daquilo que observamos na natureza. “Em meu trabalho não é só a estrutura da árvore que interessa, observo ela com uma visão mais profunda”, salienta.

Izabella Zanchi, artista plástica, diz no texto que traduz a exposição: “Nessas gravuras primorosas, Maria Lucia de Julio nos desvela, através de sua esmerada técnica, um plano visível de estranha e aguda beleza, e ainda um mundo latente da alma, uma grave e insuspeitada arte”.

Para o curador da exposição, José Roberto da Silva, o aspecto mais importante da arte de Maria Lucia é a relação sutil entre o desenho e o original. “Faz com que você olhe para a gravura como se olhasse para uma árvore. É uma beleza gráfica que parece sutil mas, na verdade, está relacionada com a memória e lembranças que as pessoas têm em relação à árvore, usando a artista como mediadora”.

Esta é a segunda vez que Maria Lucia de Julio expõe no Palacete dos Leões. A primeira vez foi uma coletiva em 2007. A artista já expôs no Museu Alfredo Andersen em 2008, Casa Andrade Muricy em 2006, 3a Bienal de Gravura de Santo André também em 2006, entre outras. A exposição fica no casarão até o dia três de junho.

Dispositivo de Imagem


Abertura

29 de abril às 19hs

Exposição

De 30/04 a 03/06

Segunda a sexta-feira, 12h30 às 18h30

Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões

Av. João Gualberto, 530/570 (com estacionamento)

Alto da Glória – Curitiba -PR

Informações: (41) 3219-8056

Poliana Dal Bosco
Estagiária / ASCOM
Fone: 41 3219.8035
Fax: 41 3219.8153
www.brde.com.br

PICASSO: “GUERNICA em 3D”

UM clique no centro do vídeo:

RETTA e sua arte / curitiba

JARDIM DO SORRISO INTERIOR – técnica mista sobre tela.

DENISE ROMAN no PALACETE DOS LEÕES do BRDE / curitiba

Denise Roman encerra o calendário de exposições no Palacete dos Leões

A última exposição do ano no Espaço Cultural BRDE comemora os 30 anos de carreira de Denise Roman e traz a delicadeza, a imaginação sutil e as perfeições das imagens por ela representadas. Formada em 1984 em Desenho e Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP), a artista retrata em “Diário da Varanda”, a rotina dos pássaros que pousam em seu terraço, em um edifício no bairro Batel, em Curitiba.

Denise utiliza a litografia, a gravura em metal, e a técnica escolhida para a exposição, desenho e pintura.  A fantasia lírica, que representa sentimentos e percepções, está sempre presente nas obras da artista, e a natureza é essencial para completar o amor que tem pelo desenho. “Fui rendida pela natureza”, completa a virginiana, perfeccionista em tudo o que faz.

A exposição “Diário da Varanda” está na segunda edição. A primeira aconteceu em 2008 no Sesc Água Verde. “Eu gostei tanto daquela exposição que resolvi revivê-la aqui”, comenta. No Palacete dos Leões, Denise traz imagens novas, quase todas diferentes da primeira exposição, mas, que não deixam de retratar a rotina dos pássaros.  Ana Itália Paraná Mariano, uma das curadoras da exposição, destaca que Denise, nos últimos dois anos, iniciou uma fase nova. Passou a olhar a varanda e aplicou a arte em desenho e pintura, deixou a gravura e passou a fazer telas. “É uma fase bonita, em que Denise continua com a temática do ‘mundo lúdico’”. Ana Itália destaca ainda que além da mudança, a artista continua fiel à gravura. “É uma das mais importantes gravadoras do estado. Seu trabalho, além de artista, deve ser notado também como orientadora de cursos de gravura, ensinando gerações de bons gravuristas”.

Sobre o trabalho da artista, o texto da curadoria diz: “Seu trabalho tem alma, vida própria e nos propicia interagir como espectadores na busca do que não está evidente à primeira vista… A contemplação estética é transposta para um espaço totalmente preenchido com a ânsia de historiar este mundo lúdico. Denise aguça nossos sentidos, nosso olhar para a contemporaneidade, que pode estar no presente, no passado entrelaçando dimensões de mundos reais ou não perceptíveis, presentes na quase totalidade de sua obra”.

Há 30 anos Denise Roman trabalha no Espaço Cultural Solar do Barão, sendo que nos últimos 22 anos se dedicou a dar aulas de gravura. A alegria e poeticidade, sempre observadas nos trabalhos de Denise Roman são reflexos de um olhar atento a tudo em sua volta, sejam imagens vistas na rua, chamados pela artista de Croqui Urbano, ou seja em uma simples tarde em que após colocar pedacinhos de mamão na varanda, a comilança dos passarinhos  vira reflexo em um diário sobre a vida. “Gosto de dar ao meu trabalho um sabor ilustrativo, brinco com papel e nanquim mexendo com figuras e texturas”, complementa a artista que é chamada pelos amigos de Denise Romântica.

convite azulejo preto cinza FINAL 1

azulejo “Diário da Varanda” – Denise Roman

 

Abertura

12 de novembro às 19hs

Exposição

De 13/11 a 08/12

Segunda a sexta-feira, 12h30 às 18h30

Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões

Av. João Gualberto, 530/570 (com estacionamento)

Alto da Glória – Curitiba -PR

Informações: (41) 3219-8056

BRDE Poliana Dal Bosco
Estagiária / ASCOM
Fone: 41 3219.8035
Fax: 41 3219.8153
www.brde.com.br

A ARTE com CANETA ESFEROGRÁFICA de JUAN FRANCISCO CASAS RUIZ / espanha

A ARTE COM CANETA ESFEROGRÁFICA - JUAN FRANCISCO CASAS fot7gr

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ONDAS, as incríveis FOTOS de clark little / hawai.usa

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um ex-surfista americano agora se dedica a uma atividade inusitada: fotografar ondas de dentro delas.

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Clark Little, de 39 anos, começou a fazer as imagens depois que sua mulher manifestou o desejo de ter uma foto para decorar a casa do casal, no Havaí.

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Há dois anos, ele vive do dinheiro que ganha com a venda das fotos.

“O mar é minha segunda casa e eu amo o que faço”, disse Little. “Não existe para mim aquela sensação de encarar o trabalho como uma obrigação.”O fotógrafo conta que para obter as melhores imagens, ele utiliza uma câmera capaz de obter até dez fotos por segundo.

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As ondas que ele encara variam entre 90 cm e 4,5 m.
Muitas vezes, ele chegou a ser arremessado a até 10 m de distância de sua localização original.

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“Sempre existe um risco para mim, por conta da força e tamanho das ondas. Mas minha experiência como surfista me deixa à vontade para encarar as ondas sem medo”, afirmou.

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colaboração enviada por rô stavis.

AS COBRAS PINTORAS de denise albuquerque e edson salomão / cachoeira do sul.rgs

O médico veterinário Edson Luiz Salomão tem uma clínica para pequenos animais na cidade de Cachoeira do Sul no Rio Grande do Sul onde desenvolve suas atividades e pesquisas e ainda ser o responsável técnico do Jardim Botânico e Zoológico do município. Nesse ambiente, seu filho João Vitor fazia um trabalho para a escola com tinta guache (não tóxica) quando o papel em que pintava caiu ao chão e uma das cobras que “passeava” por ali “borrou” seu trabalho e ainda ficou se contorcendo, em cima, por algum tempo. Para Edson, experiente com tais animais, chegou a dar a impressão de que ela (a cobra) sentia algum tipo de prazer.

Ao encontrar com Denise o veterinário mostrou para a artista visual o que havia resultado do “acidente” com a cobra e o trabalho de seu filho. Daí para frente podemos imaginar o que aconteceu: começaram as experiências como onde colocar a tinta no papel para as cobras se envolverem nelas e partirem para a “obra”. O resultado passou a surpreender a todos que visitam a clínica. Vejam abaixo o “trabalho” dessas artistas da natureza.

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DENISE - COBRAS

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DENISE - COBRAS 1

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DENISE - COBRAS 3

A experiência gerou uma parceria entre o homem e o animal. Edson e Denise quando percebem que as cobras grandes não estão se “expressando” de acordo com seus talentos “naturais”, retiram da sala de aula e buscam a ajuda das “menores” para finalizarem a “obra”.

Edson Luiz Salomão:

Formado em medicina veterinária em 1975 pela UFSM (Santa Maria), pós graduado em Zoologia na mesma universidade, é funcionário da Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, é consultor científico internacional da revista  A HORA VETERINÁRIA. Responsável técnico pelo Jardim Botânico e Zoológico Municipal de Cachoeira do Sul/RGS. Tem uma clínica veterinária onde atende pequenos animais e animais silvestres machucados, ou apreendidos  pela PATRAN (patrulha ambiental) e pelo IBAMA em toda região central do estado.

Recebeu vários prêmios concedidos pelo Conselho de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul, como:

– Destaque em Medicina Veterinária Saúde Animal em 2002

– Destaque em Medicina Veterinária Saúde Animal em 2005

– Destaque em Medicina Veterinária 2008

Edson Salomão dando mamadeira para um filhote.

Edson Salomão dando mamadeira para um filhote.

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Edson com um gavião recuperado de um trauma na asa.

Edson com um gavião recuperado de um trauma na asa.

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Edson e um filhote de onça órfão.

Edson e um filhote de onça órfão.

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E agora as artistas:

Denise, no centro, Madonna na mão direita e Britney no pescoço. Palmas para elas!

Denise, no centro, Madonna na mão direita e Britney no pescoço. Palmas para elas!

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Denise Albuquerque:

É artista visual em óleo sobre tela, giz de cera, em porcelana e desenhos. Com participação em diversas exposições coletivas e individuais.

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DENISE  ANA MARIA

Denise Albuquerque, Ana Maria Braga e Edson Salomão quando da apresentação ao público do programa MAIS VOCÊ (tv globo) dos “trabalhos” de Madonna, Britney e grupo de ofídeos.

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VÍDEO da apresentação no programa MAIS VOCÊ . COPIE e COLE na sua barra de endereços.

http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1050068-7822-COBRAS+PINTORAS,00.html

ISABEL GUERRA a madre “SUPERIORA” da pintura / zaragoza.esp

ISABEL GUERRA 11

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Referência da pintura espanhola contemporânea, madre Isabel Guerra é uma pintora hiperrealista, em cujos quadros o tratamento da luz tem especial significado. Alguns tem comparado sua obra com a do pintor holandês Vermeer. Autodidata, iniciou-se na pintura aos doze anos, e, aos 23, ingressou na vida monástica. Vive atualmente em clausura, no “Monastério de Santa Lucía” ,da Ordem Cisterciense, em Zaragoza, Espanha. Para ela,  “pintar e amar a Deus” se completam. O tema de seus quadros é, principalmente, a figura humana: jovens adolescentes -“porque asimilamos la esperanza a la juventud’, em atitudes de serenidade e repouso, mas também pinta naturezas mortas com grande maestria técnica. Autora também de livros, a cada tres anos vai a Madri expor seus trabalhos, que atrai enorme público. Acadêmica de honra da Real Academia de Belas Artes de San Luis e acadêmica correspondente da Real Academia de Belas Artes e Ciências Históricas de Toledo, Isabel começa sua jornada às cinco da manhã e, depois de quatro horas de oração, às nove e meia começa seu trabalho no ateliê de pintura. Este, é o único que diferencia sua vida das demais religiosas do mosteiro, já que estas se dedicam a restaurar livros antigos. A vida no convento serviu para um isolamento sereno das preocupações terrenas. Ela declara estar convencida que o mundo não deve perder as esperanças. Sua obra contém uma mensagem de resistência: “a beleza sendo possível, nem tudo está perdido…” “Mis lienzos buscan ser carta abierta a los hombres y mujeres de este tiempo, cuyas tumultuosas aguas forman imponente cascada que cae sobre el cauce estremecido del tercer milenio… ¡Ojalá pudieran ser carta dictada por el Sol que nace de lo alto! Una carta claramente iluminada por la Luz”. (Isabel Guerra)

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ABAIXO, AGUARDE AS TELAS APARECEREM:

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ISABEL GUERRA 1